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Notícias e actualidade

MARCHA SOLIDÁRIA CONTRA OS DESPEDIMENTOS ILEGAIS – 19 de Janeiro

A FEVICCOM/CGTP-IN apela à participação activa de todos os seus dirigentes, delegados e activistas sindicais, e de todos os que se queiram juntar na Marcha Solidária contra os despedimentos ilegais promovida pelo Sindicato dos Operários Corticeiros do Norte, que se realiza no próximo sábado pelas 9.30h em Santa Maria de Lamas

 

ABAIXO DEIXAMOS O OFÍCIO DA CGTP-IN SOBRE A REFERIDA INICIATIVA:

Camaradas,

Como sabeis a Cristina Tavares, trabalhadora da empresa Corticeira Fernando Couto, em Santa Maria de Lamas, também delegada sindical do Sindicato Operário dos Corticeiros do Norte, depois de despedida e reintegrada, por decisão judicial, foi novamente despedida depois de o seu sindicato ter denunciado publicamente a forma como foi violentamente tratada pelo patrão, após a reintegração.

 Estamos na presença de um patrão fascista, que insiste em despedir uma trabalhadora e delegada sindical, violando grosseiramente a lei, e não olhando a meios para humilhar, assediar, perseguir e reprimir.

 Temos de ser solidários com a Cristina e denunciar, mais uma vez, o comportamento inaceitável do seu patrão, reaccionário e fascista.

 Neste sentido, apelamos ao MSU, designadamente dos distritos de Aveiro, Coimbra e Porto, para que manifeste a sua solidariedade para com esta trabalhadora, participando na Marcha de Solidariedade que o Sindicato Operário dos Corticeiros do Norte vai realizar, no próximo sábado, 19 de Janeiro, das 09:30 às 11:00 horas, entre o Parque de Santa Maria de Lamas e a APCOR (Associação Patronal da Cortiça), pela defesa dos direitos, liberdades e garantias constitucionais, pelo emprego e contra os despedimentos.

 Apelamos, ainda, para que sejam enviadas à APCOR posições de repúdio pelo comportamento inaceitável do patrão.

 Pela dignidade, contra o assédio e a repressão!

 Saudações Sindicais,

Departamento de Acção Reivindicativa e Contratação Colectiva/CGTP-IN

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Acidente de BORBA – FEVICCOM ouvida em audição na Assembleia da República

A FEVICCOM/CGTP-IN através de uma delegação composta por Nuno Gonçalves do Secretariado da Federação  e do STCCMCS , José Claréu dirigente da União dos Sindicatos de Évora e João Franco delegado sindical do STCCMCS, foi ouvida no decorrer da passada semana na Comissão Parlamentar de Economia da Assembleia da República, sobre o colapso da Estrada 255 em Borba e sobre as  condições de trabalho e segurança dos trabalhadores das pedreiras a nível nacional, no seguimento de requerimento apresentado por iniciativa do PCP.
Nesta iniciativa, para além de diversas questões, a Federação partilhou junto da referida comissão o conhecimento existente do trabalho desenvolvido no terreno e afirmou que é necessário uma maior valorização do trabalho e destes trabalhadores, bem como a urgente implementação de medidas concretas em matéria de prevenção de acidentes de trabalho. Antes que seja “novamente” tarde, a Prevenção é a Solução!

AUDIÇAO AR

COMEMORAÇÕES do 85º ANIVERSÁRIO do 18 de Janeiro na MARINHA GRANDE

O STIV-Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira, realizará diversas iniciativas comemorativas, integradas no 85º aniversário do 18 de Janeiro-DIA DO VIDREIRO, data na qual se celebra a revolta dos operários vidreiros da Marinha Grande contra a ditadura, a miséria, a fome e a falta de liberdade. Durante algumas horas no dia 18 de JANEIRO DE 1934, a classe operária bem organizada e consciente tomou o poder e respirou-se liberdade.
A FEVICCOM convida todos os trabalhadores, dirigentes e activistas sindicais dos vários sectores a participar nas diversas iniciativas comemorativas do 18 de Janeiro.

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GREVE CONTRA A LABORAÇÃO CONTÍNUA PÁRA MATUTANO

Após a greve do passado dia 21 de Dezembro, os trabalhadores da empresa Matutano, no Carregado, voltaram à greve no dia de hoje.

