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PRÉ-AVISO DE GREVE Dia Nacional de Luta – 7 de Julho de 2022

Nos termos e para os efeitos do art.º 57.º da Constituição da República Portuguesa e nos termos dos art.ºs 530º e seguintes do Código do Trabalho, aprovado pela Lei nº 7/2009, de 12/2, comunica-se que os trabalhadores das empresas abrangidas pelos âmbitos dos Sindicatos filiados

GRANDE ADESÃO À GREVE NA AMORIM FLORESTAL

Os trabalhadores da Amorim Florestal, em Ponte de Sor aderiram massivamente à greve de hoje, pelo aumento dos salários e pela exigência de diuturnidades para todos. Ao piquete de greve, com cerca de uma centena de trabalhadores, juntaram-se também os trabalhadores da Unidade de Salteiros.

GREVE DOS TRABALHADORES DA AMORIM FLORESTAL – 1 Junho 2022

   Respondendo ao apelo da FEVICCOM, para que os trabalhadores corticeiros fizessem ouvir a sua voz de descontentamento face à insuficiente proposta negocial patronal, para o aumento dos salários, os trabalhadores da Amorim Florestal – Unidade de Ponte de Sor decidiram, em plenário geral, avançar

PRÉ-AVISO DE GREVE Dia Nacional de Luta – 7 de Julho de 2022

Nos termos e para os efeitos do art.º 57.º da Constituição da República Portuguesa e nos termos dos art.ºs 530º e seguintes do Código do Trabalho, aprovado pela Lei nº 7/2009, de 12/2, comunica-se que os trabalhadores das empresas abrangidas pelos âmbitos dos Sindicatos filiados na FEVICCOM irão levar a efeito uma greve no dia 7 de Julho, das 00h00 às 24h00.

O objectivo da greve é a imperiosa necessidade de aumentar os salários, avançar nos direitos e valorizar os trabalhadores.

A segurança e manutenção dos equipamentos e instalações durante o período de greve (nº 1, do art.º 537º da Lei nº 7/2009) serão assegurados pelos trabalhadores nos mesmos moldes em que o são nos períodos de interrupção de funcionamento ou de encerramento e que sempre se têm revelado suficientes.

Lisboa, 21 de Junho de 2022

A Direcção Nacional da FEVICCOM

(Publicado no jornal Público, de 22/06/2022).

GRANDE ADESÃO À GREVE NA AMORIM FLORESTAL

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Os trabalhadores da Amorim Florestal, em Ponte de Sor aderiram massivamente à greve de hoje, pelo aumento dos salários e pela exigência de diuturnidades para todos.
Ao piquete de greve, com cerca de uma centena de trabalhadores, juntaram-se também os trabalhadores da Unidade de Salteiros.
A greve continua até às 24h00 deste dia 1 de Junho.

GREVE DOS TRABALHADORES DA AMORIM FLORESTAL – 1 Junho 2022

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Respondendo ao apelo da FEVICCOM, para que os trabalhadores corticeiros fizessem ouvir a sua voz de descontentamento face à insuficiente proposta negocial patronal, para o aumento dos salários, os trabalhadores da Amorim Florestal – Unidade de Ponte de Sor decidiram, em plenário geral, avançar para a greve no próximo dia 1 de Junho, data que coincide com mais uma ronda negocial em Santa Maria de Lamas.

NEGOCIAÇÕES SALARIAIS DO CCT INDÚSTRIA CORTICEIRA

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 DAR VOZ AO NOSSO DESCONTENTAMENTO!

O momento que vivemos reclama como prioridade o aumento significativo dos salários para recuperação do nosso poder de compra, face a uma inflação dos preços dos serviços e bens essenciais que está a corroer os nossos rendimentos.

Na primeira reunião de revisão salarial do CCT da Indústria Corticeira, no dia 17 de Maio, em Santa Maria de Lamas, a contraproposta patronal ficou-se pelos 17,39€, ou seja, 2,1% sobre o actual salário do Grupo XIV (828,00€) e 5,90€ para o subsídio de refeição durante dois anos.

São 58 cêntimos de “aumento” salarial, por dia,

quando a inflação já atingiu os 7,2% em Abril!

Esta posição patronal, para além de apostar na redução do nosso poder de compra face a uma inflação galopante, persiste em aproximar o nosso salário do salário mínimo nacional!

Estamos perante uma desconsideração aos trabalhadores corticeiros, que justifica e merece uma resposta.

Não podemos continuar a ser lembrados para trabalhar e esquecidos para receber!

