Trabalhadores da CELESTE ACTUAL exigem decisões rápidas que garantam a viabilidade da empresa, em defesa dos seus postos de trabalho – NOTA DE IMPRENSA.

Na sequência dos plenários realizados esta semana nas unidades de Guimarães e Vizela, vem o SINTAB – Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal, tornar pública a posição dos trabalhadores da empresa CELESTE ACTUAL, atualmente em situação de insolvência:

  1. Os trabalhadores analisaram o atual contexto do processo de insolvência e do Plano Especial de Revitalização (PER) apresentado pelo atual acionista, ainda em apreciação pela assembleia de credores, e manifestaram grande preocupação com o impasse e a falta de decisões céleres que permitam devolver normalidade à vida da empresa;
  • Do que é possível observar no dia a dia, os trabalhadores constatam que a falta de matéria-prima está a agravar ainda mais a situação da empresa, impedindo a produção regular dos seus produtos habituais, a satisfação das encomendas e o cumprimento dos compromissos com clientes. Esta situação penaliza diretamente os trabalhadores e compromete desnecessariamente a atividade produtiva;
  • Os trabalhadores apelam, por isso, aos responsáveis pelo processo para que as decisões quanto ao futuro da empresa sejam tomadas com urgência, dotando a CELESTE ACTUAL da liquidez necessária para retomar a produção e assegurar o normal funcionamento da empresa, condição essencial para a manutenção dos postos de trabalho, que são a única fonte de rendimento destes trabalhadores e das suas famílias;
  • A CELESTE ACTUAL é uma empresa viável: Produz e comercializa produtos de qualidade reconhecida no mercado, e possui uma rede comercial estruturada, assim como trabalhadores experientes e qualificados, garantindo que, com decisões atempadas e responsáveis, seja possível uma rápida reativação do negócio;

Nestes plenários, os Trabalhadores decidiram ainda que não são pequenas ações, ainda para mais ilegais, como o gozo forçado de férias, que terão a capacidade de alterar o rumo da empresa. Afirmaram por isso, de forma clara, que não aceitarão a perda de dias de férias para compensar os períodos em que se encontram parados sem trabalho por razões que não lhes são imputáveis. Os direitos conquistados não podem ser postos em causa para esconder atrasos, indefinições ou responsabilidades alheias aos trabalhadores, muito menos quando o ganho nada representa perante a dimensão das respostas que se exigem para resolver o problema.

A empresa ainda não pagou os subsídios de férias de 2025, e o pagamento dos salários tem sofrido intermitências ao longo do último ano, o que já tinha motivado um protesto dos Trabalhadores em julho do ano passado. O SINTAB, na sequência lógica de organização dos Trabalhadores, tem acompanhado de perto todo este processo, exigindo respostas rápidas, soluções que salvaguardem o emprego e o respeito integral pelos direitos laborais, reafirmando que não há revitalização possível sem trabalhadores, nem futuro para a empresa sem aqueles que a alavancam, nela trabalhando todos os dias.

Sobre a declaração de insolvência da SICASAL – NOTA À IMPRENSA

O SINTAB reafirma a sua profunda preocupação pela decisão judicial que declara a insolvência da Sicasal, colocando centenas de postos de trabalho em risco e lançando uma enorme incerteza sobre o futuro dos trabalhadores, das suas famílias e de toda uma região que, há muito, se vê confrontada com a escassez de emprego qualificado e estável.

Este é um duro golpe social e económico, cujas consequências ultrapassam largamente os muros da empresa, agravando a fragilidade de um território já marcado pela dificuldade em reter emprego industrial e em garantir perspetivas de vida dignas para os que ali trabalham e residem.

O SINTAB condena ainda, de forma inequívoca, a evidência de este desfecho resultar, em larga medida, de opções estratégicas erradas e de falhas graves de gestão, que conduziram ao progressivo definhar de uma empresa com uma marca historicamente bem implantada no mercado nacional e com reconhecida relevância no setor agroalimentar. Não é aceitável que décadas de trabalho e dedicação dos trabalhadores sejam colocadas em causa por decisões que não tiveram em conta a sustentabilidade económica e social da empresa.

