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Movimento sindical do distrito de Portalegre assinala o aniversário da CGTP-IN com intervenção sindical

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O dia 1 de Outubro de 2021, data em que se assinalam 51 anos desde a criação da maior organização social do país, a CGTP-IN, foi assinalado no Norte Alentejano, com acções de afirmação da liberdade sindical:

- Reunião de trabalhadores na empresa EPAL/VT, na ETAR de Portalegre, convocada e dirigida pelo STAL, em que os trabalhadores decidiram intensificar a luta pela aplicação do Acordo Colectivo de Trabalho.

- Nova afixação de faixas e pendões sindicais pelo SPZS, com o apoio da USNA e do STFPSSRA, na sede do Agrupamento de Escolas de Nisa e resgate da faixa mandada retirar pela segunda vez pela vereadora da educação da CM de Nisa.

Nos últimos 51 anos ficou mais do que claro que, em primeiro lugar, é sempre possível, com a luta dos trabalhadores, melhorar as condições de trabalho e de vida, e em segundo lugar, que só é possível defender os direitos que conquistamos através do seu exercício.

Dia 1 de Outubro, nos locais de trabalho, evocamos a CGTP-IN, legitima herdeira da luta dos trabalhadores, com os olhos postos no futuro, afirmando que os trabalhadores podem contar, como sempre contaram, com a CGTP-IN.

 

 

 

Prossegue a retirada de faixas sindicais em Nisa

spz_nisa_3-minO SPZS, Sindicato dos Professores da Zona Sul, avança com uma acção de mobilização de professores e da população em geral em torno de uma reivindicação justa e urgente: 6% do Orçamento de Estado para a educação.
A Sra. Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Nisa, seguindo os passos da Sra. Presidente de Câmara Idalina Trindade, não só mandou retirar a faixa colocada na sede do Agrupamento de Escolas de Nisa como informou a FENPROF da sua atitude, alegando que o sindicato tinha de pedir autorização.
Prontamente lhe foi explicado que se trata de um edifício público e que o que estava em causa era uma acção sindical protegida pela lei e pela Constituição da República Portuguesa(documento que os autarcas deveriam no mínimo conhecer).
Também o Sr. Doutor Director do Agrupamento de Escolas de Nisa foi informado pelo SPZS do que tinha acontecido. O Sr. Director fez saber de que não se tratam de assuntos da sua responsabilidade.
A defesa da lei, da democracia, da Constituição é da responsabilidade de todos.
É preciso continuar a afirmar a liberdade de esclarecer e mobilizar por isso o SPZS resgatou a faixa dos Estaleiros do Município de Nisa e colocou-a novamente onde deve estar: num edifício público, que é de todos, para que professores e toda a restante comunidade educativa fique a conhecer que ainda vale a pena e é possível continuar a defender a escola pública.

Greve dos trabalhadores das empresas do sector privado rodoviário de passageiros nos próximos dias 20 de Setembro e 1 de Outubro

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Este é mais um sector onde a generalidade dos salários ronda já o salário mínimo nacional devido a um bloqueio negocial da contratação colectiva.

Fartos de apresentar propostas à ANTROP (Associação patronal do sector privado rodoviário de passageiros) e de não obter respostas, a FECTRANS/CGTP-IN, Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações, juntamente com mais 2 organizações sindicais do sector, avançou com a convocação de greves nacionais para que sejam os trabalhadores a mostrar que não aceitam a desvalorização dos seus salários, exigindo:

- o aumento imediato do salário base do motorista para 750 Euros;

- actualizações salariais dos demais trabalhadores na mesma percentagem;

- actualização do subsídio de refeição;

- redução do intervalo de descanso para o máximo de 2 horas.

A greve abrange os trabalhadores da Rodoviária do Alentejo e Rede Nacional de Expressos que asseguram o transporte de passageiros no distrito de Portalegre.