A proposta sindical, reformulada, foi de aumento de 60€ nos salários e de 7€ como valor do subsídio de refeição, para além da valorização dos subsídios de turno, de trabalho nocturno e de trabalho nos feriados, 25 dias úteis de férias para todos e a introdução das diuturnidades para os trabalhadores fabris, em função da sua antiguidade na empresa.

 É hora de perder a paciência e unir forças 

para alcançar melhores salários e afirmar os nossos direitos!

É preciso que as administrações das empresas corticeiras, na próxima reunião de negociações no dia 1 de Junho, sintam o descontentamento que reina no seio dos trabalhadores face à desconsideração e às injustiças laborais e sociais que se vêm acumulando ao longo do tempo.

Este é o tempo de dar a palavra aos trabalhadores para que nos próximos Plenários se façam ouvir a uma só voz pela defesa da sua dignidade, a valorização dos seus salários e a afirmação dos seus direitos.

A FORÇA DA RAZÃO É A RAZÃO DA NOSSA LUTA!

FEVICCOM, 18 Maio 2022

18° Congresso da FSM em Roma dias 6, 7 e 8 de Maio 2022

18° Congresso da FSM
Roma dias 6, 7 e 8 de Maio 2022
Online na União de Sindicatos de Lisboa – Portugal
A FEVICCOM marca presença representada pelos os membros da DN,
Pedro Milheiro e Nuno Gonçalves.
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HÁ QUE PERDER A PACIÊNCIA E LUTAR PELO AUMENTO DOS SALÁRIOS

HÁ QUE PERDER A PACIÊNCIA E LUTAR PELO AUMENTO DOS SALÁRIOS! 

A inflação em Março atingiu os 5,3%, enquanto os nossos salários continuam a perder poder de compra.

A verdade é que o aumento do custo de vida é tanto maior quanto menor for o salário.

Ao contrário do que nos querem fazer crer, a subida da inflação não radica nos aumentos salariais mas sim na escalada dos preços dos factores de produção, como a energia, os combustíveis, os cereais e na especulação que lhes está associada.

A vida confirma que, nos últimos anos, apesar da reposição e ligeira melhoria de rendimentos, a inflação manteve-se relativamente baixa.

Fica claro que não são os salários que promovem a espiral inflacionista.

Ao invés, eles são determinantes para a dinamização da economia, a criação de emprego, a sustentabilidade financeira da Segurança Social e o reforço das funções sociais do Estado. 

A questão de fundo assenta na necessidade imperativa de aumentar os salários para promover uma justa distribuição da riqueza nacional e melhorar as condições de vida das nossas famílias.

Não aceitamos que os lucros do patronato sejam endeusados e os nossos salários espezinhados! 

Não nos conformamos nem nos calamos, pelo que pagamos e não recebemos!

Há que perder a paciência com a política que fomenta os baixos salários, desvaloriza as profissões e as competências, desregula os horários e coloca a prazo a nossa vida laboral.

Há que perder a paciência com os interesses económicos especulativos e com os sucessivos aumentos dos preços de bens e serviços que corroem o nosso poder de compra.

Há que perder a paciência e lutar pelo aumento geral dos salários!

                    Abril. 2022

A unidade dos trabalhadores da CIMPOR produz resultados!

 

FEVICCOM

Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro
Rua Cidade de Liverpool, nº 16 – Pisos 01 e 1 – 1170-097 LISBOA – Tel. 21 881 8585 – Fax: 21 881 8599 – geral@feviccom.pt

Fruto da unidade, da participação dos trabalhadores e da possibilidade de avançarem para a greve ainda em Abril, foi possível chegar ao seguinte resultado na reunião de negociações do AE CIMPOR, no dia 6 de Abril:

  • SALÁRIOS:

- 2% com aumento mínimo de 40,00€, de Janeiro a Junho

- 2% com aumento mínimo de 55,00€ (ou seja, mais  15,00€), de Julho a Dezembro

  • ANUIDADES:

- 14,80€, até 16 anos (acréscimo de 2,6%)

- 1,90€, mais de 16 anos (acréscimo de 4,3%)

  • SUBSÍDIO DE REFEIÇÃO:

- 10,50€ (acréscimo de 2,1%)

  • HORÁRIO DE TRABALHO:

- Constituição de um grupo de trabalho com representantes sindicais e da empresa para apresentar conclusões até Setembro de 2022, sobre a uniformização das 37,5h para todos os trabalhadores. 

