


A FEVICCOM e os seus Sindicatos saudam todos os trabalhadores e trabalhadoras do sector que fizeram da Greve Geral de hoje um poderoso grito de dignidade, respeito e resistência.
Cada adesão contou.
Cada braço cruzado foi um sinal de coragem.
Sabemos das pressões, dos receios e dos obstáculos enfrentados para exercer este direito. Por isso, a participação de cada trabalhador/a teve um valor imenso: mostrou que não baixamos os braços, que permanecemos unidos e determinados na defesa do que é justo.
De norte a sul do país, esta Greve afirmou uma verdade incontornável: os trabalhadores não aceitam retrocessos nem a destruição de direitos conquistados com décadas de luta.
Rejeitamos as alterações do chamado “Pacote Laboral”, que atacam direitos fundamentais.
Exigimos salários dignos, carreiras valorizadas, respeito pelas qualificações, combate à precariedade e serviços públicos fortes, capazes de garantir saúde, educação e segurança social para todos.
A todos os que estiveram nesta luta, o nosso profundo reconhecimento.
É da força colectiva que nasce a mudança.
É da unidade que nasce a esperança.
EM DEFESA DOS DIREITOS CONQUISTADOS!
PElO TRABALHO COM DIGNIDADE!
POR UMA VIDA MELHOR!
A LUTA CONTINUA!







No calor dos fornos, no pó das pedreiras, no ruído das fábricas e no esforço dos estaleiros, há milhares de trabalhadores que, todos os dias, erguem o país com as próprias mãos.
São eles que levantam edifícios, moldam a cerâmica, dão forma ao vidro, produzem o cimento, transformam a madeira, processam a cortiça e extraem a pedra.
Dedicam uma grande parte das suas vidas ao trabalho exigente e árduo.
Deixam uma parte da sua saúde – e por vezes a própria vida – no trabalho.
E agora, quando o que se exige é mais respeito, maiores salários e melhores condições de trabalho, o governo e o patronato querem impor um pacote laboral que representa um violento retrocesso social.
Um pacote que procura transformar direitos em privilégios e trabalhadores em peças descartáveis.
Sob o pretexto da modernização, este pacote laboral abre caminho a mais exploração, mais precariedade e menos protecção.
Sem trabalhadores, nada se constrói.
Sem trabalhadores, o país pára.
E quem todos os dias constrói riqueza não aceita ver os seus direitos demolidos.
3 de Junho: o país que trabalha vai fazer-se ouvir!
Na GREVE GERAL, os trabalhadores da Construção, Cerâmica, Vidro, Cimentos, Madeiras, Cortiças e Pedreiras unem a sua voz numa mensagem clara e inequívoca: não aceitamos andar para trás.
Não aceitamos trabalhar mais, receber menos e viver pior.
3 DE JUNHO — ADERIMOS À GREVE GERAL!
Pela dignidade.


A partir do dia 01 de abril até ao dia 30 de junho de 2026, os trabalhadores deverão fazer a entrega da declaração de IRS referente ao ano de 2025.
Ser sindicalizado ao longo do ano de 2025 compensa, porque a Quota Sindical é devolvida, em sede IRS, a 100% através de benefício fiscal desde 01/jan/2025.
Por cada 1 euro descontado como associado num Sindicato deduz 2 euros no seu IRS.
Ou seja, a Autoridade Tributária aplica uma majoração de 100% às quotas sindicais para efeitos de abatimento à coleta, até ao limite de 1% do rendimento bruto.
Tomemos por exemplo um associado que durante o ano de 2025 descontou quota no valor total de 150 euros:
O valor para a dedução à coleta a considerar será de 300 euros, porque já lá vem aplicada a majoração de 100%.
Esperamos ter contribuído com esta informação, a elucidar os nossos associados da vantagem fiscal que o valor descontado em quotizações sindicais ao longo do ano é majorado para o dobro aquando da obrigação de entrega da declaração anual de rendimentos.
Sindicaliza-te.
Sindicalizado estás mais seguro.


Vamos todos participar!![]()
Por uma vida melhor para todos!![]()


Os trabalhadores da Construção, Cerâmica e Vidro reafirmaram hoje na Manifestação Nacional, em Lisboa, a sua rejeição ao Pacote Laboral!
Não vamos desistir, o Pacote é para cair!![]()










