{"id":2148,"date":"2017-01-25T22:54:52","date_gmt":"2017-01-25T22:54:52","guid":{"rendered":"http:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-evora\/?p=2148"},"modified":"2017-02-10T20:54:12","modified_gmt":"2017-02-10T20:54:12","slug":"revogacao-da-tsu-a-luta-tornou-possivel-o-que-parecia-impossivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-evora\/2017\/01\/25\/revogacao-da-tsu-a-luta-tornou-possivel-o-que-parecia-impossivel\/","title":{"rendered":"Revoga\u00e7\u00e3o da TSU: A luta tornou poss\u00edvel o que parecia imposs\u00edvel"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-evora\/2016\/12\/23\/nao-e-suficiente-o-aumento-557e-do-salario-minimo-nacional\/lutacontinua\/\" rel=\"attachment wp-att-2134\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-2134\" alt=\"lutacontinua\" src=\"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-evora\/wp-content\/blogs.dir\/44\/files\/sites\/44\/2016\/12\/lutacontinua.jpg\" width=\"358\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-evora\/wp-content\/blogs.dir\/44\/files\/sites\/44\/2016\/12\/lutacontinua.jpg 511w, https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-evora\/wp-content\/blogs.dir\/44\/files\/sites\/44\/2016\/12\/lutacontinua-240x136.jpg 240w\" sizes=\"auto, (max-width: 358px) 100vw, 358px\" \/><\/a>A CGTP-IN sa\u00fada a decis\u00e3o da Assembleia da Rep\u00fablica, de rejeitar a redu\u00e7\u00e3o da TSU para o patronato. Este \u00e9 o resultado de uma luta permanente, que tornou poss\u00edvel o que parecia imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>Com a queda da TSU foi travada uma medida injusta que lesava a seguran\u00e7a social, incentivava os baixos sal\u00e1rios, promovia a precariedade, estimulava o boicote patronal \u00e0 contrata\u00e7\u00e3o colectiva e fomentava a desvaloriza\u00e7\u00e3o das profiss\u00f5es e das carreiras profissionais.<!--more--><\/p>\n<p>Apesar do acerto desta decis\u00e3o, nota-se contudo, que continua intoc\u00e1vel o amplo e diversificado pacote financeiro, destinado essencialmente \u00e0s grandes empresas.<\/p>\n<p>A CGTP-IN rejeita que o SMN sirva de moeda de troca para favorecer interesses econ\u00f3micos instalados e considera que o Governo deve retirar as ila\u00e7\u00f5es devidas, para que situa\u00e7\u00f5es como aquela que agora ocorreu na CPCS n\u00e3o se voltem a verificar no futuro.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o momento de investir num efectivo di\u00e1logo social e na afirma\u00e7\u00e3o da contrata\u00e7\u00e3o colectiva como elemento de progresso e justi\u00e7a social.<\/p>\n<p>Tal facto implica a revoga\u00e7\u00e3o da caducidade das conven\u00e7\u00f5es e a reposi\u00e7\u00e3o em toda a sua plenitude do princ\u00edpio do tratamento mais favor\u00e1vel.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o s\u00f3. \u00c9 preciso passar das palavras aos actos no combate \u00e0 precariedade, nos sectores privado e p\u00fablico. \u00c9 urgente tomar as medidas necess\u00e1rias para passar ao quadro de efectivos os trabalhadores com v\u00ednculos prec\u00e1rios; resolver o problema dos desempregados envolvidos nos \u201ccontratos emprego inser\u00e7\u00e3o\u201d; p\u00f4r termo ao esc\u00e2ndalo da contrata\u00e7\u00e3o de trabalhadores n\u00e3o docentes nas escolas, a 3 horas por dia, pagos a 3 euros e 67 c\u00eantimos por hora.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho e dos trabalhadores \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o determinante para o desenvolvimento do pa\u00eds. A rejei\u00e7\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o da TSU pode e deve dar o mote a uma nova pol\u00edtica que tenha nos trabalhadores e nos seus direitos individuais e colectivos, o centro de refer\u00eancia da economia e do desenvolvimento econ\u00f3mico e social do pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A CGTP-IN sa\u00fada a decis\u00e3o da Assembleia da Rep\u00fablica, de rejeitar a redu\u00e7\u00e3o da TSU para o patronato. Este \u00e9 o resultado de uma luta permanente, que tornou poss\u00edvel o que parecia imposs\u00edvel. 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