Pelo direito à mobilidade e um transporte publico que garanta o desenvolvimento do distrito de Évora, a USDE/CGTP-IN irá realizar uma acção de denuncia e esclarecimento junto à Rodoviária em Évora, em que participará Tiago Aldeias Coordenador da USDE/CGTP-IN, no próximo dia 7 de Agosto, sexta-feira, a partir das 11h30. Continuar a ler
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COVID-19 – Reguengos de Monsaraz
Por solicitação do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) reunimos no dia 20/07/2020 com o Conselho de Administração (CA) da FMIVPS, para análise da situação, decorrente do conhecido surto de COVID-19, no “Lar” desta Fundação. Continuar a ler
Serviço de bar dos Hospitais do distrito pode reduzir horário de funcionamento
A Administração do Hospital Distrital de Portalegre/ULSNA, em conjunto com a empresa UNISELF concessionária de refeições, refeitório e bar, prepara-se para encerrar o serviço de Bar ao fim de semana e ao final do dia, em dias úteis.
Esta medida, não só prejudica os utentes, que diariamente se deslocam a esta unidade de saúde, mas também todos os profissionais de saúde e serviços externos que laboram no Hospital, que deixaram de ter um espaço ao final do dia e ao fim de semana para se alimentarem e assim satisfazer suas necessidades de alimentação e bebida.
Esta redução de horário irá ainda conduzir à redução de postos de trabalho neste serviço e consequentemente dos agregados familiares destes trabalhadores que exercem funções no Bar e de forma indireta todos os fornecedores e serviços externos que dependem do bar para a sua sobrevivência.
Por se tratar de uma situação com consequências para um alargado número de trabalhadores e utentes dos hospitais, a USNA/CGTP-IN – União dos Sindicatos do Norte Alentejano e o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Hotelaria, Turismo, Restauração e Similares do Sul irão organizar a recolha de um abaixo-assinado contra a redução do horário de funcionamento do serviço do bar, esta quarta-feira, dia 22, junto ao Hospital de Portalegre das 8h às 10h e junto ao Hospital de Elvas das 15h30 às 16h30.
Contra o processo de privatização da água no distrito de Portalegre
Um conjunto de 10 municípios do distrito de Portalegre estão a criar, através da CIMAA – Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, uma empresa multimunicipal para a gestão da água em baixa.
Esta é uma matéria de grande interesse para os trabalhadores e para a população e todo o processo, bem como as consequências de processos semelhantes, devem ser dados a conhecer e a debater.
Assim, o STAL – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins, sindicato que acompanha em todo o país o sector da água, irá realizar uma tribuna pública sobre esta temática, na próxima sexta-feira, dia 24, pelas 11h, junto ao edificio da Câmara Municipal de Ponte de Sôr, município que lidera a criação desta empresa multimunicipal e cujo presidente é simultâneamente o actual presidente da CIMAA.
CONQUISTADO O 1º AE DOS TRABALHADORES VIDREIROS DA CASCOAQUASTYL
Os trabalhadores da empresa CascoAquastyl, no distrito do Porto, organizados no Sindicato da Indústria Vidreira (STIV) conquistaram o 1º Acordo de Empresa, com manutenção de todos os direitos e garantias consagradas na convenção colectiva do sector e uma tabela salarial mais elevada.
A unidade e a luta travada foram essenciais para este resultado, que hoje foi fechado num Plenário geral com participação massiva dos trabalhadores, na sua maioria jovens (foto anexa).
O AE irá agora ser publicado em Boletim de Trabalho e Emprego.
A luta continua por novos direitos e por um futuro melhor!
Fonte: STIV/CGTP-IN – Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira
Tribuna pública junto ao terminal rodoviário em Portalegre com a participação da Secretária-Geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha
A Rodoviária do Alentejo, que na sequência da pandemia, havia já reduzido e suprimido carreiras no distrito de Portalegre, informou, nos termos da lei, a estrutura sindical que representa os trabalhadores do sector, o STRUP – Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal, a intenção de prolongar o lay-off por 1 ano a partir de 1 de Agosto deste ano.
De notar que também a Rede Expressos se encontra em lay-off tendo reduzido de 10 para 2 os expressos diários do distrito de Portalegre.
A União dos Sindicatos do Norte Alentejano/ CGTP-IN considera esta situação inaceitável. A cada dia que passa o distrito de Portalegre está mais isolado. Populações inteiras ficaram sem a possibilidade de aceder a serviços fundamentais que ao longo de vários anos foram sendo encerrados nas suas freguesias e centralizados nas sedes dos concelhos e em alguns casos até desses locais desapareceram. Trabalhadores que ficaram sem meios de deslocação para os seus locais de trabalho. Muitos trabalhadores que vieram residir na nossa região ajudando a combater o despovoamento vêm-se agora sem a possibilidade de fazer as suas pontuais deslocações às sedes das suas empresas em Lisboa. São vários os exemplos de constrangimentos criados à população do Norte Alentejano pela redução e supressão de carreiras rodoviárias de transporte.
A USNA/CGTP-IN acompanha a posição já manifestada pela FECTRANS – Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações, que constata que “apesar dos apoios previstos no Orçamento do Estado suplementar, os patrões privados continuam sem repor o serviço que o País precisa, com isto, são prejudicados os trabalhadores e os utentes. O patronato do sector privado de passageiros tem a mesma estratégia de prolongar as situações de “lay-off” e com isso milhares de trabalhadores ficam num quadro de incerteza quanto ao futuro, o País em termos regionais está nesta altura sem transporte rodoviário de passageiros, o que demonstra que Portugal precisa de uma empresa pública neste sector.”
