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Notícias e actualidade

HOTEL BETA PORTO CONTINUA A NÃO PAGAR OS SALÁRIOS PONTUALMENTE

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O Hotel Beta Porto ainda não pagou a totalidade do salário de janeiro aos trabalhadores.

O hotel tem uma boa ocupação, como aliás as demais unidades hoteleiras do Porto.

A empresa continua a pagar o salário mensal às prestações, mantendo uma grande insegurança aos trabalhadores, que nunca sabem quando vão receber o salário e poder fazer face às suas despesas pessoais e familiares.

Esta prática da empresa torna a vida dos trabalhadores num autentico inferno e representa uma flagrante ilegalidade e falta de respeito pelos direitos mais elementares dos trabalhadores, como é o de receber pontualmente o salário.

Além disso, a empresa continua a não respeitar outros direitos dos trabalhadores, como o pagamento do trabalho em dia feriado com um acréscimo de 200%, conforme determina o contrato coletivo de trabalho.

A empresa também não pagou os retroativos da nova tabela salarial que foi publicada no Boletim do Trabalho e Emprego em junho, com efeitos a 1 de abril, pois a empresa só começou a pagar os novos salários em outubro.

Por outro lado, a ACT, que conhece a situação há meses, ainda não atuou na empresa, o que confirma as queixas sindicais de total abandono a que a ACT votou o setor, sendo, por isso, responsável pelo clima de impunidade geral existente.

Porto, 18 de fevereiro de 2019

Forte adesão à greve dos trabalhadores da Administração Pública no distrito de Portalegre

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Numa tribuna pública realizada hoje, junto ao plátano no Rossio em Portalegre, os coordenadores dos sindicatos da Administração Pública, SPZS – Sindicato dos Professores da Zona Sul, STAL – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, Empresas Concessionárias e Afins e STFPSSRA – Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas anunciaram os dados de adesão à greve no distrito de Portalegre recolhidos até então. No distrito de Portalegre foi visível o elevado nível de adesão à greve convocada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública da CGTP-IN.

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Mais de 27 escolas sem actividade lectiva, com forte impacto na cidade de Portalegre onde estiveram fechados todos os estabelecimentos de ensino, do pré-escolar ao secundário.

Centros de saúde encerrados como foi o caso do Centro de Saúde do Crato onde todos os trabalhadores da administração pública e enfermeiros aderiram à greve.

No sector da administração local em várias autarquias a adesão dos trabalhadores foi superior a 60%, designadamente no sector operacional, tendo conduzido à paralisação do serviço de transporte colectivo da cidade de Portalegre, da recolha de resíduos nos conselhos de Avis e Nisa, dos serviços de atendimento ao público em vários municípios, como Avis e Campo Maior e de piscinas e pavilhões como foi o caso do Município do Crato.

A adesão dos enfermeiros foi também significativa no distrito de Portalegre, superior a 60%.

O descontentamento dos trabalhadores da administração pública no sector da saúde foi visível na significativa adesão a esta greve nos hospitais do distrito.

A União dos Sindicatos do Norte Alentejano (USNA/CGTP-IN) condena os bloqueios verificados ao exercício do direito constitucional à greve, que se verificam nos casos de substituição de trabalhadores efectivos em greve por outros a esgotar desemprego, com contratos de emprego e inserção, no Agrupamento de Escolas de Ponte de Sor e na recolha de resíduos no Município de Crato.

A USNA saúda os trabalhadores da administração pública que estiveram hoje em greve na nossa região, em luta por melhores salários e condições de trabalho, por uma aposentação justa, pela contratação de mais trabalhadores, contra a precariedade, pela recuperação e valorização das suas carreiras.

Todos somos parte desta luta, pela dignificação dos serviços públicos.

23 DE FEVEREIRO – Encontro dos Trabalhadores das Pedreiras – 17h – Albarróis

O STCCMCS-Sindicato dos Trabalhadores da Cerâmica, Construção, Mármores e Cortiças do Sul, vai realizar um ENCONTRO DE TRABALHADORES DAS PEDREIRAS no próximo dia 23 de Fevereiro pelas 17h no Centro de Convívio de ALBARRÓIS.

Esta importante iniciativa tem como principal objectivo o esclarecimento e debate sobre as seguintes matérias:

-O acesso à reforma antecipada no sector;

-Ponto de situação das negociações salariais para 2019;

-As condições de trabalho nas pedreiras.

APELAMOS À PARTICIPAÇÃO DE TODOS!

