A USDE/CGTP-IN com os seus sindicatos, assinalaram a semana da igualdade em vários locais de trabalho do sector público e privado, fazendo desta uma grande semana de luta. Continuar a ler
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PENICHE – Na ESIP, mais vinte Trabalhadores passam a efetivos
Na ESIP, European Seafood Investiments Lda, em Peniche, mais vinte trabalhadores deixaram de ter vínculos precários e foram integrados nos quadros efetivos da empresa.

foto: Gazeta das Caldas
Nesta empresa de Peniche, nos últimos anos, fruto da ação e intervenção sindical regulares, o número de Trabalhadores integrados ascende já a grandeza das centenas, mas o SINTAB considera-o, aínda, insuficiente.
O SINTAB tem estado na linha da frente do combate à precariedade na índústria alimentar, um setor que tem visto os seus lucros crescer cada vez mais e teima em manter o recurso ao trabalho precário para responder a necessidades permanentes.
Num trabalho continuado de envolvência dos Trabalhadores no combate a este flagelo, que havia começado já em 2016, com o “roteiro contra a precariedade” anunciado no congresso da CGTP-IN, mas que o SINTAB tem dado continuidade, estes vinte Trabalhadores somam-se às centenas de outros que, na área da agricultura, alimentação, bebidas e tabaco, viram recentemente alterado o seu paradigma profissional e social e, consequentemente, familiar, pelo sucesso da luta.
O SINTAB continuará a assumir o compromisso de luta contra a precariedade como um dos principais pilares da ação sindical.
De norte a sul do país, o SINTAB na luta das mulheres trabalhadoras.
À semelhança de anos anteriores, a evocação da luta pela igualdade das mulheres trabalhadoras foi feita com elas mesmas, nos postos de trabalho de norte a sul do país.
Apesar das dificuldades impostas por layoffs, teletrabalho, etc, que impossibilitaram o contacto com muitas das mulheres trabalhadoras dos setores da agricultura, alimentação, bebidas e tabaco, é ali que gostamos de estar, sentindo o pulsar e a dinâmica do espírito reivindicativo das “nossas” Trabalhadoras.
Um pouco por todo o país, discutiu-se a penosidade a que, em cada posto de trabalho, as mulheres estão sujeitas, unicamente pela sua condição de género. Um absurdo que é urgente combater por não ter, seja onde for, argumentação que o sustente.
VIVAM AS LUTAS DAS MULHERES TRABALHADORAS
UM DIA DE TODAS AS LUTAS, UMA LUTA DE TODOS OS DIAS!


Teve inicio a SEMANA DA IGUALDADE no distrito de Évora
A USDE/CGTP-IN com os seus sindicatos vão dar expressão no distrito de Évora à SEMANA DA IGUALDADE entre 8 e 12 de Março, com o lema “Defender a Saúde – Dignificar o Trabalho – Avançar na Igualdade”, promovida pela Comissão para a Igualdade da CGTP-IN, em todas as regiões do país. Continuar a ler
Vale a pena lutar
A empresa Gestamp em Vendas Novas viu a luta de 2 trabalhadores com vínculos precários, que tinham sido despedidos em 2019, culminar na sua reintegração nos quadros com vínculos efetivos ou indeminização.
Estes 2 trabalhadores um com 6 anos de antiguidade e outro com 2 anos e meio foram despedidos ilicitamente pela empresa em 2019. O combate aos vínculos precários é uma luta de sempre do SITE Sul nesta empresa, onde o Sindicato tem afirmado a ilegalidade dos contratos de trabalho temporário para o desempenho de funções permanentes. Continuar a ler
Hutchinson contra os direitos da parentalidade
Em Portalegre, na fábrica da Hutchinson, mais uma vez a Covid-19 serve para impor bancos de horas aos trabalhadores, aproveitando as fragilidades dos contratos precários e a necessidade dos trabalhadores ficarem em casa com os seus filhos em consequência do agravamento e alargamento do Estado de Emergência que fechou creches e escolas.
A Hutchinson pressiona trabalhadores com vínculos precários a aceitar “banco de horas negativo” para poderem ficar em casa com filhos menores de 12 anos, fazendo uso da ameaça de despedimento caso os trabalhadores entreguem a declaração de “apoio excepcional à família”.
Temos conhecimento que já foram mesmo despedidos alguns trabalhadores que entregaram esta declaração e se recusaram a aceitar o banco de horas e a compensar a empresa posteriormente pelo tempo em que são forçados a ficar em casa com os filhos, exercendo um direito consagrado na lei.
O SITE SUL apela mais uma vez à sindicalização e à organização e luta dos trabalhadores, único caminho para impedir que a Hutchinson continue a desenvolver impunemente este tipo de ofensivas contra os direitos dos trabalhadores.
Fonte: SITE-SUL
JORNADA NACIONAL DE LUTA – 25 DE FEVEREIRO
No dia 25 de fevereiro, a FEVICCOM participou na jornada nacional de luta, um pouco por todo o país.
Porque é preciso dar resposta aos problemas concretos que os trabalhadores do nosso sector estão a sentir.
Os direitos laborais não estão suspensos e os trabalhadores não estão sozinhos, e é urgente inverter o rumo da desvalorização do trabalho e dos trabalhadores.
Lutamos, porque não podemos permitir que o patronato aproveite qualquer oportunidade para aumentar a exploração e o empobrecimento dos trabalhadores. Lutamos, porque é preciso romper com o modelo de baixos salários e trabalho precário.
Para responder aos problemas do país é necessário que os trabalhadores melhorem as suas condições de vida e de trabalho, e nesse sentido todos podem contar com a nossa Federação para a defesa intransigente dos interesses da classe trabalhadora.
A LUTA CONTINUA, NAS EMPRESAS E NA RUA!
Semana da Igualdade
No âmbito da semana pela igualdade entre homens e mulheres, a CGTP-IN levará a cabo, por todo o país, um conjunto de ações nas empresas para demonstrar a continuação deste tormento que, ainda hoje, sobrecarrega as mulheres em geral, sobretudo as mulheres trabalhadoras.
As mulheres são quem acumula mais horas de trabalho no emprego e em casa;
Jornada nacional de luta CGTP-IN
O SINTAB marcou presença hoje, de norte a sul do país, nas iniciativas distritais que marcaram as milhares de ações levadas a cabo pelos Trabalhadores de todos os setores, no sentido de romper com o atual modelo de baixos salários e trabalho precário.
Viana do Castelo


