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Notícias e actualidade

Forte adesão à Greve Call Center, Fidelidade enfrenta poderosa concentração em Lisboa

ccOs trabalhadores do do call center da fidelidade em Évora, realizaram hoje dia 6 Julho, mais uma grande jornada de luta, responderam com uma grande, coragem, unidade, determinação e confiança à Greve convocada pelo seu sindicato o Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins (SINAPSA, em que mais de cinco dezenas participaram numa concentração junto à sede da empresa Fidelidade no Largo Calhariz em Lisboa e onde entregaram mais uma vez as suas reivindicações e juntaram-se aos milhares de trabalhadores concentrados na Assembleia da República. RESOLUÇÃO APROVADA Continuar a ler

Sim à Paz! Não à NATO!

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Pela paz e o desarmamento!

Pelos direitos e rendimentos dos trabalhadores e do povo! 

Não à Cimeira da NATO – não ao militarismo e à guerra!

 

O governo do PS quer manter e aprofundar o envolvimento do país no militarismo e na guerra, deixando degradar as nossas condições de trabalho e de vida e comprometendo o futuro do país. O governo do PS – com o apoio do Presidente da República – diz que não há dinheiro para valorizar as carreiras e aumentar salários, para garantir o direito à aposentadoria sem penalizações, para defender e valorizar os serviços públicos e funções sociais do Estado, para o investimento público, para a cultura… mas já há dinheiro para amarrar as nossas forças armadas à estratégia da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), da UE (União Europeia) e das suas potências, agredindo e subjugando países e povos e aumentando as despesas militares do país com este fim. 

É necessária uma forte mobilização dos trabalhadores para denunciar estas prioridades do governo e defender uma outra política, desde já no dia 6 de Julho, em frente à Assembleia da República. 

E é necessária dar-lhe continuidade nos Actos Públicos pela Paz e contra a NATO – que realiza a sua Cimeira em Bruxelas, na Bélgica, a 11 e 12 de Julho. 

Vamos defender a paz e rejeitar o anunciado reforço da acção belicista da NATO, realizando Actos Públicos nas seguintes localidades e datas:

–      Lisboa (9 de Julho, 18h – Largo Camões)

      Porto (12 de Julho, 18h – Rua de Stª Catarina)

–      Évora (7 de Julho, 11h – Praça do Giraldo)

–      Coimbra (10 de Julho, a partir das 15h – Praça 8 de Maio)

–      Faro (10 de Julho, 18h – Rua de Stº António)

O militarismo e a guerra servem os interesses do grande capital contra os trabalhadores e os povos. Defender os nossos direitos e rendimentos e a valorização do trabalho e dos trabalhadores exige a intensificação da luta pela paz, com o seu carácter solidário, de esquerda, patriótico e ao mesmo tempo internacionalista. 

Vamos mobilizar-nos para gritar bem alto e a muitas vozes:

Sim à Paz! Não à NATO!

43 anos de vida e de luta

aniv usna campanha direitos 04072018-minA União dos Sindicatos do Norte Alentejano – USNA/CGTP-IN comemora hoje 43 anos de existência e de luta por melhores condições de trabalho e de vida no distrito de Portalegre.

Como forma de assinalar esta data, a USNA, juntamente com todo o movimento sindical unitário da região arranca hoje com uma campanha de sindicalização em vários locais de trabalho do Alto Alentejo.

Esta campanha tem como objectivo consciencializar os trabalhadores para a importância da sua organização e unidade na defesa dos seus direitos, porque juntos somos de facto mais fortes.

Este aniversário coincide com mais um momento determinante de mobilização nacional dos trabalhadores. Está convocada pela CGTP-IN uma concentração nacional, frente à Assembleia da República, para o próximo dia 6, sexta-feira. Neste dia, será discutida a proposta de lei que resultou do último acordo de concertação social assinado pelo Governo, associações patronais e UGT. Este é um acordo que a CGTP-IN não assinou e que merece o repúdio de todos os trabalhadores pois não só perpetua a precariedade, a caducidade da contratação colectiva e os baixos salários, como vai mais longe na exploração dos trabalhadores, aumentando o periodo experimental para os trabalhadores à procura do 1º emprego e desempregados de longa duração, alarga o período e o âmbito de aplicação dos contratos de muito curta duração e prevê a criação de um banco de horas grupal. Existem pré-avisos de greve emitidos por sindicatos da CGTP-IN em alguns sectores como é o caso das cantinas dos Hospitais e a USNA, organiza mais uma vez, transporte da região até Lisboa.