23 fev

 

Segundo dia de Greve no C.A. da Fidelidade em Évora

Luta fidelidadeOs trabalhadores do centro de atendimento da Fidelidade deslocaram-se hoje a Lisboa em greve para reivindicar os seus direitos em frente ao edifício da Fidelidade.
Após várias tentativas de negociação entre o sinapsa e a fidelidade, e esta por sua vez, brincar ao jogo do empurra para a empresa de trabalho temporário, estes trabalhadores decidiram avançar para a greve, sendo este o primeiro dia de 4 dias de greves marcadas para o mês de Fevereiro. Continuar a ler

GRUPO PESTANA RECUSA AUMENTOS SALARIAIS PARA 2019

A FESAHT apresentou ao grupo Pestana uma proposta de aumentos salarias para os trabalhadores das Pausadas de Portugal de 4%, no mínimo 40 euros e 650 euros como valor mínimo na tabela salarial.

O grupo Pestana não apresentou qualquer contraproposta salarial nos prazos legais.

Ontem, realizou a primeira reunião de negociações e o grupo Pestana declarou que não é sua intenção atualizar os salários dos trabalhadores das pousadas em 2019, alegando que foram atualizados em 2018, com efeitos a 1 de julho e que, por isso, não houve aumento da inflação para justificar qualquer aumento salarial.

Ora, ao contrário do que diz o grupo Pestana, houve mesmo aumento da inflação neste período e, para além disso, a proposta sindical visa recuperar a enorme perda do poder de compra perdido ao longo dos 10 anos (2008/2018), em que não houve quaisquer aumentos ou estes foram manifestamente insuficientes e, por último, visa também repartir minimamente os ganhos obtidos nos últimos cinco anos de grande crescimento sucessivo do setor.

As Pousadas de Portugal foram as unidades hoteleiras que mais cresceram neste período, quer nas dormidas, quer nas receitas, sendo que as receitas subiram muito mais que as dormidas, o que demonstra ter havido subida significativa de preços.

Esta posição radical do grupo Pestana é uma afronta aos trabalhadores, pois os salários praticados pelo grupo são muito baixos, revela a política miserabilista e exploradora que o maior grupo económico hoteleiro português tem e o seu desprezo pelos trabalhadores, que todo os dias contribuem para a boa qualidade de serviço, o crescimento de dormidas, de camas e de unidades hoteleiras.

Face à posição incompreensível e inaceitável do grupo Pestana, os sindicatos vão realizar plenários para analisar a situação com os trabalhadores e decidir as medidas a tomar.

Porto, 6 de fevereiro de 2019

Início da Greve no C.A. da Fidelidade em Évora

51356400_1150309238506405_428262815560630272_nOs trabalhadores do centro de atendimento da Fidelidade deslocaram-se hoje a Lisboa em greve para reivindicar os seus direitos em frente ao edifício da Fidelidade.

Após várias tentativas de negociação entre o sinapsa e a fidelidade, e esta por sua vez, brincar ao jogo do empurra para a empresa de trabalho temporário, estes trabalhadores decidiram avançar para a greve, sendo este o primeiro dia de 4 dias de greves marcadas para o mês de Fevereiro. Continuar a ler

GRUPO TRIVALOR DERROTADO NOS FERIADOS

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As empresas Gertal e Itau do grupo Trivalor, que exploram cantinas, refeitórios e bares concessionados, aproveitando-se da Lei 23/2012 do Governo PSD/CDS que suspendeu as normas da contratação coletiva relativamente ao pagamento do trabalho em dia feriado, deixaram de pagar o trabalho em dia feriado de acordo com a contratação coletiva.

Quando em janeiro de 2015 a Lei deixou de vigorar, estas empresas não retomaram o pagamento do trabalho em dia feriado com o acréscimo de 200% como determina o CCT e passaram a pagar apenas 100%, ou seja, para um salário de 600 euros, em lugar de pagarem 55,40 euros, pagavam apenas 27,70 euros.

Durante seis anos e meio, os trabalhadores, apoiados pelo sindicato, realizaram greves ao trabalho em dia feriado nos diversos hospitais da região Norte, mas também noutras empresas como a RTP Porto e Petrogal.

Para além das greves, os trabalhadores realizaram concentrações e denúncias públicas, à porta dos hospitais, designadamente de Viana do Castelo, Famalicão, Penafiel, Braga, Pedro Hispano, Santo António e Prelada, bem como à porta da RTP Porto.

Por outro lado, foram feitas várias denúncias à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e, por esta entidade não atuar de acordo com as suas atribuições e competências, foram realizadas ações de protesto à porta da delegação da ACT do Porto e da sede da ACT em Lisboa, tendo sido depois levantados alguns autos de notícia, que culminam em condenações no Tribunal do Trabalho e no Tribunal da Relação.

Este mês, forçados pela luta dos trabalhadores, o grupo Trivalor e as suas empresas Gertal e Itau, passaram a cumprir as normas da contratação coletiva e a pagar o trabalho em dia feriado com um acréscimo de 200%.

Valeu a pena lutar!

Porto, 30 de janeiro de 2019

comunicado

ComImp7 Grupo Trivalor