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Notícias e actualidade

Trabalhadores das cantinas concessionadas hoje em greve

 

greve nacional das cantinas 281120222Os trabalhadores das cantinas concessionadas estão hoje, dia 28 de Novembro, em greve.

Esta greve foi convocada pela FESAHT- Federação dos Trabalhadores da Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal e abrange os trabalhadores que prestam serviço em todas as empresas e estabelecimentos no sector das cantinas e refeitórios.

Estes trabalhadores estão em luta pela negociação imediata do Contrato Colectivo de Trabalho sem perda de direitos, que contemple o aumento do salário em 10%, no mínimo 100 Euros por trabalhador, valorização da antiguidade, do trabalho por turnos e ao fim de semana, 35 horas semanais, 25 dias de férias. Os trabalhadores estão em ainda em luta contra a precariedade, em todas as suas formas, contratos de trabalho a termo certo e incerto e através de empresas de trabalho temporário, em postos de trabalho permanentes e denunciam, ao mesmo tempo, a falta de trabalhadores e a intensificação dos ritmos de trabalho.

Esta greve vai ter expressão de rua, com uma concentração dos trabalhadores frente à sede da AHRESP – Associação da hotelaria, restauração e similares de Portugal (associação patronal do sector) em Lisboa, que há anos mantém um bloqueio à negociação colectiva com a FESAHT.

Em Portalegre, as trabalhadoras da cantina, do bar e do refeitório do Hospital Dr. José Maria Grande, concessionados à Uniself, realizaram uma concentração frente ao Hospital, dando a conhecer a trabalhadores e utentes as razões do seu descontentamento e da sua adesão a esta greve nacional.

 

 

 

Forte adesão à greve nacional da Administração Pública,

manif-cgtpA greve nacional que hoje está a decorrer, convocada pela frente comum de sindicatos da administração pública em que os trabalhadores estão a dar uma forte resposta com elevadíssima adesão e afirmam com a sua greve nacional, que não aceitam continuar a empobrecer!

Os trabalhadores da Administração Local estão cada vez mais pobres e a sofrer com o brutal agravamento do preço dos bens essenciais e da inflação, enquanto os grandes grupos económicos e o próprio Estado acumulam lucros e impostos obscenos! Continuar a ler

Elevado nível de adesão à greve da Administração Pública no distrito de Portalegre

EBJI Avis em greve-minOs trabalhadores da Administração Pública demonstraram hoje, dia 18 de Novembro, que não aceitam continuar a empobrecer e exigem um aumento salarial que lhes permita recuperar o poder de compra e a valorização das suas carreiras.

Por todo o país foi visível este descontentamento que é, ao mesmo tempo, uma demonstração de disponibilidade para continuar a lutar para que o governo faça opções políticas no sentido de valorização e de investimento nos Serviços Públicos de que todos necessitamos e dependemos.

No distrito de Portalegre a greve dos trabalhadores da Administração Pública levou à suspensão das actividades lectivas em 11 dos 15 concelhos.

No sector da saúde também se registou uma elevada adesão. No turno da noite o Hospital de Portalegre esteve a funcionar em serviços mínimos em praticamente todos os serviços e no turno da manhã registaram-se percentagens de adesão entre 50 (Bloco Operatório, Psicologia, Oncologia e Paliativos) e 100% (Internamento), sendo de destacar o encerramento do serviço de Consultas Externas. Ainda no sector da saúde verificou-se o encerramento do serviço de Pedopsiquiatria em Portalegre devido à greve e percentagens de adesão diversas que chegam aos 100% em determinados serviços dos Centros de Saúde como foi o caso dos Assistentes Técnicos no Centro de Saúde do Crato.

Há nota de trabalhadores em greve em todos os serviços da Administração Pública Central desde a Segurança Social (Centro Distrital em Portalegre e Ponte de Sôr), Finanças, Registo Civil, SEF, Tribunais Civis com adesões entre os 38 (Portalegre) e os 83% (Elvas), destacando-se ainda uma percentagem de adesão de 80% no Tribunal de Trabalho em Portalegre.

Entre os trabalhadores das autarquias locais as maiores taxas de adesão registaram-se nos Municípios de Nisa e Gavião (75%) e Ponte de Sôr (70%). Em Avis não houve recolha nocturna de resíduos.

