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Notícias e actualidade

GNR recusa levantar auto de ocorrência na VARANDAS DE SOUSA – NOTA DE IMPRENSA

Quatro trabalhadoras foram hoje impedidas de cumprir o seu horário nas instalações da Varandas de Sousa, em Paredes. De forma a fazer prova, contactaram a GNR que lhes respondeu que, não sendo um crime público, nada tinham a fazer nessa situação, sugerindo às Trabalhadoras que contactassem a ACT.

Esta é uma posição obscena e completamente enviesada, da parte de um organismo público das forças de segurança do país, que devia zelar pelo cumprimento da legalidade e, desta forma, se demite de o fazer.IMG-20211203-WA0002-01

Em todas as situações semelhantes, o SINTAB indica aos Trabalhadores que, apresentando-se para trabalhar e sendo impedidos de o fazer, estando em causa o acesso ao trabalho, direito fundamental dos cidadãos garantido pela Constituição da República Portuguesa, devem contactar as autoridades para que, no local, façam o levantamento do auto de ocorrência que servirá, depois, como prova na denúncia à ACT e nos tribunais.

A recusa de o fazer, por parte da GNR de Paredes, constitui uma aberração e a completa demissão dos princípios fundadores da força de segurança. Como tal, tanto as trabalhadoras como o SINTAB procederão à denúncia deste ignóbil comportamento.

Sobre o impedimento de acesso ao trabalho a quatro trabalhadoras da Varandas de Sousa, em Madalena, Paredes, esta é uma situação que se arrasta desde o início do mês de outubro quando a empresa decidiu, arbitrariamente, alterar os horários de trabalho a 7 trabalhadoras, obrigando-as, às quintas e sextas feiras, a fazer um horário diferente dos restantes dias, pegando e largando mais tarde, o que provoca, junto das Trabalhadoras envolvidas, uma alteração de quotidiano que lhes provoca dano sério na capacidade de conciliação da atividade profissional com a vida familiar.

O SINTAB contactou a empresa, alertando para as inúmeras irregularidades que esta alteração acarretava, desde logo a falta de cumprimento com as obrigações legais de informação e consulta, quer às Trabalhadoras, quer aos seus representantes, bem como a grosseira ilegalidade de alteração do turno de trabalho a meio da semana, sem separação e interrupção por dia de descanso obrigatório.

A empresa não foi sensível às indicações do Sindicato, mantendo-se irredutível na decisão, afirmando apenas que esta seria uma situação provisória por falta de produto para colheita, havendo necessidade de “desviar” estas trabalhadoras para o serviço de laminagem que, alegadamente, teria de se adaptar às características do processo de expedição.

Acontece que esta situação nunca se confirmou, tendo as trabalhadoras sido mantidas, invariavelmente, no serviço de colheita de cogumelos, fazendo o mesmo trabalho de sempre, com o agravo de alteração do horário, por simples capricho da empresa, às quintas e sextas feiras.

Pior ainda, das sete trabalhadoras inicialmente envolvidas restam apenas cinco, sindicalizadas, tendo as não sindicalizadas visto serem atendidos os pedidos de reposição do horário anterior.

Isto fez com que estas cinco Trabalhadoras tenham decidido, hoje, cumprir com o horário que sempre fizeram, desde a abertura da unidade Empresa em Paredes.

Infelizmente, apesar dos esforços do SINTAB em procurar resolver esta situação de forma célere, quer por ofícios enviados à empresa, quer por pedidos de intervenção inspetiva enviados à ACT de Penafiel, as Trabalhadoras vêem-se obrigadas a penar debaixo da injustiça de decisões arbitrárias da empresa, por culpa da inércia das autoridades que as deviam defender, de que é exemplo a atitude agora denunciada da GNR de Paredes.

A empresa “Varandas de Sousa S.A” é a “sobrevivente” do grupo SOUSACAMP, líder de mercado na produção e comercialização de cogumelos frescos, que após insolvência e perdão de dívidas de dinheiro público, por via do BES, foi adquirida pelo Grupo de investimentos CORE CAPITAL em parceria com a SUGAL.

