Apesar de várias reuniões e da nossa insistência numa resposta escrita fundamentada sobre as razões objectivas para que um grupo de cerca de 40 enfermeiros estejam com menos pontos do que deviam, o hospital de Évora não responde ao SEP. Continuar a ler
Arquivo da Categoria: Notícias
Fim à agressão – Fim à ocupação na Palestina
Realizou-se hoje dia 17 Maio 2021 uma acção de solidariedade do CPPC e a USDE/CGTP-IN, na Pc. Luis de Camões em Évora e que contou com a participação de centenas de pessoas, onde Mariana Recto membro da Comissão Executiva da USDE/CGTP-IN e em seu nome condenou os actos de violência contra o povo palestino.Trabalhadores das Cantinas e Refeitórios em Greve
Solidariedade com a Palestina em Évora
20 DE MAIO DIA NACIONAL DE LUTA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
O Sindicato Nacional dos trabalhadores da Administração Local (STAL) vai ter Greve Nacional no dia 20 de Maio dia nacional de luta da Administração Pública.
Estamos fartos do silêncio do governo PS sobre as nossas propostas, que opta por não dar resposta efectiva aos problemas dos trabalhadores, e insiste em anunciar e implementar medidas que os agravam!
Os aplausos aos trabalhadores da Administração Local, que se desdobraram durante a pandemia, estão longe de responder à exigida valorização do seu trabalho!
Agora, e como sempre, estamos na linha da frente da resposta às necessidades das populações em todas as áreas de intervenção do Estado e, por isso mesmo, exigimos respeito e soluções para os problemas!
É URGENTE AUMENTAR OS SALÁRIOS! Continuar a ler
Manifestação nacional no Porto, 8 de maio 2021

- Tolerância ZERO com a escravatura o Alentejo;
- Queremos uma PAC que respeite a pequena e media agricultura;
- Exigimos um pilar europeu de VERDADEIROS direitos sociais;
- Desenvolvimento tecnológico ao serviço de melhores condições de trabalho: MAIS SALÁRIO, MENOS HORÁRIO!




Crise COVID-19 em Odemira – Comunicado de imprensa da FESAHT
Comunicado à Imprensa
DECLARAÇÕES GOVERNAMENTAIS SOBRE AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS OPERÁRIOS AGRÍCOLAS SÃO EXERCÍCIO DE HIPOCRISIA E FALTA DE VERGONHA
A FESAHT – Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal, vem referenciar que, valorizando a indignação generalizada que se instalou sobre a crise relativa às condições de vida e de trabalho dos imigrantes que trabalham na agricultura em Odemira, não deixa de se surpreender pelo facto de, na sua maioria, ela ser proveniente de agentes que, até aqui, sempre desvalorizaram o problema, desvalorizando os próprios trabalhadores, em função dos interesses corporativos latifundiários que tomaram conta do setor agrícola na região.
A FESAHT tem, desde há quase meia década, alertado, tanto para as péssimas condições laborais e de habitação a que estes trabalhadores estão sujeitos, como para o seu contínuo agravamento.
Em trabalho conjunto com o SINTAB – Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias da Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal – e com a União dos Sindicatos de Beja, quer por via da intervenção no âmbito da associação para a interculturalidade e apoio ao imigrante, quer na denúncia pública promovida por estes dois organismos da estrutura da CGTP-IN, denunciando ainda a existência redes mafiosas, angariadoras ilegais de pessoas para trabalho escravo, com a criação de microempresas fictícias, de comércio local, que chegam a ter mais de 20 trabalhadores contratados, sujeitando-os a condições desumanas, sem acesso ao mundo exterior, sem contacto com sindicatos ou as suas famílias.
Em março de 2020, o SINTAB denunciava a existência de trabalho escravo no sul do país, num comunicado que referenciava a incapacidade das autoridades para aplicar aos trabalhadores imigrantes os direitos laborais extraordinários no âmbito da pandemia, e como esta vinha expor as fragilidades do setor.
Além disso, tem sido posto em causa o direito à atividade sindical nas empresas deste setor, tendo havido, inclusive, ameaças físicas a dirigentes sindicais.
Estas são situações que temos vindo a denunciar, desde há vários anos, contra as quais, quer ACT, quer o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, quer o Ministério da Agricultura, nada têm feito.
Esta é, portanto, uma situação cuja resolução e antecipação esteve sempre nas mãos do Governo, sem que tenha havido interesse para tal, tornando-se o Governo o principal responsável pela situação a que se chegou.
Estes problemas graves não se passam apenas em Odemira, são um problema geral nas atividades agrícolas, onde a atividade sindical é proibida e os direitos dos trabalhadores espezinhados.
Na mesma linha, assumem também características de gozo as declarações dos responsáveis da UGT. Conhecedores destas situações, nunca se ouviu um murmúrio de denúncia da parte de um organismo sindical responsável pela assinatura de contratação coletiva que retira direitos e rendimentos a estes trabalhadores, que os desprotege e os deixam ao abandono, levando a que tenham de se sujeitar a condições tão penalizadoras.
Lisboa, 4 de Maio de 2021
A Direção Nacional/FESAHT
Todos ao Porto – 8 Maio
A CGTP-IN convocou para o próximo dia 8 de Maio uma grande Manifestação Nacional no Porto, sob o lema “Por uma Europa dos Trabalhadores e dos Povos, Afirmar a Soberania, Lutar pelos Direitos, Mais Emprego, Produção Nacional, Salários e Serviços Públicos”. No dia da Cimeira Informal dos Chefes de Estado e de Governo da UE. Continuar a ler
SAUDAÇÃO 1º de Maio
Grandiosa jornada de luta nacional, com uma forte participação também no distrito de Évora! A Direcção da USDE/CGTP-IN saúda todo o Movimento Sindical Unitário no distrito e, por seu intermédio, os mais de 350 trabalhadores que no dia 1 de Maio saíram à rua no nosso distrito e fizeram do Dia Internacional do Trabalhador, uma grandiosa jornada de luta que percorreu as ruas da cidade de Évora entre o Teatro Garcia Resende até ao Largo 1 Maio! Continuar a ler
A Luta continua na empresa Santos Barosa
Os trabalhadores da Santos Barosa realizaram mais uma greve, a segunda em cerca de um mês, pelo aumento do salário e melhores condições de trabalho.
Os trabalhadores aderiram novamente de uma forma corajosa e conscientes de que a luta vai continuar até alcançarem os objetivos que têm no seu caderno reivindicativo.
O esforço, a dedicação e o profissionalismo dos trabalhadores têm de ser recompensados de forma digna, tendo em conta os lucros do grupo Vidrala [de que faz parte a Santos Barosa], bem como o esforço e o empenho demonstrados, em especial neste período de pandemia, em que se defende o aumento justo e digno do salário e melhores condições de trabalho.
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