Circuito Nacional de Denúncia em Portalegre: Trabalhadores da Valnor em luta

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Tribuna Pública e desfile para denunciar salários de miséria e incumprimentos no grupo EGF/Mota&Engil

O STAL e a FIEQUIMETAL promovem esta segunda-feira (30 de Agosto), às 10.00h, uma Tribuna Pública em Portalegre (na Praça da República) para dar a conhecer publicamente os graves problemas que afectam os milhares de trabalhadores do grupo EGF/Mota&Engil, entre eles os trabalhadores da VALNOR, privatizada em 2014, seguindo-se um desfile até à Praça do Município para entregar – na Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo e na Autoridade para as Condições de Trabalho – a resolução “Pelo Direito à Negociação Colectiva: Salários Dignos, Respeito Pelas Categorias, Subsídio de Risco”.

Esta acção de protesto – cujo um dos objectivos é refirmar a defesa dos direitos e das propostas reivindicativas apresentadas pelo Sindicato, que a empresa, de forma sistemática, tem procurado ignorar – insere-se no “Circuito Nacional de Denúncia”, iniciativa que está a decorrer por todo o País, nos locais de trabalho das várias empresas da EGF/Mota&Engil e nas localidades onde estas se situam.

Através de tribunas públicas, plenários, concentrações e desfiles, centenas de trabalhadores, dirigentes e activistas sindicais têm tornado público o seu descontentamento devido aos graves problemas laborais com que os milhares de trabalhadores se debatem nas empresas do referido grupo, cuja administração tem procurado fugir à discussão séria dos problemas, dos cadernos reivindicativos e da proposta de Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) há muito apresentada pelo STAL, e com adesão da FIEQUIMETAL, numa clara estratégia de aprofundar a exploração do trabalho, pagando salários de miséria, precarizando os vínculos laborais, discriminando trabalhadores, desrespeitando e violando direitos. Em suma, dividir para reinar.

Mas tal estratégia não surtirá qualquer efeito, porque os trabalhadores não desistem, e já deram provas da sua unidade, firmeza e da força das suas convicções e reivindicações, nomeadamente:

- A negociação urgente de um ACT que uniformize as regras laborais para todos os trabalhadores e todas as empresas do Grupo, que promova e garanta a valorização remuneratória, a dignificação profissional e a qualidade do serviço público prestado;

- O aumento imediato dos salários e de outras prestações pecuniárias, nomeadamente, do subsídio de refeição e de transporte, de forma a repor o poder de compra perdido nos últimos anos;

- Regulamentação e aplicação do suplemento de insalubridade, penosidade e risco;

- Atribuição de um subsídio de risco extraordinário, no quadro do surto epidémico do novo coronavírus;

- A valorização das carreiras profissionais, garantindo a progressão e a promoção;

- A melhoria e o pleno respeito pelas normas de saúde e segurança no trabalho.

A Luta dos trabalhadores prossegue

No actual contexto pandémico, os trabalhadores nunca negaram esforços, cumprindo os seus deveres profissionais e assumindo o seu compromisso com as populações. A resposta da EGF/Mota&Engil a esse esforço e dedicação é a ausência de reconhecimento e compensação do risco, e o bloqueio da negociação da contratação colectiva, levando a que os problemas se acumulem, arrastem e agravem, com forte impacto negativo na vida dos trabalhadores e na qualidade da prestação dos serviços.

E sem respostas aos problemas que a pandemia veio agravar, a luta dos trabalhadores irá prosseguir, denunciando, protestando e, principalmente, continuando a exigir soluções para os problemas, já que o enorme esforço feito pelos trabalhadores, em particular neste último ano e meio, tem de ser respeitado e compensado, sem mais delongas ou desculpas!

O STAL e a FIEQUIMETAL defendem a reversão da privatização da EGF, para garantir uma política de resíduos norteada por razões ambientais e pela defesa do interesse público, e não pelo lucro. E os municípios, enquanto accionistas (ainda que minoritários) das empresas do grupo EGF/Mota&Engil, têm de assumir as suas responsabilidades e garantir a defesa das respectivas populações, de serviços públicos de qualidade, do trabalho com direitos, assim como contribuir, activamente, para a melhoria das condições laborais nas empresas que lhes prestam serviços e nas quais participam.