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Greve na NOVADIS poderá provocar oito dias consecutivos de paragem – NOTA DE IMPRENSA

Os Trabalhadores da plataforma logística da NOVADIS, em Canelas, Vila Nova de Gaia, perante a falta de resposta da empresa às suas reivindicações, mandataram o SINTAB para o agendamento de 4 dias de greve, provocando uma paragem de 8 dias na distribuição dos produtos SCC HEINEKEN / SAGRES, entre os feriados de 1 e 8 de dezembro.

Nesse sentido, o SINTAB emitiu pré-aviso de greve para todos os estabelecimentos da empresa no País, para o período referenciado, e promoverá contactos com os Trabalhadores em cada um dos armazéns da NOVADIS em todo o território nacional.257940892_4674077345968969_4152956484645431338_n

Os Trabalhadores reivindicam o fim da discriminação salarial geográfica, opõem-se à imposição do banco de horas negociado entre a associação patronal e a UGT e exigem a integração nos quadros da SCC Heineken, proprietária única da NOVADIS, sendo aplicado o Acordo Coletivo de Trabalho do grupo cervejeiro aos seus vínculos laborais.

A NOVADIS é uma sociedade unipessoal, detida exclusivamente pela SCC HEINEKEN, e é a empresa de distribuição dos produtos da Cervejeira de Vialonga em todo o País.

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VISTA ALEGRE ATLANTIS impede reunião sindical

VISTA ALEGRE ATLANTIS impede reunião sindical

Em pleno sec. XXI ainda assistimos infelizmente a atitudes patronais que envergonham o Portugal Democrático. A reboque da pandemia a criatividade patronal para limitar a actividade não tem limites. Estas atitudes só vêm demonstrar que as empresas do grupo Visabeira não lidam bem com a democracia dentro das empresas, e que falta cumprir abril em muitas áreas de actividade na economia nacional.

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PATRÕES “MODERNOS” = TÁCTICAS ANTIGAS

CONTRA A PREPOTÊNCIA PATRONAL!

A ACTIVIDADE SINDICAL NÃO É CRIME!

 

Greve na Empresa de Cervejas da Madeira

Os Trabalhadores da ECM deliberaram hoje, em plenário, deixar de prestar trabalho suplementar e marcar dois dias de greve para 15 e 16 de dezembro de 2021, caso a empresa mantenha a sua posição de não responder às reivindicações dos Trabalhadores.194331797_1191142231299801_2720207001560391424_n

Nos dois plenários realizados hoje, os Trabalhadores da ECM condenam a contínua posição de inflexibilidade da empresa que, a pretexto da pandemia COVID-19, tem negado discutir aumentos salariais desde há 3 anos, e mesmo os últimos, em 2018, foram absorvidos pela retirada de subsídios que eram pagos desde sempre.

Os Trabalhadores assumiram ainda o compromisso de empenho na participação na ação de distribuição de informação e esclarecimento, promovida pela USAM, para o dia 20 de novembro, nas ruas do Funchal.

Recorde-se que, ao aplicar a revisão do acordo de 2018, a empresa deixou de pagar os subsídios que pagava desde sempre, fazendo com que os aumentos salariais tenham tido impacto nulo.

Já durante o período da pandemia, a empresa tem-se recusado sequer negociar aumentos salariais, tentando remeter qualquer esforço de atualização para 2022, forçando o empobrecimento dos Trabalhadores por via da sua perda de poder de compra e optando por não os premiar pelos resultados que a empresa tem alcançado.

SCC-HEINEKEN / SAGRES – Trabalhadores em greve contra despedimento coletivo

Os trabalhadores da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas vão estar em greve no próximo dia 25 de Novembro, esta é uma das medida de Luta aprovadas pelos trabalhadores que foram surpreendidos com a apresentação de um despedimento colectivo que abrange 48 trabalhadores.IMG-2759 (003)-01

Os trabalhadores e o SINTAB repudiam esta atitude da empresa que em nada se justifica, pois continuará a existir a necessidade destes postos de trabalho, que provavelmente serão passados a empresas de outsourcing. Esta é uma posição que visa apenas aumentar os lucros da empresa e não demonstra qualquer preocupação social com a subsistência das 48 famílias envolvidas.