Esta greve que foi convocada pela FESAHT e que contou uma expressiva adesão por parte dos trabalhadores, teve os seguintes fundamentos:

– Oposição dos trabalhadores à alteração unilateral dos horários de trabalho, bem como à imposição do regime de laboração contínua;

– Por aumentos salariais justos e dignos.

As estruturas sindicais filiadas na FESAHT estiveram, mais uma vez, ao lado dos trabalhadores da Matutano nesta sua justa luta.

 

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Novo ano começa e a confiança na luta dos trabalhadores renova-se! A União dos Sindicatos do Norte Alentejano deseja a todos um excelente ano de 2019!

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O ano de 2018 foi um ano de intensificação da luta dos trabalhadores de todos os sectores.

Estiveram em luta pela valorização dos seus salários, melhoria das suas condições de trabalho, pelo direito à contratação colectiva, contra a precariedade. Manifestaram-se em unidade em junho e em novembro enchendo as ruas de Lisboa aos milhares. Uniram-se em torno dos problemas da juventude trabalhadora, lutaram pela igualdade. Construíram uma jornada de luta em torno dos problemas concretos de cada sector e local de trabalho e dos problemas do país no 1º de Maio. Denunciaram os atropelos aos seus direitos e aderiram às greves convocadas pelos seus sindicatos de classe, dando visibilidade às suas reivindicações.

No distrito de Portalegre, o ano de 2018 foi um ano de contacto permanente com os trabalhadores de dezenas de locais de trabalho e de resolução de problemas. Foi o ano em que elegemos a Amorim Florestal em Ponte de Sôr como a pior empresa do ano de 2018, porque é um exemplo de como é mal feita a distribuição da riqueza em Portugal, com lucros de milhões a reverterem em baixo aumentos salariais para os trabalhadores que justificam esses lucros, é um exemplo de como se tenta deixar a CGTP-IN à porta da empresas, bloqueando através do medo a intervenção sindical e é ainda um exemplo de como postos de trabalho permanentes são, através de empresas de trabalho temporário, ocupados com trabalhadores com vínculos de trabalho precários.

No ano de 2019 muitos serão os desafios colocados ao movimento sindical de classe, no país e no nosso distrito. Defender o que conquistamos e ir mais longe, melhorar as condições de vida dos trabalhadores, defendendo a sua dignidade e o direito ao emprego com direitos são os nossos objectivos para 2019. No nosso distrito, continuaremos a lutar pelo desenvolvimento da nossa região, um desenvolvimento que terá de passar por serviços públicos de qualidade para todos, vias de comunicação seguras, mais emprego com direitos e sobretudo por melhores salários, vínculos laborais mais estáveis, horários e condições de trabalho dignos.

Num ano que será com certeza de luta e de participação cívica, com 3 processos eleitorais (eleições para o Parlamento Europeu, para a Assembleia Legislativa da Madeira e para a Assembleia da República) iremos realizar o 11º Congresso da União dos Sindicatos do Norte Alentejano, no dia 22 de Fevereiro, no espaço Robinson em Portalegre, com a presença do Secretário-Geral da CGTP-IN, Arménio Carlos. Um momento de balanço e discussão, de reforço da nossa organização e de construção da base da intervenção do movimento sindical no distrito de Portalegre, um intervenção que se quer constante, no sentido da melhoria da vida dos trabalhadores do Norte Alentejano.

 

Suspensão da Greve de 2 de Janeiro no C. A. Fidelidade em Évora

resize_imagemFace à possibilidade de estarem finalmente criadas as condições que permitam a discussão das reivindicações dos trabalhadores do Centro de Atendimento, através de conversações mediadas pela FIDELIDADE, a Direcção do SINAPSA decidiu suspender a Greve decretada para o dia 2 de Janeiro de 2019 e convocar todos os trabalhadores do Centro de Atendimento da FIDELIDADE em Évora para Plenário a realizar nesse mesmo dia, pelas 10h30. Continuar a ler

Greve dia 2 Janeiro no C. A. Fidelidade em Évora

IMG_20181224_165641No passado dia 21 de Dezembro o SINAPSA realizou-se um plenário no centro de atendimento da Fidelidade em Évora. Um plenário que contou com uma grande determinação e unanimidade dos trabalhadores que afirmaram a necessidade de avançar para a greve dia 2 de Janeiro, sendo que às 10H30 desse dia os trabalhadores realizarão um plenário à porta da empresa para decidirem a continuidade da luta. Continuar a ler

UM MÊS DEPOIS DE BORBA – O QUE MUDOU?