Ainda que, o governo não possa ser um mero espectador e tenha que intervir legalmente para devolver aos cidadãos um serviço a que têm direito e com isso fazer com que os trabalhadores reocupem com todos os direitos, os seus postos de trabalho, este continua a defender que são os municípios as autoridades de transporte. Assim, a USNA/CGTP-IN e o STRUP solicitaram já uma reunião à CIMAA – Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, para perceber que medidas estão a ser equacionadas para devolver às populações do Norte Alentejano o seu direito à mobilidade.
USNA/CGTP-IN e STRUP irão ainda realizar uma tribuna pública junto à Rodoviária em Portalegre, em que participará a Secretária Geral da CGTP-IN Isabel Camarinha, no próximo dia 24 de Julho, sexta-feira, a partir das 17h.
Enfermeiros de Évora em luta
A Ação Sindical do SEP nunca esteve confinada! Nem estará!
Hoje, em frente ao Hospital de Évora, exigimos soluções para os vários problemas que se arrastam no tempo sem solução.
Palavras de reconhecimento, agradecemos, mas não chegam.
Não chegam porque os enfermeiros continuam com problemas não resolvidos. Continuar a ler
Contra o banco de horas no Pingo Doce
O CESP realizou hoje em Évora na loja do Pingo Doce dos Álamos uma acção de denuncia contra a tentativa de implementação do Banco de horas grupal aos trabalhadores Pingo Doce/Jerónimo Martins empresa.
O CESP recebeu a comunicação das empresas Pingo Doce e JMR com o projecto e o regulamento para a realização do referendo para instituição do regime de banco de horas grupal, entre 16 de Julho e 3 de Agosto de 2020, em todo o país. Continuar a ler
Contágios na fábrica cerâmica GEBERIT
Em Abril o Sindicato alertou e a empresa relativizou
O Sindicato e a Comissão Sindical da GEBERIT tomaram conhecimento da confirmação recente de casos testados positivos para a COVID-19, por parte de dezenas de trabalhadores da fábrica.
Os primeiros casos de contágio surgiram em Abril passado.
Na altura o Sindicato exigiu de imediato que a empresa instalasse um sistema de controlo de temperatura de todas as pessoas (trabalhadores, fornecedores, clientes ou outros) que entrassem na fábrica, dentro dos parâmetros legais, bem como a realização imediata de testes médicos de despistagem a todos os trabalhadores, em especial a doentes de risco, grávidas, puérperas ou lactantes.
Na altura, a empresa respondeu que os casos positivos tinham sido identificados e que tiveram como foco de contágio situações externas à empresa.

A situação actual afecta mais trabalhadores e é mais grave, o que leva os trabalhadores e os seus representantes sindicais a exigirem por parte da empresa uma intervenção diferente e mais responsável na salvaguarda da saúde e das condições de trabalho de todos os trabalhadores, sem prejuízo nos salários e direitos.
Os trabalhadores exigem trabalhar com saúde ou então, não terão condições para trabalhar!

O Sindicato e a Comissão Sindical da GEBERIT já solicitaram, com carácter de urgência, uma, apresentarem as posições dos trabalhadores e reunião à Administração da empresa para se inteirarem da real dimensão do problema acompanharem a evolução da situação em permanência.
FONTE: STCCMCS-Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores, Cortiças do Sul e RA.
CONSTRUÇÃO CIVIL: COVID-19 PASSAR DO PAPEL À PRÁTICA
Quatro meses depois do início da pandemia, foram publicadas as medidas específicas da DGS para prevenção e controlo de infecção pela COVID-19 no sector da Construção Civil, depois de muitos casos de infecção se terem tornado públicos ao longo dos meses.
Apesar de solicitados pela FEVICCOM, nem a DGS nem a ACT divulgaram, até agora, os números de contágios neste sector profissional que se tem mantido sempre a laborar, desconhecendo-se assim a dimensão real e global do problema, para além dos casos identificados a partir dos próprios trabalhadores e dos Sindicatos do sector.
A FEVICCOM tem vindo a reafirmar que a realização de rastreios a todos os trabalhadores deste sector é essencial, com prioridade nos estaleiros e empreitadas onde são identificadas as infecções.
Mas não basta. Num sector altamente precarizado e com factores de risco acrescido, exige-se uma estratégia global por parte do Governo e das entidades patronais, que tenham em conta as propostas dos Sindicatos do sector que foram divulgadas publicamente em 17 de Junho, através do documento “40 medidas urgentes para defender a saúde, os salários, o emprego e os direitos dos trabalhadores da Construção Civil (Covid-19)”.
Para que seja garantida a sua efectividade, as medidas específicas agora divulgadas pela DGS reclamam, em simultâneo, uma intervenção célere e articulada das autoridades da Saúde, da Inspecção do Trabalho e da Segurança Social, pois este sector exige uma visão integrada sobre as condições existentes nos locais de trabalho, nos transportes disponibilizados pelas empresas e nas condições de habitação.
A responsabilização das entidades patronais, em especial dos donos de obra e entidades executantes, é indispensável, pois se não forem fornecidos os meios e equipamentos de protecção individual e colectiva, se não forem disponibilizados maior número de carrinhas de transporte e garantidas as condições de habitabilidade dignas, não ficarão garantidas a protecção sanitária, o distanciamento físico e a protecção de cada um e de todos os trabalhadores do sector.
A DIRECÇÃO NACIONAL FEVICCOM
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