Importa igualmente sublinhar a responsabilidade do poder político, tanto a nível local como nacional, na defesa da viabilização dos postos de trabalho. Essa responsabilidade passa não só pela intervenção ativa na procura de soluções que salvaguardem o emprego, mas também por um escrutínio rigoroso da utilização de apoios públicos, incentivos financeiros e facilidades concedidas ao abrigo da regulamentação autárquica, garantindo que esses instrumentos servem efetivamente a criação e manutenção de emprego digno e não a gestão ruinosa ou irresponsável.

É urgente que, acima de tudo, todos os esforços convirjam no sentido de viabilizar a continuidade de laboração, com todos os atuais postos de trabalho, bem como a sua modernização, quer industrial, quer na gestão, nem que, para isso, os órgãos de governação tenham de atuar mais ativamente em defesa da produção nacional.

Por fim, o SINTAB não pode deixar de recordar o histórico esforço das sucessivas administrações da Sicasal em combater a sindicalização e a organização coletiva dos trabalhadores. A realidade demonstra, mais uma vez, que quando os trabalhadores não estão organizados, informados e unidos, são frequentemente apanhados de surpresa por decisões que afetam profundamente as suas vidas. A organização coletiva é uma ferramenta essencial de defesa, antecipação e intervenção, e a sua fragilização apenas beneficia quem toma decisões à margem do interesso comum, maioritariamente dos trabalhadores.

O SINTAB reafirma o seu compromisso com a defesa intransigente dos trabalhadores da Sicasal e continuará a exigir responsabilidades, transparência e soluções concretas que coloquem o emprego, a dignidade laboral e o desenvolvimento regional no centro das decisões.

Trabalhadores da SERVIGAIA na SUPER BOCK conquistam a regulamentação da laboração contínua – NOTA DE IMPRENSA

Os Trabalhadores da SERVIGAIA, que trabalham na SUPER BOCK, em Leça do Balio, conquistaram esta semana ganhos consideráveis com a regulamentação do regime d elaboração contínua em que trabalham.

Depois de, no verão, terem chegado a acordo para aumentos salariais de 100€, 25 dias de férias, e folga no dia de aniversário, os Trabalhadores lograram agora conseguir a implementação de um subsídio de laboração contínua, ao que acresce um subsídio de escala para compensar o excesso de horas trabalhadas, em média, por semana, assim como o processamento de horas noturnas a partir das 20:00h.

O processo foi conturbado e obrigou mesmo os Trabalhadores a recorrer à greve, durante o mês de novembro, isto de pois de a empresa ter tentado adiar as negociações à espera de ver os ganhos que a proposta de pacote laboral do governo lhe podia entregar, tendo-o assumido em comunicação enviada ao SINTAB.

A força da luta dos Trabalhadores foi mais forte tendo resultado no acordo que agora foi assinado e que se implementará de forma faseada até janeiro de 2027, garantindo uma remuneração regular mensal de mais 41% do salário base, ao que acrescem as horas noturnas.

É importante realçar o espírito solidário entre os Trabalhadores, patente na adesão total à greve, quando estas últimas reivindicações diziam respeito apenas a cerca de metade.

Na próxima semana, estes Trabalhadores estarão em greve, aderindo à GREVE GERAL contra o pacote laboral marcada pela CTP-IN.

Comissão de Trabalhadores da Super Bock adere e apela à Greve Geral de 11 de dezembro

Comissão de Trabalhadores da Super Bock adere à Greve geral contra o pacote laboral, e apela à participação, em massa, dos Trabalhadores.

A Comissão de Trabalhadores da Super Bock, dentro do espírito de força unânime dos Trabalhadores contra a proposta do governo, comunicou ontem que está solidária com a Greve Geral decretada pela CGTP, e apelou à participação de todos os Trabalhadores da empresa, apontando os motivos por que o devem fazer.

Num comunicado de quatro páginas enviado ontem aos Trabalhadores da Super Bock, a CT denuncia, de forma bem explicativa e prática, alguns dos mais de cem pontos de ataque do governo aos direitos de quem trabalha.

