Os trabalhadores da empresa Cerâmica Dominó continuam em greve por aumentos salariais dignos e melhores condições de trabalho.
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TRABALHADORES DA DOMINÓ – INDÚSTRIAS CERÂMICAS EM GREVE DIAS 6, 7 E 9 DE JUNHO
Os trabalhadores da DOMINÓ consideram que cumprem as tarefas que lhes são distribuídas com elevado zelo e profissionalismo.
Este empenho e dedicação não encontram correspondência na atitude da administração relativamente à valorização dos salários que são claramente insuficientes para fazer face ao aumento do custo de vida.
06 de Junho de 2023
Conquistado o maior aumento salarial dos últimos anos na CIMPOR!
Fruto da unidade, da elevada participação, intervenção e disponibilidade dos trabalhadores para a luta, ao longo de todo o processo negocial, os recentes plenários mandataram a FEVICCOM para assinar no dia 12 de Abril a revisão salarial do Acordo de Empresa (AE CIMPOR) para este ano.
Esta revisão consagra um primeiro aumento intercalar de 4% acrescido de mais 4% com aumentos mínimos sobre os salários praticados de 90 Euros no 1º semestre de 2023 e de 110 Euros no 2º semestre, para além de 8% nas cláusulas pecuniárias.
Desta forma, na variação entre a última tabela publicada em 2022 e a tabela a publicar em 2023, verifica-se que:
No nível intermédio (Nível 8), o aumento salarial mensal será de:
142 Euros no 1º semestre de 2023 e 162 Euros no 2º semestre,
evoluindo dos 1.308,00€ para os 1.470,00€, ou seja, +12,4%.
O aumento salarial mais baixo (Nível 1) será de 126 Euros e o mais elevado (Nível 15) será de 292 Euros.
As restantes matérias pecuniárias terão acréscimos entre os 8% e os 12,2%:
– Subsídio de Refeição; Subsídio de Prevenção; Anuidades; Subsídios de Trabalhador-Estudante: aumento de 8%;
– Subsídio de Transporte: aumento mensal de 5 Euros (11,6%);
– Subsídios de turno: aumento de 12,2% na laboração contínua (fixando-se nos 457,50€).
As actualizações serão processadas neste mês de Abril, com retroactivos a 1 de Janeiro de 2023 e publicadas em breve no Boletim de Trabalho e Emprego (BTE).
JUNTOS, ACREDITÁMOS!
UNIDOS, CONQUISTÁMOS!
A Direcção Nacional da FEVICCOM
13 de Abril de 2023
A LUTA CONTINUA NA SILICÁLIA!
SEGUNDO DIA DA GREVE NA SILICÁLIA
GREVE NA SILICÁLIA
TRABALHADORES DA SILICÁLIA VOLTAM À GREVE
Para demonstrar a sua indignação e dar força à reivindicação, os trabalhadores da SILICÁLIA PORTUGAL, S.A. – Indústria e Comércio de Aglomerados de Pedra, S.A. em Abrantes, decidiram avançar para mais uma greve.
– Início às 22h00 do dia 13 de Março de 2023 e fim às 24h00 do dia 14 de Março de 2023
– Início às 22h00 do dia 15 de Março de 2023 e fim às 24h00 do dia 16 de Março de 2023.
Os objectivos são claros:
A Direcção do STCCMCS
13/03/2023
Comunicado aos trabalhadores da CIMPOR
CONTRA FACTOS, NÃO HÁ ARGUMENTOS!
Face ao comunicado da Direcção de Recursos Humanos da Cimpor de 22/02/2023 acerca da negociação do AE, vamos ao que interessa:
- A empresa teve no ano de 2021 um Resultado Líquido de 35,4 milhões de euros, o mais elevado dos três últimos anos. Por isso, não falta dinheiro para o aumento dos salários.
- Perante a elevada inflação, a redução do poder de compra e o descontentamento dos trabalhadores face à forma como foram distribuídos os lucros em 2022, a empresa sentiu a necessidade de processar 4% sobre os salários.
- Este valor foi aplicado apenas a partir de Julho limitando-se a mitigar parte do impacto da inflação verificada.
- Objectivamente, a proposta apresentada pela empresa para este ano é de 3,9% sobre os salários actualmente praticados.
- Ou seja, a partir de Janeiro de 2023, os trabalhadores não teriam um acréscimo mínimo de 110€, mas apenas uma actualização de 3,9% que pode significar, nuns casos, 40€, noutros 50€ e eventualmente noutros, 60€, mensais.
- Esta é uma proposta baixa para quem produz muito.
Se a Cimpor considera que os seus trabalhadores trabalham bem, então não tem de lhes pagar mal. Por isso, exigimos que a empresa responda positivamente às propostas sindicais.
- Quanto ao que se verifica nas mesas negociais de outras empresas, a Cimpor deve-se preocupar mais com aquilo que se passa cá e menos com o que acontece lá. Se o fizer, por certo, ultrapassará a actual situação.
- Nos processos negociais conduzidos pela FEVICCOM, os trabalhadores são quem mais ordena. São eles que constroem as reivindicações e têm voz determinante nas decisões.
Reafirmamos a nossa disponibilidade para uma negociação que assegure uma justa solução.
Compete agora à empresa dar os passos necessários para que tal aconteça.
A Direcção Nacional
23 de Fevereiro de 2023
ACORDO NEGOCIAL ENTRE A FEVICCOM E A SECIL COM AUMENTOS SALARIAIS ENTRE OS 110€ E OS 180€
As negociações para revisão do Acordo de Empresa (AE) iniciaram-se no final de Agosto de 2022 com uma grande participação dos trabalhadores em todos os plenários e a firme determinação de recorrerem à luta para defenderem as suas justas reivindicações.
O acordo agora estabelecido entre a FEVICCOM e a SECIL fixou-se entre o mínimo de aumento salarial de 110,00€ e o máximo de 180,41€.
Desta forma, na tabela salarial deste ano de 2023 o salário mais baixo passa a ser 1.061,54€ e o mais alto será 3.584,42€.
Para além dos aumentos salariais, serão também actualizados os valores das anuidades, subsídio de refeição, subsídio de turno, subsídio de apoio escolar e subsídio por nascimento ou adopção de filho/a.
O acordo é válido para o ano de 2023, para a Secil e para a Cimentos Madeira e as actualizações serão processadas neste mês de Fevereiro com retroactivos a Janeiro de 2023.
O aumento dos salários dos trabalhadores é imperioso, possível e determinante para assegurar maior crescimento económico, promover uma mais justa repartição da riqueza, aumentar a produtividade e incentivar a motivação laboral.
A Direcção Nacional da FEVICCOM
14/02/2023
09 DE FEVEREIRO 2023 – FOI O DIA NACIONAL DE INDIGNAÇÃO, PROTESTO E LUTA
A FEVICCOM, além do acompanhamento dos trabalhadores em greve nas empresas, também esteve presente nos desfiles nas diversas capitais de distrito neste Dia Nacional de Indignação, Protesto e Luta, promovido pela CGTP-IN.
Com greves e paralisações em diversos sectores de actividade e, também, protestos com desfiles de trabalhadores e pensionistas pelas ruas das cidades de norte a sul do país, que provocaram constrangimentos na indústria, saúde, educação e serviços da administração pública.
Milhares de trabalhadores mostraram a sua indignação e capacidade de luta marcando presença nas Praças da Indignação de várias cidades do país contra o aumento do custo de vida e pelo aumento dos salários.
A Direcção Nacional da FEVICCOM-Federação dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro
10/02/2023