Só assim será possível respeitar plenamente os direitos das populações e dos trabalhadores. Por isso, esta é uma luta de todos!

As direcções do STAL e da FIEQUIMETAL

O Depº de Informação da USNA/cgtp-in

 

Exposição sobre os 50 anos da CGTP-IN no Mercado Municipal de Portalegre

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Até 23 de Julho, no Mercado Municipal de Portalegre, todos podem visitar a exposição dos 50 anos da CGTP-IN e conhecer a história da maior organização social do país.

A sessão de inauguração teve lugar na passada sexta-feira, dia 16, e contou com a presença da Secretária-Geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha.

STFPSSRA organiza plenários nas escolas

plenario STFPSSRA escola Monforte 07072021No âmbito da Jornada Nacional de Acção e Luta convocada pela CGTP-IN e que decorre desde o dia 21 de Junho até ao próximo dia 15 de Julho, o STFPSSRA – Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Estado do Sul e Regiões Autónomas, está a organizar plenários nas escolas do Distrito de Portalegre.

O objectivo destes plenários, como o que teve lugar ontem, dia 7 de Julho, na escola de Monforte, é discutir e esclarecer os trabalhadores relativamente a questões ligadas às suas carreiras, que foram destruídas há mais de uma década. É urgente e possível reverter esta situação, recuperar carreiras e salários aos trabalhadores não docentes, combater a Municipalização e acabar com a portaria de rácios, desbloqueando a contratação de todo o pessoal necessário para as escolas.

STFPSSRA organiza plenários no sector social

plenario STFPSSRA APPACDM 07072021No âmbito da Jornada Nacional de Acção e Luta convocada pela CGTP-IN e que decorre desde o dia 21 de Junho até ao próximo dia 15 de Julho, o STFPSSRA – Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Estado do Sul e Regiões Autónomas, está a organizar plenários em várias instituições do sector social no Distrito de Portalegre.

O objectivo destes plenários, como o que teve lugar ontem, dia 7 de Julho, na APPACDM em Portalegre, é mobilizar os trabalhadores, “fartos de ter baixos salários, de assistir ao incumprimento das disposições sobre horários de trabalho e ao desrespeito pelos conteúdos funcionais e profissões”, em torno de um abaixo-assinado que será remetido ao presidente da CNIS, onde exigem aumentos salariais dignos, o cumprimento integral dos horários de trabalho e a observância integral dos conteúdos funcionais.

 

 

Trabalhadores das Cantinas e Refeitórios em Greve

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Trabalhadores das Cantinas e Refeitórios em Greve, entre eles as trabalhadoras das cantinas e refeitórios dos Hospitais de Elvas e de Portalegre, concentraram-se hoje, dia 17 de Maio, frente à sede AHRESP - Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, em Lisboa, por aumentos salariais dignos e justos para 2021, defesa dos direitos dos trabalhadores e negociação do Contracto Colectivo de Trabalho.
Os salários dos trabalhadores das cantinas, refeitórios e bares concessionados são muito baixos. É um trabalho assegurado sobretudo por mulheres que trabalham 10 e 12 horas nas cantinas hospitalares, lares, fábricas de refeições etc, e que durante a pandemia estiveram sempre na linha da frente.
Não há nenhuma razão para o sector não pagar melhores salários. Apesar das diversas promessas da AHRESP de pretender negociar com a Federação dos Trabalhadores da Agricultura, Alimentação, Bebidas e Turismo de Portugal (FESAHT) um acordo desde o longínquo ano de 2003, o certo é que não aceita propostas que melhorem as condições de vida dos trabalhadores. Pelo contrário, as propostas da AHRESP são sempre de baixos salários, tendo como base o salário mínimo nacional, de forma a garantir os trabalhadores o maior tempo disponível para explorar.
Prova disso é a denuncia que a AHRESP fez do CCT das Cantinas e Refeitórios, acordado com a FESHAT em 2019, para requerer a sua caducidade, ficando demonstrado mais uma vez que o diálogo da AHRESP de boa fé negocial neste processo é retórica.
Mas os trabalhadores não vão desistir de lutar pela valorização da profissão e o Contracto Colectivo de Trabalho!
O protesto de hoje contou com a presença solidária da Secretária-Geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha.
A LUTA CONTINUA!

