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Notícias e actualidade

Trabalhadores do Distrito de Évora participam na Manifestação da CGTP-IN em Lisboa

Évora na Manifestação 15 Out. em LisboaMilhares de trabalhadores na rua Sob o lema “Aumentos dos salários e pensões emergência nacional! Contra o aumento do custo de vida e o ataque aos direitos”, milhares de trabalhadores estiveram, esta tarde, nas ruas de Lisboa e do Porto, mostrando o seu descontentamento e a luta organizada, vinda dos locais de trabalho, unidos e com a confiança de que é possível, urgente e necessário o aumento geral dos salários e das pensões como elementos determinantes para avançar na valorização do trabalho e dos trabalhadores e na construção de um novo modelo de desenvolvimento do país. Continuar a ler

Uniões de Sindicatos de Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Setúbal organizam um Roteiro para assinalar os 60 anos da conquista das 8h de trabalho pelos trabalhadores do campo do Alentejo e do Ribatejo

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Há 60 anos, os trabalhadores do campo do Alentejo e Ribatejo protagonizaram uma jornada de luta que envolveu mais de 100 mil trabalhadores, em greves históricas, que decorreram em mais de ⅓ do território nacional.

Esta luta pelo direito a ter tempo para viver é, ainda hoje, uma das mais centrais e actuais de todos os trabalhadores.

Em vários locais de trabalho, em diferentes sectores, desde a Indústria à Agricultura, passando pelos serviços, hotelaria e turismo, os trabalhadores vivem diariamente, uma ofensiva que tem como objectivo desregular os horários de trabalho, prolongar as suas jornadas, roubando-lhes tempo de vida, de convívio familiar e de emancipação social. A estas ofensivas, os trabalhadores, com o apoio dos sindicatos de classe da CGTP-IN, têm respondido com organização, unidade, resistência e luta, tal como há 60 anos atrás.

É esta necessidade, de continuar a resistir ao ataque aos horários de trabalho, que levaram as Uniões de Sindicatos dos distritos de Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Setúbal a organizar um Roteiro para assinalar os 60 anos da conquista das 8h de trabalho pelos trabalhadores do campo do Alentejo e do Ribatejo.

Este Roteiro consistirá em plenários, jornadas de contacto e tribunas públicas, em locais de trabalho onde os trabalhadores estão a desenvolver processos de denúncia, resistência e luta contra a alteração, desregulação e prolongamento das suas jornadas de trabalho, através de instrumentos como o banco de horas e outros.

Este Roteiro tem início esta quinta-feira, dia 6/10, no distrito de Santarém, onde os Sindicatos vão desenvolver acções nas empresas Renova (Torres Novas), Panpor (Rio Maior) e Monliz (Alpiarça), organizando ainda uma tribuna pública na cidade de Santarém, no Largo Cândido dos Reis; passará pelo distrito de Portalegre na quinta-feira seguinte, dia 13/10, onde os Sindicatos vão organizar acções nas empresas SNEF (Elvas), Hotel S. João de Deus (Elvas) e Hutchinson (Campo Maior), terminando com uma tribuna pública em Ponte de Sôr; pelo distrito de Évora no dia 20/10; pelo distrito de Setúbal (litoral Alentejano), no dia 27/10; e no dia 26/10, no distrito de Beja, o Roteiro contará com a participação da Secretária-Geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha.

Mobilização e Luta no distrito Évora

A situação dos trabalhadores, das famílias, dos reformados e pensionistas, enfrenta um agravamento brutal. Primeiro à boleia da pandemia, agora com as sanções e a guerra, o que está em marcha é uma tentativa de assalto aos direitos e aos salários, às pensões e aos serviços públicos.

O exige medidas imediatas para aumentar os salários e pensões, travar a especulação, a degradação das condições de vida e a exploração, proteger e reforçar os serviços públicos e as funções sociais do Estado. Continuar a ler

QUANDO AMANHECERÁ, CAMARADAS?

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É este o título do livro editado pelo STIV – Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira ilustrado com a história documental, ilustrações e fotos do 18 de Janeiro de 1934.

A apresentação pública decorreu no passado dia 30 de Setembro, na Marinha Grande perante uma plateia com mais de uma centena de participantes, com intervenções sindicais e testemunhos de luta, para além de um momento cultural com poesia e a Exposição alusiva instalada no local.

QUE VIVA O 18 DE JANEIRO!

 

Parabéns CGTP-IN | 52 anos com os trabalhadores

52-anos-webO dia 1 de Outubro de 1970, constituiu um marco de grande significado no percurso do movimento operário e sindical, força de progresso social e de emancipação dos trabalhadores.

Tendo como princípios a unidade, a democracia, a independência, a solidariedade e o sindicalismo de classe e de massas, a CGTP – Intersindical Nacional, constituída a partir da base pelos trabalhadores e para os trabalhadores, teve uma intervenção relevante na resistência ao fascismo, na luta pela liberdade, a democracia, os direitos laborais e sociais e a instauração e consolidação da Revolução de Abril.

Esta é a história daquilo que somos e de onde vimos – a história que evoca vidas de luta e sobrevivência, a história que traz à memória sacrifícios de gente que resistiu às amarguras do tempo.

Esta é a história da força e das raízes da coragem que deixaram marca.

Esta é a História de luta que não se pode perder.

É a história da CGTP -INTERSINDICAL NACIONAL na Unidade a Força dos trabalhadores!

 

Trabalhadores dos Silos de Leixões em greve ao trabalho suplementar

Os Trabalhadores dos SILOS de LEIXÕES reuniram-se em plenário e decidiram declarar greve a todo o tipo de trabalho suplementar por tempo indeterminado.

Esta é uma ação de protesto que se enquadra na luta destes Trabalhadores pelo direito à contratação coletiva, depois de a empresa ter feito caducar a anterior e se opor à aplicação de qualquer outra ou à negociação de nova.

Por essa via, a empresa, que já pagou a prestação de trabalho suplementar, em dia des descanso ou feriado, com acréscimo de 200%, ou seja, o triplo do valor normal, remete-se agora à aplicação do Código do Trabalho que apenas determina o acréscimo de 50% do valor hora normal.

É importante lembrar que a empresa SILOS DE LEIXÕES esteve 12 anos sem processar qualquer aumento salarial, descaracterizando por completo o poder de compra destes trabalhadores.

Os Trabalhadores decidiram ainda manter a luta reivindicativa por melhores salários e melhores condições de trabalho, aproveitando o mês de ação e luta definido pela CGTP que culmina com a manifestação nacional, em Lisboa e no Porto, no dia 15 de outubro.

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