Arquivo da Categoria: Contratação
112 EUROS DE AUMENTO NO SALÁRIO-BASE NA GALLOVIDRO (Grupo VIDRALA)
Os trabalhadores da empresa GALLOVIDRO (Grupo VIDRALA) conquistaram aumentos na tabela salarial que varia entre os 110 euros e os 112 euros por mês acrescidos da actualização do subsídio de refeição e dos restantes subsídios pecuniários.
Para além disso, também foram actualizados os direitos de maternidade e de paternidade no Acordo de Empresa (AE).
Este é o resultado da intervenção sindical suportada pela unidade e determinação dos trabalhadores em torno do seu Sindicato (STIV) pela melhoria das suas condições de vida e de trabalho.
É mais uma prova de que é possível melhorar o poder de compra dos salários daqueles que são os responsáveis pelo aumento da produção e a criação de riqueza das empresas e do País.
Esta é a terceira empresa do sector do Vidro de Embalagem – para além da VERALLIA e da SANTOS BAROSA – que negociou e acordou com a FEVICCOM as revisões dos Acordos de Empresa com aumentos superiores aos 100 euros nas tabelas salariais para 2023.
A Direcção Nacional da FEVICCOM
06/02/2023
106,50€ DE AUMENTO NO SALÁRIO-BASE na empresa vidreira SANTOS BAROSA!
Com uma ampla participação e intervenção dos trabalhadores, foi negociado no AE um aumento de 106,50€ no salário-base de todos os trabalhadores vidreiros da SANTOS BAROSA, a partir deste mês de Janeiro de 2023, para além da actualização dos subsídios de refeição e de turnos.
O salário mais baixo da tabela salarial passa a ser 1.109,50€ e o horário de trabalho nos turnos é de 35 horas semanais, conquistadas na contratação colectiva do sector há duas décadas.
Os 499 trabalhadores da SANTOS BAROSA, na Marinha Grande têm contribuído decisivamente para a riqueza que tem sido criada ao longo dos anos.
O aumento dos rendimentos dos trabalhadores é imperioso, possível e determinante para assegurar maior crescimento económico, promover uma mais justa repartição da riqueza, aumentar a produtividade e incentivar a motivação laboral.
A Direcção Nacional da FEVICCOM
23/01/2023
SIM, É POSSÍVEL ALCANÇAR: 140 EUROS DE AUMENTO SALARIAL!
A FEVICCOM fechou o primeiro acordo salarial para 2023 na VERALLIA PORTUGAL, SA
Unidos e organizados com o seu Sindicato, os trabalhadores desta empresa vidreira conquistaram um aumento salarial de 140 euros por mês, a actualização do subsídio de refeição, a atribuição de uma bolsa anual de 500 euros para os filhos que frequentem o ensino superior, para além de outros subsídios e prémios, com manutenção de todos os direitos do Acordo de Empresa.
A partir de 1 de Janeiro, o salário mais baixo da tabela salarial passará a ser 1.260,00€ e o horário de trabalho nos turnos e na laboração contínua é de 35 horas semanais, conquistadas na contratação colectiva do sector desde 2002 (há vinte anos).
Os 246 trabalhadores da VERALLIA PORTUGAL contribuíram decisivamente, em 2021, para as Vendas e Prestação de Serviços superiores a 100 milhões de euros (109.360.588,72€) e para um Resultado Líquido superior aos 18 milhões de euros (18.189.872,68€).
Prevê-se ainda que o valor dos investimentos cresça em 2023, com a obra prevista para o forno II da fábrica, na Figueira da Foz e o investimento na inclusão de painéis fotovoltaicos, para reduzir os custos de energia da empresa.
O aumento dos rendimentos dos trabalhadores é imperioso, possível e determinante para assegurar maior crescimento económico, promover uma mais justa repartição da riqueza, aumentar a produtividade e incentivar a motivação laboral.
A Direcção Nacional da FEVICCOM
17/11/2022
GRANDE ADESÃO À GREVE NA AMORIM FLORESTAL
GREVE DOS TRABALHADORES DA AMORIM FLORESTAL – 1 Junho 2022
Respondendo ao apelo da FEVICCOM, para que os trabalhadores corticeiros fizessem ouvir a sua voz de descontentamento face à insuficiente proposta negocial patronal, para o aumento dos salários, os trabalhadores da Amorim Florestal – Unidade de Ponte de Sor decidiram, em plenário geral, avançar para a greve no próximo dia 1 de Junho, data que coincide com mais uma ronda negocial em Santa Maria de Lamas.
NEGOCIAÇÕES SALARIAIS DO CCT INDÚSTRIA CORTICEIRA
DAR VOZ AO NOSSO DESCONTENTAMENTO!
O momento que vivemos reclama como prioridade o aumento significativo dos salários para recuperação do nosso poder de compra, face a uma inflação dos preços dos serviços e bens essenciais que está a corroer os nossos rendimentos.