O SINTAB vai continuar a acompanhar, quer coletivamente, quer individualmente estes trabalhadores e está a estudar a possibilidade de impugnação destes despedimentos.

Como forma de reforço à greve, os trabalhadores vão concentrar-se em protesto no mesmo dia em frente à porta da empresa.

Nota de Imprensa       Pré-aviso de Greve

USNA/CGTP-IN chama GNR por impedimentos à actividade sindical na Amorim Florestal, em Ponte de Sôr

GNR no local 12112021-minNa passada sexta-feira, dia 12 de Novembro, dirigentes sindicais da União de Sindicatos do Norte Alentejano e do STCCMCSCGTP-IN – Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores, Cortiças do Sul e Regiões Autónomas. impedidos de contactarem com os trabalhadores da Amorim Florestal, Unidade de Salteiros, em Ponte de Sôr, chamaram a GNR para levantar um auto por impedimento anti-constitucional à liberdade sindical.

A informação enviada à empresa, nos termos da lei, dava conta da actividade sindical que iria ser realizada nesse dia, dentro da empresa. Também nos termos da lei e recorrendo a um parecer jurídico que confirma o direito ao exercício da liberdade sindical, o STCCMCS informou que o que se pretendia era, sem prejudicar o normal funcionamento da empresa, contactar com os trabalhadores na sua pausa, que tem lugar dentro das instalações da Amorim.

Após ter sido informada da chamada da GNR ao local, a direcção da empresa deu conhecimento aos dirigentes sindicais presentes que tinham autorização mas apenas para permanecer junto à portaria!

O objectivo desta jornada de contacto era o esclarecimento. Pretendia-se dar nota, não apenas da organização de uma manifestação nacional no próximo sábado dia 20 de Novembro, mas também das reivindicações que constam do processo de negociação colectivo que decorre em todo o sector corticeirobem como do seu ponto de situação.

A Amorim Florestal, empresa que à mesa negocial do sector corticeiro tem permanentemente bloqueado uma séria e justa negociação dos salários, o aumento dos dias de férias, a redução da jornada de trabalho semanal para as 35 horas semanais e a atribuição de diturnidades, entre outros direitos, ameaça ainda os trabalhadores que participem em plenários sindicais com a retirada de dias de férias.

Fica assim claro o objectivo de mais uma acção de bloqueio da actividade sindical: tentar ocultar dos trabalhadores da empresa o motivo pelo qual os seus salários não aumentam de forma digna e o papel de empresas com lucros milionários, como é o caso da Amorim, neste bloqueio salarial, evitanto a sua organização para luta.

Estas acções só mostram que as empresas temema organização dos trabalhadores. É por isso que este é o caminho para alcançar a melhoria das condições de trabalho em todos os sectores.

No distrito de Évora elevadíssima adesão à Greve

Manif 20 NovForte adesão à greve nacional da Administração Pública, dá mais força à manifestação nacional em lisboa do próximo dia 20 de Novembro convocada pela CGTP-IN com o lema “Avançar é preciso! Aumento geral dos salários |35 horas para todos |Erradicar a precariedade |Defender a contratação colectiva”.

Os trabalhadores da Administração Pública, central, regional e local, estão a dar a resposta que o governo merece á miséria dos 0,9% de aumento dos salários para 2022, que o governo quer impor aos trabalhadores da Administração Pública, com elevadíssima adesão á Greve Nacional que hoje está a decorrer, convocada pela Frente Comum de sindicatos da Administração Pública.

No distrito de Évora no sector da Saúde e no Hospital do Espírito Santo, nos turnos da noite e da manhã, são várias as valências que se encontram a funcionar só com serviços mínimos, onde os mesmos têm de ser assegurados, sendo a adesão á Greve de 100%. Continuar a ler

GREVE NACIONAL DOS TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

IMG_20211109_192813A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública reafirma o dia 12 de Novembro como de luta pela valorização dos trabalhadores e por melhores Serviços Públicos.

A greve é justificada pela necessidade de dar resposta aos problemas dos trabalhadores da Administração Pública, Regional e Local, cujas respostas e soluções são apontadas na Proposta Reivindicativa Comum para 2022, e sendo assumido pelo governo que está “em plenas funções”, exigem-se-lhe uma resposta efectiva. Continuar a ler