{"id":132,"date":"2013-04-18T14:45:32","date_gmt":"2013-04-18T14:45:32","guid":{"rendered":"http:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/?p=132"},"modified":"2013-04-23T19:03:09","modified_gmt":"2013-04-23T19:03:09","slug":"25-de-abril","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/2013\/04\/18\/25-de-abril\/","title":{"rendered":"25 de Abril"},"content":{"rendered":"<p>A Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos refere-se a um per\u00edodo da hist\u00f3ria de Portugal resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de abril de 1974, que dep\u00f4s o regime ditatorial do Estado Novo , vigente desde 19332 , e que iniciou um processo que viria a terminar com a implanta\u00e7\u00e3o de um regime democr\u00e1tico, com a entrada em vigor da nova Constitui\u00e7\u00e3o a 25 de abril de 1976.<\/p>\n<p>Este golpe, normalmente conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido por um movimento militar, o Movimento das For\u00e7as Armadas (MFA), composto por oficiais interm\u00e9dios da hierarquia militar, na sua maior parte capit\u00e3es que tinham participado na Guerra Colonial e que foram apoiados por oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universit\u00e1rios. Este movimento nasceu por volta de 1973, baseado inicialmente em reivindica\u00e7\u00f5es corporativistas como a luta pelo prest\u00edgio das for\u00e7as armadas , acabando por se estender ao regime pol\u00edtico em vigor . Sem apoios militares, e com a ades\u00e3o em massa da popula\u00e7\u00e3o ao golpe de estado, a resist\u00eancia do regime foi praticamente inexistente, registando-se apenas quatro mortos em Lisboa pelas balas da DGS .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos refere-se a um per\u00edodo da hist\u00f3ria de Portugal resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de abril de 1974, que dep\u00f4s o regime ditatorial do Estado Novo , vigente desde 19332 , e que iniciou um processo que<\/p>\n","protected":false},"author":30,"featured_media":164,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[19,20],"class_list":["post-132","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","tag-25-de-abril","tag-revolucao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/users\/30"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=132"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":144,"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132\/revisions\/144"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/media\/164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=132"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=132"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindicatos.cgtp.pt\/uniao-santarem\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=132"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}