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Notícias e actualidade

Adesão à greve do pessoal não docente visível em mais de 20 escolas do distrito de Portalegre

greve n docente 21e22mar19O descontentamento dos trabalhadores não docentes fez-se sentir hoje, dia 29 de Novembro, por todo o país e a região de Portalegre não foi excepção.

A greve, que abrangia todo o pessoal não docente das escolas independentemente do seu vínculo, levou ao encerramento de escolas ou suspensão de toda ou parte da actividade lectiva em todos os concelhos do distrito de Portalegre: Alter do Chão, Arronches, Avis, Castelo de Vide, Campo Maior, Crato, Elvas, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa e Portalegre.

Na cidade de Portalegre a greve conduziu mesmo ao encerramento da Escola Secundária S. Lourenço e do Agrupamento de Escolas do Bonfim – ES Mouzinho da Silveira, EB Cristóvão Falcão e EB/JI 1ºC da Praceta.

Os trabalhadores hoje em luta reivindicaram o fim da precariedade e a integração imediata dos trabalhadores com vínculos precários, a contratação de mais 6000 trabalhadores para as escolas, uma nova portaria de rácios, dignificação salarial e funcional, fim do processo de descentralização/municipalização da escola pública, uma escola pública, universal, inclusiva e de qualidade.

É urgente e necessário o aumento do salário no C.A Fidelidade em Évora

Plenário fidelidadeRealizou-se no dia 19 de Novembro o plenário dos trabalhadores do centro de atendimento da Fidelidade, onde esteve presente o coordenador da USDE/CGTP-IN Valter Lóios e que contou com a participação de cerca de uma centena de trabalhadores.

Fase aos milhões de euros de lucro da Fidelidade e da empresa sub contratada newspring, os trabalhadores decidiram em plenário reivindicar para 2020 o aumento do salário de 90€ mês para cada trabalhador e a curto prazo tempo atingir os 850€ de salário mínimo na empresa, é urgente que estes trabalhadores sejam valorizados e que se melhor a sua qualidade de vida profissional e pessoal. Continuar a ler

Grande plenário de professores em Évora

Plenário SPZSProfessores e educadores do distrito de Évora reunidos em plenário debatem a sua situação profissional e a atuação do novo governo.

Mais de uma centena de docentes do distrito de Évora reuniram dia 19 de novembro no teatro Garcia de Resende num plenário organizado pelo SPZS, que contou com a presença do secretário-geral da FENPROF (Mário Nogueira), Continuar a ler

Encontro de trabalhadores dos mármores decide acção reivindicativa e luta

Trabalhadores MarmoresO SINDICATO DOS TRABALHADORES DAS INDÚSTRIAS DE CERÂMICA, CIMENTOS E SIMILARES, CONSTRUÇÃO, MADEIRAS, MÁRMORES E CORTIÇAS DO SUL E REGIÕES AUTÓNOMAS e a FEVICOOM realizaram no passado sábado dia 16 de Novembro em Bencatel (Vila Viçosa) um encontro regional de trabalhadores do sector dos mármores, por este encontro passaram muitas dezenas de trabalhadores no activo e reformados dos mármores e contou também com a presença de Valter Lóios Coordenador da USDE e Arménio Carlos Secretário-geral da CGTP-IN. Continuar a ler

Concentração de trabalhadores Escola Secundária André Gouveia

ESAG 2Os Trabalhadores Assistentes Operacionais das Escolas do distrito de Évora estão a atingir o limite das suas forças com a falta crónica de Trabalhadores nos mais diversos sectores de cada Agrupamento Escolar, não sabem até quando vão aguentar, dizem que estão em colapso, que as Escolas se encontram num caos e completamente em risco. Continuar a ler

Encontro de trabalhadores dos mármores lançam campanha pela segurança e saúde

12801323_1268946343122822_7412012620025723976_nOs trabalhadores do sector dos mármores decidiram lançar uma campanha ao nível da segurança e saúde nos locais de trabalho, sob o lema “Ou fazemos em segurança, ou não fazemos!”, para exigir melhores condições de trabalho e efectivo combate aos riscos profissionais.

Amanhã, 19 de Novembro, assinala-se um ano sobre os dramáticos acontecimentos ocorridos nas pedreiras de Borba, que conduziram à morte de cinco pessoas, entre elas um trabalhador do sector dos mármores. Continuar a ler

Protesto em defesa dos direitos, liberdades e garantias constitucionais. Contra a Municipalização.

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Teve lugar ontem, dia 11, uma concentração de trabalhadores e activistas sindicais na Praça da República em Nisa, que contou com as intervenções da Coordenadora da USNA, Helena Neves, do Presidente do SPZS, Manuel Nobre e do Secretário Geral da CGTP-IN, Arménio Carlos.

Durante a concentração o executivo camarário ainda tentou uma manobra de perturbação enviando três trabalhadores com ordens para retirarem a faixa que a USNA afixara no coreto, junto ao local onde falavam os dirigentes sindicais, mas perante a determinação das dezenas activistas que ali se encontravam, não se atreveram a removê-la. “A faixa não sai daqui!”, declarou Arménio Carlos com veemência.

Também o desfile ao longo da avenida principal se realizou sem hesitações, apesar de estar proibido por uma ridícula lei das “procissões e romarias” que a câmara invocou para tentar impedir os trabalhadores de se deslocarem simbolicamente ao Centro Escolar de Nisa.

São já vários os exemplos de condicionamentos impostos à liberdade sindical dentro e fora dos locais de trabalho: dirigentes e delegados sindicais impedidos de contactar com os trabalhadores, trabalhadores impedidos de contactarem com a CGTP-IN e de receberem informação sobre os seus direitos, trabalhadores ameaçados e coagidos a não se sindicalizarem em sindicatos da CGTP-IN, trabalhadores sindicalizados castigados, perseguidos e transferidos de local e de funções, propaganda sindical da CGTP-IN destruída ou arrancada, dirigentes patronais que tentam invadir e condicionar os plenários sindicais.

Atendendo a que foi precisamente em Nisa que teve lugar o último episódio deste género, com o executivo camarário a mandar retirar por 2 vezes as faixas do Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) da sede do Agrupamento de Escolas de Nisa, faixas que denunciavam o processo de municipalização da educação em curso, e que é também o Município de Nisa um dos locais de trabalho onde os trabalhadores mais sofrem com a perseguição, castigos e mudança de funções por razões politico-sindicais,foi este o local escolhido para a realização do protesto.

Activistas sindicais e trabalhadores concentraram-se às 14.30 h na Praça da República, em Nisa e daí seguiram em desfile para o Centro Escolar onde entregaram à Direção do Agrupamento de Escolas a resolução aprovada no plenário/concentração.

Pedreiras de mármore não podem continuar a ser poços de morte!

12801323_1268946343122822_7412012620025723976_nUm novo e dramático acidente de trabalho hoje ocorrido numa pedreira de mármore, em Vila Viçosa, volta a trazer para a ordem do dia o problema da falta de segurança nas pedreiras.

Passado quase um ano dos trágicos acontecimentos mortais ocorridos nesta zona do país, a falta de segurança para trabalhar continua a ser uma realidade e as responsabilidades continuam por apurar. Continuar a ler