Estas e outras matérias relacionadas com as condições de trabalho serão tratadas nos próximos Plenários de Trabalhadores a realizar:

- 2ª feira, 11 de Abril: CP ALHANDRA – 15h30

- 3ª feira, 12 de Abril: CP LOULÉ – 15h00

- 4ª feira, 13 de Abril: CP SOUSELAS – 15h30 

JUNTOS CHEGÁMOS ATÉ AQUI.

Juntos vamos continuar a melhorar as condições de vida e de trabalho. 

TODOS AOS PLENÁRIOS!

A Direcção Nacional

            7 de Abril de 2022

Sindicatos da FEVICCOM na Manifestação de Jovens Trabalhadores, no Porto

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Sindicatos da FEVICCOM na Manifestação de Jovens Trabalhadores, em Lisboa

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Trabalhadores da Cerâmica do Minho preocupados com risco de encerramento de Empresas!

|Notícia publicada por:Redação "O Minho"
(Jornal Digital da Região do Minho),em 16/03/2022|

Trabalhadores temem novos ‘lay-off’ e encerramentos de Empresas!…

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O Sindicato dos Trabalhadores da Cerâmica do Norte (SCMPVCN) disse hoje estar preocupado com situação dos funcionários daquele sector, perante o risco de novos “lay-off” e de encerramentos de empresas, decorrentes do aumento dos custos de produção.

“Temos recebido alguns contactos de trabalhadores preocupados com a cessação de contractos, uma vez que o aumento do custo das energias tem sido brutal. Há aqui o risco, que já tem sido avançado, de alguns pedidos de recurso a novos “lay-off” simplificados ou até encerramento de indústrias”, observou Afonso Graçoeiro, Coordenador do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Construção, Cerâmica, Cimentos e Similares, Madeiras, Mármores e Pedreiras de Viana do Castelo e Norte (SCMPVCN).

Indicou que o sindicato foi contactado por trabalhadores de municípios como Barcelos e Famalicão, Afonso Graçoeiro classificou as ajudas anunciadas pelo Governo para fazer face aos aumentos dos custos de produção, nomeadamente ao aumento dos combustíveis, decorrentes da ofensiva militar na Ucrânia, como “um paliativo” que “acaba por não proteger” os postos de trabalho.

“O que nos preocupa é que sejam os trabalhadores mais uma vez a pagar a factura e ter mais uma vez a corda no pescoço”, insistiu.

O sindicalista considera que mais uma vez são os trabalhadores, cujo vencimento é na sua maioria igual ao salário mínimo nacional, a “pagar a factura”, não tendo garantidos os seus postos de trabalho.

“Consideramos que deve haver uma intervenção do Governo, mas esse apoio que sirva para proteger trabalho e os postos de trabalho”, afirmou, lamentando que os lucros não tenham sido canalizados pelas empresas para o investimento em energias renováveis.

“Estamos a falar de sectores que, segundo a APICER [Associação Portuguesa das Indústrias de Cerâmica e de Cristalaria], tiveram no último ano aumentos de 20% e não tiveram cuidado de proteger a produção investindo em fontes de energia renovável, optaram de ficar com os lucros”, observou.

Na terça-feira, o presidente da APICER, José Sequeira, revelou, em declarações à Lusa, que sete empresas do sector da cerâmica na região do Centro estão paradas devido à escalada dos preços da energia, abrangendo cerca de mil trabalhadores, mas o número deverá aumentar em Abril.

“Preocupam-nos muito essas sete empresas, mas preocupa-nos muito mais a perspectiva de que, no mês de Abril, esse número possa ser bastante superior”, frisou, à data, o dirigente, alertando para que, “nas atuais circunstâncias, é impossível manter a laboração”.

O problema vai surgindo “à medida que as empresas têm que fazer a renovação dos seus contractos de fornecimento de energia” e são confrontadas com os novos preços, explicou.

Na semana passada, também em declarações à Lusa, o presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho dizia-se preocupado com o impacto da ofensiva russa na Ucrânia está a ter na região, deixando um apelo ao Governo para que rapidamente baixe o Imposto sobre os Combustíveis (ISP).

“Eu tenho casos de empresas na indústria da cerâmica com aumentos do preço do gás natural na ordem dos 600%. Como é que é possível repercutir isso no cliente final?”, afirmou, na altura, Nuno Botelho, defendendo medidas urgentes para travar encerramentos de empresas.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 691 mortos e mais de 1.140 feridos, incluindo algumas dezenas de crianças, e provocou a fuga de cerca de 4,8 milhões de pessoas, entre as quais três milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.