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Todos à manifestação nacional de 15 de novembro!

20181108_131047-minA apenas 3 dias da manifestação nacional convocada pela CGTP-IN para a próxima quinta-feira, dia 15 de Novembro, a União dos Sindicatos do Norte Alentejano e estruturas sindicais do distrito de Portalegre fazem o balanço do contacto com os trabalhadores da região no âmbito da divulgação desta jornada de luta: perto de 3 dezenas de locais de trabalho e mais de 1 milhar de trabalhadores contactados.

Uma intensa actividade reivindicativa conduziu à convocação de um dia de luta convergente, de envolvimento de todos os trabalhadores, de vários sectores. Um dia de luta em que se pretende dar visibilidade ao justo descontentamento dos trabalhadores portugueses relativamente à forma como é distribuída a riqueza, que leva à prática generalizada de baixos salários.

Convocada a manifestação nacional, foi objectivo da estrutura da CGTP-IN não deixar que esta passasse despercebida, dando a conhecer a todos que o que levará à rua milhares de trabalhadores é um sentimento de indignação que atinge todos os que vivem da sua força de trabalho.

Das grandes concentrações de trabalhadores do distrito como a Delta, a Hutchinson, a Amorim, a Dardico, até às mais pequenas como o Matadouro Regional de Sousel, a Unicer, a Incopil, as cantinas escolares e as unidades hoteleiras, as razões da nossa luta e a forma de participar chegaram a trabalhadores um pouco por todo o lado.

A União dos Sindicatos renova o seu apelo à participação de todos na manifestação nacional de 15 de Novembro, porque todos têm direito ao trabalho com direitos!

Escolas, Centros de Saúde, Finanças e Serviços da Administração Local encerrados no distrito de Portalegre

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Os trabalhadores da Administração Pública, Local e Regional estão hoje em luta em todo o país. Com uma forte adesão à greve convocada pela Frente Comum, os trabalhadores do sector público deram corpo e unidade ao seu descontentamento e justas reivindicações em torno da valorização do seu trabalho, das suas carreiras, pela actualização da tabela remuneratória única que regulamenta os seus salários e que tem ainda como vencimento base 450 Euros, contra a precariedade.

No distrito de Portalegre estiveram encerradas as escolas da cidade de Portalegre e ainda agrupamentos, escolas do 1º, 2º e 3º ciclo e jardins de infância em diversas vilas como Campo Maior, Arronches, Castelo de Vide, Avis, Crato, Marvão, Nisa, Gavião, Fronteira e Monforte, num total de 23 escolas. No sector da saúde destaca-se a adesão à greve a rondar os 100% nos centros de saúde de Castelo de Vide, Alter do Chão, Campo Maior e Ponte de Sôr e ainda nas consultas externas, radiologia, laboratório e farmácia do Hospital de Portalegre e de farmácia no Hospital de Elvas. A greve conduziu ainda ao encerramento do Serviço de Finanças de Monforte e do Município de Avis. Registou-se ainda, no sector da administração local, a adesão à greve de 90% dos trabalhadores do sector dos transportes colectivos da cidade de Portalegre.

Por todo o distrito, à semelhança do resto do país, houve trabalhadores em greve em todos os serviços públicos, uma luta que sendo em defesa de mais e melhores serviços públicos só poderá contar com o apoio solidário de toda a população.

Semana de luta com forte adesão dos professores

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Os professores e Educadores iniciaram ontem uma greve que decorrerá de 1 a 4 de Outubro pela recuperação de 9 anos, 4 meses e 2 dias de tempo de serviço congelado e por um conjunto de questões relevantes da sua carreira: a aposentação e o desgaste dos docentes, os horários de trabalho e a vinculação dos professores com contratos a termo. Esta greve culmina numa manifestação no Dia Mundial do Professor, dia 5 de Outubro, sexta-feira, em Lisboa.

Hoje, dia 2 de Outubro, o foco da greve é na zona sul do país, no Algarve e nos distritos do Alentejo.

No distrito de Portalegre, a greve teve forte expressão em muitas escolas, como nos Agrupamentos de Arronches, Fronteira, Centro Escolar de Campo Maior, nas escolas da cidade de Portalegre, EB2,3 José Régio, Escola Secundária S. Lourenço, houve escolas nas quais a adesão dos professores foi significativa, destacando-se a Escola Básica do 1º Ciclo do Atalaião em Portalegre, em que adesão à greve foi de 100% ou ainda a Escola Básica do 1º Ciclo e Jardim de Infância da Praceta, também em Portalegre, com uma adesão de 75%.

Cientes de que o tempo é este, à prepotência do governo neste processo e ao desrespeito que manifesta pelos professores, estes respondem com uma grande greve e, no dia 5 de Outubro, também os professores da nossa região rumarão a Lisboa estando os transportes a cargo do Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS – FENPROF).

Enfermeiros em luta hoje e amanhã

hosp ptlg-minFoi superior a 70%, a adesão à greve dos enfermeiros nos Hospitais do distrito de Portalegre, no turno da manhã de hoje.