SIM, É POSSÍVEL ALCANÇAR: 140 EUROS DE AUMENTO SALARIAL!

A FEVICCOM fechou o primeiro acordo salarial para 2023 na VERALLIA PORTUGAL, SA

                                    Verallia

Unidos e organizados com o seu Sindicato, os trabalhadores desta empresa vidreira conquistaram um aumento salarial de 140 euros por mês, a actualização do subsídio de refeição, a atribuição de uma bolsa anual de 500 euros para os filhos que frequentem o ensino superior, para além de outros subsídios e prémios, com manutenção de todos os direitos do Acordo de Empresa.

A partir de 1 de Janeiro, o salário mais baixo da tabela salarial passará a ser 1.260,00€ e o horário de trabalho nos turnos e na laboração contínua é de 35 horas semanais, conquistadas na contratação colectiva do sector desde 2002 (há vinte anos).

Os 246 trabalhadores da VERALLIA PORTUGAL contribuíram decisivamente, em 2021, para as Vendas e Prestação de Serviços superiores a 100 milhões de euros (109.360.588,72€) e para um Resultado Líquido superior aos 18 milhões de euros (18.189.872,68€).

Prevê-se ainda que o valor dos investimentos cresça em 2023, com a obra prevista para o forno II da fábrica, na Figueira da Foz e o investimento na inclusão de painéis fotovoltaicos, para reduzir os custos de energia da empresa.

O aumento dos rendimentos dos trabalhadores é imperioso, possível e determinante para assegurar maior crescimento económico, promover uma mais justa repartição da riqueza, aumentar a produtividade e incentivar a motivação laboral.

 

A Direcção Nacional da FEVICCOM

17/11/2022

5,1% Não é aumento! É empobrecimento!

aumento-emergencia-nacionalAs dificuldades dos trabalhadores, reformados e pensionistas e suas famílias contrastam com o colossal aumento dos lucros do grande capital. Num momento em que tudo sobe menos os salários, o que é urgente é o aumento significativo dos salários e das pensões para garantir uma vida digna a quem trabalha e trabalhou.

SÃO MEDIDAS URGENTES E POSSÍVEIS PARA RESPONDER À SITUAÇÃO… Continuar a ler

Greve dos trabalhadores do Sector Social (IPSS’s, Santas Casas de Misericórdia e Mutualidades)

 

scm avis_greve 21102022 (1)Por todo o país, verifica-se uma elevada adesão à greve do Sector Social, convocada para hoje, dia 21 de Outubro, e o Distrito de Portalegre não é excepção.

 No distrito de Portalegre existem vários lares de idosos a trabalhar em serviços mínimos, e no que às creches das Instituições diz respeito, algumas encontram-se encerradas, como é o caso das creches de Avis e Gavião.

Os trabalhadores do sector social encontram-se hoje em greve, de forma a reivindicar a valorização das suas carreiras profissionais uma vez que, os aumentos propostos dos salários não dão resposta ao aumento da inflação nem valorizam o seu trabalho. Nas Misericórdias os trabalhadores são ainda mais desvalorizados, pois embora trabalhem de forma igual às IPSS’s, não possuem os mesmos direitos nem salários que eles.

Os trabalhadores também exigem a extensão da portaria de extensão do CCT (Contrato Coletivo de Trabalho) das IPSS’s a todos os trabalhadores do sector social, entre outras matérias.

São estes alguns dos motivos que levam à realização desta jornada de luta, pois os trabalhadores do sector social exigem tão só o respeito pelo seu trabalho e pelo serviço essencial que realizam todos os dias com o empenho de que milhares de utentes dependem.

 

 

Trabalhadores do Distrito de Évora participam na Manifestação da CGTP-IN em Lisboa

Évora na Manifestação 15 Out. em LisboaMilhares de trabalhadores na rua Sob o lema “Aumentos dos salários e pensões emergência nacional! Contra o aumento do custo de vida e o ataque aos direitos”, milhares de trabalhadores estiveram, esta tarde, nas ruas de Lisboa e do Porto, mostrando o seu descontentamento e a luta organizada, vinda dos locais de trabalho, unidos e com a confiança de que é possível, urgente e necessário o aumento geral dos salários e das pensões como elementos determinantes para avançar na valorização do trabalho e dos trabalhadores e na construção de um novo modelo de desenvolvimento do país. Continuar a ler