Na primeira reunião de revisão salarial do CCT da Indústria Corticeira, no dia 17 de Maio, em Santa Maria de Lamas, a contraproposta patronal ficou-se pelos 17,39€, ou seja, 2,1% sobre o actual salário do Grupo XIV (828,00€) e 5,90€ para o subsídio de refeição durante dois anos.
São 58 cêntimos de “aumento” salarial, por dia,
quando a inflação já atingiu os 7,2% em Abril!
Esta posição patronal, para além de apostar na redução do nosso poder de compra face a uma inflação galopante, persiste em aproximar o nosso salário do salário mínimo nacional!
Estamos perante uma desconsideração aos trabalhadores corticeiros, que justifica e merece uma resposta.
Não podemos continuar a ser lembrados para trabalhar e esquecidos para receber!
A proposta sindical, reformulada, foi de aumento de 60€ nos salários e de 7€ como valor do subsídio de refeição, para além da valorização dos subsídios de turno, de trabalho nocturno e de trabalho nos feriados, 25 dias úteis de férias para todos e a introdução das diuturnidades para os trabalhadores fabris, em função da sua antiguidade na empresa.
É hora de perder a paciência e unir forças
para alcançar melhores salários e afirmar os nossos direitos!
É preciso que as administrações das empresas corticeiras, na próxima reunião de negociações no dia 1 de Junho, sintam o descontentamento que reina no seio dos trabalhadores face à desconsideração e às injustiças laborais e sociais que se vêm acumulando ao longo do tempo.
Este é o tempo de dar a palavra aos trabalhadores para que nos próximos Plenários se façam ouvir a uma só voz pela defesa da sua dignidade, a valorização dos seus salários e a afirmação dos seus direitos.
A FORÇA DA RAZÃO É A RAZÃO DA NOSSA LUTA!
FEVICCOM, 18 Maio 2022
A unidade dos trabalhadores da CIMPOR produz resultados!
FEVICCOM
Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro
Rua Cidade de Liverpool, nº 16 – Pisos 01 e 1 – 1170-097 LISBOA – Tel. 21 881 8585 – Fax: 21 881 8599 – geral@feviccom.pt
Fruto da unidade, da participação dos trabalhadores e da possibilidade de avançarem para a greve ainda em Abril, foi possível chegar ao seguinte resultado na reunião de negociações do AE CIMPOR, no dia 6 de Abril:
- SALÁRIOS:
– 2% com aumento mínimo de 40,00€, de Janeiro a Junho
– 2% com aumento mínimo de 55,00€ (ou seja, mais 15,00€), de Julho a Dezembro
- ANUIDADES:
– 14,80€, até 16 anos (acréscimo de 2,6%)
– 1,90€, mais de 16 anos (acréscimo de 4,3%)
- SUBSÍDIO DE REFEIÇÃO:
– 10,50€ (acréscimo de 2,1%)
- HORÁRIO DE TRABALHO:
– Constituição de um grupo de trabalho com representantes sindicais e da empresa para apresentar conclusões até Setembro de 2022, sobre a uniformização das 37,5h para todos os trabalhadores.
Estas e outras matérias relacionadas com as condições de trabalho serão tratadas nos próximos Plenários de Trabalhadores a realizar:
– 2ª feira, 11 de Abril: CP ALHANDRA – 15h30
– 3ª feira, 12 de Abril: CP LOULÉ – 15h00
– 4ª feira, 13 de Abril: CP SOUSELAS – 15h30
JUNTOS CHEGÁMOS ATÉ AQUI.
Juntos vamos continuar a melhorar as condições de vida e de trabalho.
TODOS AOS PLENÁRIOS!
A Direcção Nacional
7 de Abril de 2022
VISTA ALEGRE ATLANTIS impede reunião sindical
VISTA ALEGRE ATLANTIS impede reunião sindical
Em pleno sec. XXI ainda assistimos infelizmente a atitudes patronais que envergonham o Portugal Democrático. A reboque da pandemia a criatividade patronal para limitar a actividade não tem limites. Estas atitudes só vêm demonstrar que as empresas do grupo Visabeira não lidam bem com a democracia dentro das empresas, e que falta cumprir abril em muitas áreas de actividade na economia nacional.
PATRÕES “MODERNOS” = TÁCTICAS ANTIGAS
CONTRA A PREPOTÊNCIA PATRONAL!
A ACTIVIDADE SINDICAL NÃO É CRIME!
A Luta continua na empresa Santos Barosa
Os trabalhadores da Santos Barosa realizaram mais uma greve, a segunda em cerca de um mês, pelo aumento do salário e melhores condições de trabalho.
Os trabalhadores aderiram novamente de uma forma corajosa e conscientes de que a luta vai continuar até alcançarem os objetivos que têm no seu caderno reivindicativo.
O esforço, a dedicação e o profissionalismo dos trabalhadores têm de ser recompensados de forma digna, tendo em conta os lucros do grupo Vidrala [de que faz parte a Santos Barosa], bem como o esforço e o empenho demonstrados, em especial neste período de pandemia, em que se defende o aumento justo e digno do salário e melhores condições de trabalho.