Esta decisão foi tomada por unanimidade pelos membros da CT unitária, e alinha pelo espírito de união que o pacote laboral do governo PSD-CDS veio despertar nos Trabalhadores, tendo juntado ambos os sindicatos SINTAB (CGTP-IN) e SINTICABA (independente), quer na realização de plenários conjuntos, contra as medidas apresentadas, quer na decisão de aderir à GREVE GERAL do dia 11 de dezembro.

Ler comunicado da CT da Super Bock

Trabalhadores da UNICER ASSISTÊNCIA TÉCNICA conquistam aumentos e integração nos quadros da SUPER BOCK – NOTA DE IMPRENSA

Os 148 Trabalhadores da UNICER ASSISTÊNCIA TÉCNICA, empresa que presta serviços de manutenção aos equipamentos dos pontos de venda da SUPER BOCK, conquistaram hoje aumentos bons aumentos salariais e a garantia de integração dos quadros da SUPER BOCK em janeiro de 2027.

O acordo, assinado hoje entre os Dirigentes SINTAB / FESAHT e a UNICER AT, garante uma valorização imediata dos salários de 103€ a 139€ (dependendo da antiguidade) com retroativos a janeiro de 2025, e progressões de carreira extraordinárias que, em janeiro de 2027, situam-se nos 151€ a 253€, ao que se deverá acrescentar os aumentos salariais negociados em 2026 e 2027, assim como o impacto destas valorizações nas remunerações acessórias, como a isenção de horário de trabalho.

Em janeiro de 2027, todos os Trabalhadores serão integrados nos quadros da SUPER BOCK BEBIDAS, cumprindo-se assim a concretização de um anseio de mais de 20 anos, que se transformou em reivindicação no ano de 2017, quando os Trabalhadores se sindicalizaram e organizaram para, juntos, assegurar a melhoria das suas condições de trabalho e de vida.

Este é mais um exemplo dos bons resultados de um trabalho consistente de movimentação orgânica que o SINTAB tem desenvolvido na SUPER BOCK, onde, sustentado numa sólida base de predisposição dos Trabalhadores para a defesa das suas reivindicações, se conseguiu implementar canais de diálogo e negociação que tem tido, nos últimos meses, bons resultados de avanço no combate à precariedade.

A UNICER ASSISTÊNCIA TÉCNICA é uma empresa do Grupo SUPER BOCK, criada em 2005, que emprega 148 Trabalhadores, em todos os Distritos do País, que se dedicam à manutenção, conservação e afinação dos equipamentos dos pontos de venda da empresa.

Cancelamento da Greve dos Trabalhadores do GRUPO CELESTE – Nota de Imprensa

Foi cancelada a greve dos Trabalhadores do GRUPO CELESTE que estava agendada para os dias 8 e 9 de agosto de 2025.

Esta decisão foi tomada por iniciativa dos Trabalhadores depois de a empresa ter assegurado que procederá ao pagamento do salário de julho nos moldes habituais, bem como ao subsídio de férias e retroativos resultantes do acordo de revisão do contrato coletivo de trabalho do setor da panificação, com efeitos a setembro de 2024.

Os Trabalhadores entenderam assim valorizar a palavra dada pessoalmente pelos representantes da administração em cada um dos postos de trabalho.

A greve abrangia todos os Trabalhadores das empresas CELESTE ACTUAL e CONCEITOS AVULSO, UNIPESSOAL, uma empresa criada há meia dúzia de anos para a qual foram transferidos quase todos os Trabalhadores, e que passaram a trabalhar em regime de terceirização.

O GRUPO CELESTE dedica-se à fabricação e comércio de produtos de panificação e pastelaria e ainda de refeições pré-preparadas e, além de uma extensa cadeia de lojas espalhadas pelo norte do país, possui três fábricas, uma em Guimarães, outra em Caldas de Vizela, e uma terceira em Ermesinde.