Coimbra


Porto

Lisboa

Viseu

Liberdade e direitos para as crianças da Palestina!
Amal Nakhleh, Mustafa Salameh, Mohammad Zalloum, Hani Rmeilat… São alguns dos nomes de crianças palestinas que estão ou estiveram presas em prisões israelitas (mais de 12 000 desde o ano 2000).
Em vez de fazerem o que todas as crianças têm direito a fazer, alimentar-se de forma nutritiva e brincar, brincar e ir à escola, brincar e socializar em ambiente são, muitas crianças palestinas são vítimas dos crimes mais odiosos e assistem diariamente a tantos outros contra as suas famílias, amigos e comunidade, à destruição das suas casas, de infraestruturas e culturas. Muitas crianças são arrancadas de casa dos pais na calada da noite, levadas para as prisões sem os pais e sem advogado, sem conhecerem os seus direitos; são agredidos verbalmente, pisados e pontapeados, espancados, torturados e muitas vezes mantidos em encarceramento sem acusações formais nem julgamento; são vítimas de uma prática generalizada de obsessiva crueldade e sadismo das autoridades israelitas, que não olham a meios para submeter o povo palestino e manter ocupado o seu país.
Israel é o único país no mundo que processa centenas de menores por ano, sem direitos na detenção, julgamento e encarceramento, prática que aumentou no contexto da pandemia. A COVID-19 constitui um factor de risco acrescido para as crianças detidas, ameaçadas de contágio e de consequências para a sua integridade física. Uma situação que é ainda mais grave em Gaza, onde o bloqueio israelita restringe de forma significativa o acesso à ajuda médica e humanitária, fragilizando um sistema de saúde profundamente débil e incapaz de prevenir devidamente a epidemia e tratar as suas vítimas – a que acrescem as restrições impostas pelas autoridades israelitas à vacinação dos palestinos.
A CGTP-IN junta-se às organizações que um pouco por todo o mundo exigem que os respectivos governos e as organizações internacionais cumpram com as suas obrigações políticas e humanitárias, intensificando a exigência de que o governo de Israel: respeite os direitos das crianças palestinas detidas e ponha termo às detenções arbitrárias; que liberte de forma imediata e incondicional todas as crianças encarceradas; que pare com as restrições ao acesso de auxílio médico e humanitário, bem como à vacinação, a Gaza e à Cisjordânia.
Com este objectivo, a CGTP-IN saúda particularmente a acção de solidariedade dos trabalhadores e a campanha internacional desenvolvida pela Federação Sindical Mundial (FSM) em defesa da libertação imediata das crianças presas por Israel.
Ao mesmo tempo, a CGTP-IN denuncia as responsabilidades dos EUA por esta situação, mas também da União Europeia (UE), os quais mantêm inaceitáveis acordos e um quadro de relações políticas, económicas e militares que permitem a perpetuação destas práticas violadoras dos direitos fundamentais das crianças palestinas.
A CGTP-IN exige uma acção do governo português que seja consentânea com as suas obrigações constitucionais. O governo deve avançar com o reconhecimento do Estado da Palestina, nas fronteiras de 1967, com capital em Jerusalém-Oriental, e tomar a iniciativa de, no exercício da Presidência do Conselho da UE, procurar mobilizar os demais Estados-Membros da UE para idêntico reconhecimento.
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