UM MÊS DEPOIS DE BORBA, O QUE MUDOU?

Faz precisamente hoje um mês do trágico acidente que vitimou cinco pessoas em Borba, entre elas, dois trabalhadores do sector dos Mármores que se encontravam a trabalhar, para além das três pessoas que circulavam na Estrada Municipal 255 que atravessava duas pedreiras, onde a pedra foi explorada até para lá do limite do razoável, fruto da ânsia do lucro por parte de algumas empresas, relegando para último plano, a segurança e saúde de trabalhadores e terceiros.
 Este sempre foi um sector de enorme penosidade e de elevado risco, para quem dele retira os seus rendimentos do trabalho e dele depende para viver. A realidade com que fomos confrontados pôs a nu a enorme falta que existe de investimento em matéria de prevenção de riscos e acidentes de trabalho.
A variada legislação existente neste sector, refere variadíssimas vezes, nos seus preâmbulos, a importância que este sector tem para a economia, para as exportações, para as regiões onde desenvolve a actividade.
Mas em que peso e em que medida, é que no terreno, são implementadas todas as medidas de avaliação e de gestão de riscos, de forma a uma melhor prevenção de acidentes de trabalho?
Com este acidente, tornou-se evidente o forte desmantelamento que tem existido ao nível de serviços e funções do Estado e a realidade curta que existe em meios humanos e materiais, de quem tem como função fiscalizar e regular este importante sector de actividade com a importância que ele tem para o país e para a região.
 Em conferência de imprensa, então realizada pela FEVICCOM/CGTP-IN foi questionado, face ao anúncio pelo Governo de ordenar “uma inspecção ao licenciamento, exploração, fiscalização e suspensão de operação das pedreiras situadas na zona onde ocorreu o acidente”, quais as entidades com competências e que vertentes estariam a ser fiscalizadas, uma vez que são várias as entidades com competências de fiscalização nestas matérias (ASAE, IGAOT, ACT).
Face ao anúncio do Ministério do Ambiente, nessa mesma tarde, de várias medidas, entre elas, a de alargar esse levantamento da situação em que se encontram as pedreiras, a nível nacional até final do ano e disponibilizar valores para a recuperação de pedreiras abandonadas.
Apesar de ser um passo, que importa concretizar, constatamos que o conhecimento da realidade deste sector de actividade é fraco, incipiente e pouco fidedigno, por parte da DGEG e pelo Ministério que tutela.
É necessário que esse levantamento seja efectivamente realizado a nível nacional e abranja todo o universo das pedreiras, independentemente da sua situação e que sejam tornados públicos esses resultados.
 Lamentamos e achamos insuficiente que, um mês depois do acidente e das medidas anunciadas, tenha apenas sido dado destaque às pedreiras abandonadas, com um levantamento pouco visível na região, para além da introdução de sinalização e circulação alternada em algumas vias.
O que se exige é uma fiscalização concreta e eficaz às pedreiras activas e uma análise aos Planos de Lavra e aos Planos de Segurança e Saúde (cuja responsabilidade de elaboração e actualização cabe às empresas detentoras das licenças de exploração), como instrumento para a prevenção e promoção de medidas em matéria de Segurança e Saúde no Trabalho para os trabalhadores.
 A Direcção Nacional da FEVICCOM, reunida hoje, face às insuficientes medidas conhecidas no terreno, reitera que é de extrema importância a assunção de intervenções específicas pelos vários serviços centrais do Governo com responsabilidades neste sector e que desenvolverá todas as diligências necessárias no sentido da realização das reuniões já solicitadas pela Federação, com carácter de urgência, ao Ministério do Ambiente (que tutela a DGEG) e ao Ministério do Trabalho (que tutela a ACT), até hoje sem resposta.
 Lisboa, 19.12.2018

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