Trabalhadores da Hutchinson em luta por aumentos salariais dignos

faixa site sul-minAnos e anos sem aumentos salariais dignos, valorização das categorias e melhoria das condições de trabalho vêm agudizando o enorme descontentamento dos trabalhadores da Hutchinson face aos aumentos aplicados e à ausência de respostas ao conjunto de reivindicações que constam do Caderno Reivindicativo apresentado à empresa pelo SITE Sul.

Em luta por melhores salários e por uma resposta efectiva às justas reivindicações, os trabalhadores reafirmam que não aceitam esta política de baixos salários que querem impor, que de uma maneira geral são absolutamente miseráveis, ainda mais se se tiver em conta que a empresa tem vindo a facturar milhões nos últimos anos.

Reafirmam que não aceitam a política de baixos salários numa empresa que tem milhões de Euros de lucro e paga salários iguais ou quase iguais ao Salário Mínimo Nacional a trabalhadores que dando o melhor todos os dias em prol da empresa não saem do limiar da pobreza.

Os trabalhadores da Hutchinson reafirmam e lembram que são eles que têm estado sempre disponíveis e atentos às necessidades da empresa, mesmo durante a Pandemia, que são exemplo e, convêm não esquecer, recorreram a férias mesmo num período em que não eram obrigados a aceitar, foram confrontados com banco de banco de horas e Lay off. Chegados a esta altura, vêm que todo esse esforço foi em vão e que não está a ser devidamente reconhecido.

 

É tempo de dizer basta! 

Por tudo isto, os trabalhadores da Hutchinson – Borrachas de Portalegre exigem:

- Aumentos salariais dignos e justos para todos os trabalhadores;

- Valorização das categorias profissionais;

- Respostas concretas ao conjunto de reivindicações que constam do caderno reivindicativo apresentado pelos trabalhadores;

- Reunir com a empresa para discutir os problemas dos trabalhadores.

 

É inaceitável que a empresa se recuse a receber o Sindicato para reunir.

Lutar pela dignificação no trabalho! 

Mais e melhor emprego, salários dignos e justos! 

A luta vai continuar!

 

(fonte: SITE-SUL)

Hutchinson contra os direitos da parentalidade

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 Em Portalegre, na fábrica da Hutchinson, mais uma vez a Covid-19 serve para impor bancos de horas aos trabalhadores, aproveitando as fragilidades dos contratos precários e a necessidade dos trabalhadores ficarem em casa com os seus filhos em consequência do agravamento e alargamento do Estado de Emergência que fechou creches e escolas.

A Hutchinson pressiona trabalhadores com vínculos precários a aceitar “banco de horas negativo” para poderem ficar em casa com filhos menores de 12 anos, fazendo uso da ameaça de despedimento caso os trabalhadores entreguem a declaração de “apoio excepcional à família”.

Temos conhecimento que já foram mesmo despedidos alguns trabalhadores que entregaram esta declaração e se recusaram a aceitar o banco de horas e a compensar a empresa posteriormente pelo tempo em que são forçados a ficar em casa com os filhos, exercendo um direito consagrado na lei.

O SITE SUL apela mais uma vez à sindicalização e à organização e luta dos trabalhadores, único caminho para impedir que a Hutchinson continue a desenvolver impunemente este tipo de ofensivas contra os direitos dos trabalhadores.

Fonte: SITE-SUL