Greve dos Trabalhadores do GRUPO CELESTE sem salário há dois meses – NOTA DE IMPRENSA

Os Trabalhadores que trabalham para o GRUPO CELESTE estarão em greve nos dias 8 e 9 de agosto de 2025, devido à falta de pagamento de salário há dois meses, à falta de pagamento do subsídio de férias, e ainda dos retroativos resultantes da aplicação do Contrato coletivo de trabalho da panificação e pastelaria, assinado com a AIPAN, a setembro de 2024.

Apesar dos anúncios de pujança económica e investimentos na modernização, no que se integra a recente aquisição de nova frota de carros elétricos para a área comercial e um camião de distribuição, os Trabalhadores estão há dois meses sem receber salário, situação que provocou já uma situação de crise na situação económica e familiar da maioria.

Perante a melhoria de condições, negociada com a associação patronal em setembro de 2024, o GRUPO CELESTE decidiu reduzir ao máximo a produção de produtos frescos, do dia, com a eliminação do turno da noite para a quase totalidade dos Trabalhadores, tendo-lhes já aí provocado grande diminuição de rendimentos.

Esta aposta no produto congelado, e total abandono do produto fresco, parece ter-se agora revelado ter sido uma má opção de gestão que, mais uma vez, se repercute diretamente nos trabalhadores.

Os Trabalhadores estarão em greve durante dois dias, organizando piquete de greve que, atempadamente, informará o horário da conferência de imprensa para balanço e denúncia pública.

A greve abrange todos os Trabalhadores das empresas CELESTE ACTUAL e CONCEITOS AVULSO, UNIPESSOAL, uma empresa criada há meia dúzia de anos para a qual foram transferidos quase todos os Trabalhadores, e que passaram a trabalhar em regime de terceirização. O GRUPO CELESTE dedica-se à fabricação e comércio de produtos de panificação e pastelaria e ainda de refeições pré-preparadas e, além de uma extensa cadeia de lojas espalhadas pelo norte do país, possui três fábricas, uma em Guimarães, outra em Caldas de Vizela, e uma terceira em Ermesinde.

Trabalhadores da NOVADIS (SCC-HEINEKEN) no Porto, alargam greve às festas de S. João.

Os Trabalhadores da NOVADIS estarão em greve durante uma semana, entre os dias 18 e 25 de junho.

Esta foi uma decisão tomada no plenário do passado dia 2 de junho, na plataforma de Canelas – Vila Nova de Gaia, e visa projetar a luta atual, de todos os Trabalhadores da NOVADIS, sobre o período temporal das festas de S. João, com maior impacto no distrito.

A greve foi marcada, no entanto, para todos os estabelecimentos da empresa em todo o território nacional.

Os Trabalhadores decidiram ainda, num dos dias da greve, organizar uma ação de protesto e denúncia, com adesão de todos ao piquete de greve, cuja data comunicaremos com a devida antecedência.

Os Trabalhadores da NOVADIS estão em luta pela aplicação do Acordo Coletivo de Trabalho da SCC-HEINEKEN. A empresa decidiu, há dois anos, alargar o IRCT a todos os Trabalhadores de todas as empresas do grupo, exceto a NOVADIS.

Em acréscimo, rejeita discutir o seu caderno reivindicativo, apresentado pelo SINTAB, e que emana dos plenários realizados a nível nacional, para negociar aumentos salariais anémicos com a UGT, que não representa nenhum Trabalhador, sem dar resposta ao aumento do custo de vida, nem acabar com os baixíssimos salários dos ajudantes de motorista, que se mantém colados ao salário mínimo nacional, apesar do trabalho duro de esforço físico e mental acrescido.

Recordamos que está em vigor, neste momento, e até ao dia 16 de junho, um pré.aviso de greve nacional para todos os Trabalhadores de todas as empresas do grupo SCC-HEINEKEN, e que, no caso da NOVADIS, a empresa assumiu a violação da lei da greve, tendo contratado dezenas de Trabalhadores com contrato temporário, após a emissão do pré-aviso, para substituir os Trabalhadores em greve.