Greve às avaliações – dia 18 Junho 2018 – Forte adesão no distrito de Portalegre

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A greve às avaliações convocada pelos sindicatos da Fenprof iniciou-se ontem, dia 18 de Junho, com forte adesão na maioria das escolas do distrito de Portalegre. 
 
Em 8 agrupamentos/escolas, – os Agrupamentos de Escolas de Arronches, Avis, AE nº1 de Elvas – Boa Fé, na Escola Secundária D. SanchoII de Elvas, nos Agrupamentos de Gavião, Monforte, AE nº1 de Portalegre – José Régio e na Escola Secundária S. Lourenço em Portalegre, – a greve teve 100% de adesão não se realizando nenhum dos Conselhos de Turma de avaliação que estavam agendados.
 
Em alguns agrupamentos as reuniões só têm início hoje, dia 19 de Junho – AE de Ponte de Sôr, AE nº 1 de Elvas – Stª Luzia, AE de Castelo de Vide e AE de Marvão.
 
Com a excepção do Agrupamento de Sousel, onde não se registou adesão à greve, em todos os restantes agrupamentos de escolas houve reuniões que não se realizaram, com valores entre os 70% e os 30% de reuniões não realizadas.

A luta dos professores prevê-se muito forte e prolongada

Os professores lutarão o tempo que for necessário pelo direito a serem contabilizados os 9 Anos, 4 Meses e 2 Dias em que a carreira esteve congelada, mas durante os quais sempre trabalharam empenhadamente com os seus alunos, pela Escola Pública e para o país. Os professores não deixarão que apaguem um único desses dias, pois, usando uma expressão popular, não estiveram a trabalhar para aquecer. O governo terá de entender isto, sob pena de não entender nada do que se está a passar.

Os professores estão disponíveis para negociar, sim, mas o prazo e o modo de recuperar todo o tempo de serviço cumprido, tal como consagra a Lei do Orçamento do Estado, como confirma a Resolução 1/2018 da Assembleia da República e como decorre da Declaração de Compromisso assinada em 18 de novembro de 2017. Quanto ao tempo de serviço a recuperar, como o Senhor Primeiro-Ministro ainda ontem demonstrou saber, são 9 Anos, 4 Meses e 2 Dias.

A luta dos professores, porém, não se esgota na recuperação do tempo de serviço. Com ela, exigem, ainda, a aprovação de regras específicas de aposentação que contribuam para o inadiável rejuvenescimento da profissão, medidas que garantam horários de trabalho com 35 horas efetivas e um regime justo de concursos que, simultaneamente, combata a precariedade.

É com estes objetivos reivindicativos que os professores iniciaram ontem, 18 de junho, uma greve que, de acordo com os pré-avisos já entregues, se poderá manter até 13 de julho. A disponibilidade dos sindicatos da FENPROF para negociar é total, aguardando uma proposta que seja uma base negocial aceitável. Para que o seja, não poderá tocar no que é inviolável: o tempo de serviço cumprido pelos professores e, até agora, não contabilizado – 9 Anos, 4 Meses e 2 Dias.

 

A Direção Distrital de Portalegre do SPZS

Greve dos trabalhadores da saúde também no distrito de Portalegre

greve 15jun saude-minOs trabalhadores do sector da saúde estiveram em greve na passada sexta-feira, dia 15 de junho.

A adesão dos trabalhadores de todo o país a esta greve, convocada pelos sindicatos da Função Pública da CGTP-IN, foi bem demonstrativa do seu descontentamento em relação à falta de trabalhadores em vários serviços, hospitais e centros de saúde, à desvalorização das suas carreiras e várias outras matérias como o atraso no processo de regularização da situação dos trabalhadores com contrato de trabalho precário e o não cumprimento do direito ao abono para falhas.

No distrito de Portalegre a adesão à greve foi de 100% no Centro de Saúde de Campo Maior levando ao seu encerramento, registando-se diferentes niveis de adesão nos turnos dos Hospitais de Elvas e de Portalegre, e ainda em Centros de Saúde como Alter do Chão, Elvas e Castelo de Vide.

Greve nos hospitais em Évora

hospitalA União dos Sindicatos do Distrito de Évora, saúda  a coragem e a determinação dos trabalhadores da saúde que por todo o país, por todo o distrito e em particular os do Hospital Espírito Santo, EPE de Évora, aderiram à greve nacional convocada para hoje dia 15 Junho pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais. Continuar a ler