Acordo com a SERVIGAIA cancela greve na SUPER BOCK – NOTA DE IMPRENSA

A greve dos Trabalhadores da SERVIGAIA, a prestar serviço nas instalações da SUPER BOCK, em Leça do Balio, que estava marcada entre os dias 6 e 8 de maio, foi cancelada por ter havido acordo entre o SINTAB e a empresa.

O acordo prevê um aumento extraordinário de 50€ em cima dos 50€ anteriormente processados, resultando num aumento salarial total de 100€ em salário para todos os Trabalhadores, com efeitos a janeiro de 2025, o aumento do período de férias de 22 para 25 dias úteis, o aumento do subsídio de refeição de 7,60€ para 9,38€, o direito a folga no dia de aniversário do Trabalhador, e ainda o compromisso de início da regulamentação da laboração contínua, praticada há anos, durante os próximos dias.

A pretensão destes Trabalhadores, que já solicitaram intervenção da ACT para aplicação do artigo 498-A do Código do Trabalho, que prevê, de forma simples, a aplicação do IRCT da empresa contratante aos Trabalhadores da empresa contratada, é a de direitos e salários iguais aos Trabalhadores da Super Bock, por desempenharem tarefas que se encontram inseridas no âmbito social desta.

Os Trabalhadores da SERVIGAIA, na SUPER BOCK, executam várias tarefas inseridas no processo produtivo, como a gestão do armazém geral de consumíveis, o fornecimento de consumíveis às linhas de enchimento e produção de cerveja, o manuseamento e reprocessamento de produto de retorno, enchimento e gestão da saída de garrafas de Co2 para equipamentos de extração, e as cargas e controlo de cargas de contentores de exportação.

Este é mais um exemplo de como a organização, sindicalização e união dos Trabalhadores é fundamental, preponderante e altamente eficaz no processo de melhoria dos salários, direitos, e condições de trabalho e de vida de todos. Na SERVIGAIA, o índice de sindicalização ultrapassou, este ano, os 70%, num total de cerca de 40 Trabalhadores.

Greve dos Trabalhadores da ÁGUAS DO VIMEIRO – NOTA DE IMPRENSA

Os Trabalhadores das ÁGUAS DO VIMEIRO estarão em greve no dia 24 de abril, realizando um plenário durante o período da manhã para denunciar publicamente o chorrilho de ignóbeis ataques que têm sofrido da nova administração.

Desde que tomou posse, a nova administração tem tentado impor a sua vontade, assente em enorme prepotência, que bate no muro da legalidade, merecendo oposição dos Trabalhadores. Os Trabalhadores identificam ainda uma opção clara da administração pelo ataque acentuado aos seus representantes, Dirigentes e Delegados Sindicais, na tentativa de os amedrontar e desmobilizar a sua capacidade agregadora pelos direitos e pela legalidade.

No plenário realizado no passado dia 4 de abril, vários foram os relatos de apresentação da “porta da rua como serventia da casa”, da proibição de contacto e diálogo com os Dirigentes e Delegados Sindicais, alteração de horários em sinal de castigo e sem aviso prévio nem motivo, pressão para incumprimento deliberado das normas de segurança e saúde no trabalho.

Perante a avaria de um equipamento de transporte de garrafões de água, que pesam cerca de 8kg, têm tentado forçar os Trabalhadores a transportá-los eles mesmos, à mão, durante as 8 horas de trabalho.

Nos últimos tempos, a administração chegou até ao ridículo de tentar impor a pausa para almoço a partir das 10:00h.

Numa atitude nunca antes vista, há chefias a interrogar os Delegados e Dirigentes Sindicais, via sms ou telefone, durante as suas ausências para atividade sindical, em aberrante predisposição para o controlo da vida dos trabalhadores fora do seu horário de trabalho. Esta situação tem gerado uma onda de solidariedade de outras estruturas sindicais da CGTP, quer nas mensagens de solidariedade que vão chegando ao SINTAB, quer pelo repúdio desta forma de trabalhar completamente bafienta, pelo que o plenário do dia da greve contará com vários representantes de outros sindicatos.