Esta é uma greve convocada para hoje, dia 20, e para amanhã, dia 21, por várias estruturas sindicais incluindo o SEP – Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, sindicato afecto à CGTP-IN.

Em causa está a proposta do governo de alteração da carreira de enfermagem, proposta que o SEP considera inaceitável porque mantêm a actual estrutura de carreira e não contempla uma nova grelha salarial que vise a valorização remuneratória, rompendo com o protocolo negocial anterior.

Valorizar os profissionais de saúde é fundamental para um serviço nacional de saúde público, universal e de qualidade. A União dos Sindicatos do Norte Alentejano relembra que faltam 150 enfermeiros nos hospitais e centros de saúde do nosso distrito sendo da maior importância a luta destes profissionais para alteração desta situação e para melhores condições de trabalho para a prestação de um serviço de saúde digno.

Faltam enfermeiros no distrito de Portalegre

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O SEP – Sindicato do Enfermeiros Portugueses avalia que fazem falta 150 enfermeiros nos Hospitais de Portalegre, Elvas e Centros de Saúde do distrito de Portalegre.

Face a esta reivindicação, que aponta um número que o sindicato considera o minimo indispensável para evitar a ruptura de serviços e garantir a prestação de um serviço público de saúde de qualidade, a ULSNA – Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano anunciou a contratação de 25 enfermeiros, num concurso público que terminou em dezembro de 2017.

Decorridos 6 meses deste concurso público o Ministério da Saúde autorizou a entrada de apenas 6 enfermeiros, para os 2 hospitais do nosso distrito.

É urgente a contratação de mais enfermeiros em número que permita ao Serviço Nacional de Saúde resolver os graves problemas causados pela carência destes profissionais.

Trabalhadores e utentes têm de se unir pela valorização dos serviços públicos no distrito de Portalegre.

 

Greve dos professores termina hoje com concentrações em todas as capitais de distrito

luta tempo de servico-minProfessores mantêm a disponibilidade para a luta e apoiam a estratégia dos seus sindicatos.

A greve às avaliações pela recuperação de 9 anos, 4 meses e 2 dias de serviço termina hoje, dia 13 de julho, com concentrações em todas as capitais de distrito, em que será discutida a forma de prosseguimento da luta logo no inicio do ano lectivo.

Em Portalegre, valorizando a adesão dos professores do distrito a esta greve que conduziu ao adiamento de dezenas de reuniões de avaliação em várias escolas, a concentração é às 18h no Largo Frederico Laranjo, junto ao Café Central.

 

Sim à Paz! Não à NATO!

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Pela paz e o desarmamento!

Pelos direitos e rendimentos dos trabalhadores e do povo! 

Não à Cimeira da NATO – não ao militarismo e à guerra!

 

O governo do PS quer manter e aprofundar o envolvimento do país no militarismo e na guerra, deixando degradar as nossas condições de trabalho e de vida e comprometendo o futuro do país. O governo do PS – com o apoio do Presidente da República – diz que não há dinheiro para valorizar as carreiras e aumentar salários, para garantir o direito à aposentadoria sem penalizações, para defender e valorizar os serviços públicos e funções sociais do Estado, para o investimento público, para a cultura… mas já há dinheiro para amarrar as nossas forças armadas à estratégia da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), da UE (União Europeia) e das suas potências, agredindo e subjugando países e povos e aumentando as despesas militares do país com este fim. 

É necessária uma forte mobilização dos trabalhadores para denunciar estas prioridades do governo e defender uma outra política, desde já no dia 6 de Julho, em frente à Assembleia da República. 

E é necessária dar-lhe continuidade nos Actos Públicos pela Paz e contra a NATO – que realiza a sua Cimeira em Bruxelas, na Bélgica, a 11 e 12 de Julho. 

Vamos defender a paz e rejeitar o anunciado reforço da acção belicista da NATO, realizando Actos Públicos nas seguintes localidades e datas:

-      Lisboa (9 de Julho, 18h – Largo Camões)

-      Porto (12 de Julho, 18h – Rua de Stª Catarina)

-      Évora (7 de Julho, 11h – Praça do Giraldo)

-      Coimbra (10 de Julho, a partir das 15h – Praça 8 de Maio)

-      Faro (10 de Julho, 18h – Rua de Stº António)

O militarismo e a guerra servem os interesses do grande capital contra os trabalhadores e os povos. Defender os nossos direitos e rendimentos e a valorização do trabalho e dos trabalhadores exige a intensificação da luta pela paz, com o seu carácter solidário, de esquerda, patriótico e ao mesmo tempo internacionalista. 

Vamos mobilizar-nos para gritar bem alto e a muitas vozes:

Sim à Paz! Não à NATO!

43 anos de vida e de luta

aniv usna campanha direitos 04072018-minA União dos Sindicatos do Norte Alentejano – USNA/CGTP-IN comemora hoje 43 anos de existência e de luta por melhores condições de trabalho e de vida no distrito de Portalegre.

Como forma de assinalar esta data, a USNA, juntamente com todo o movimento sindical unitário da região arranca hoje com uma campanha de sindicalização em vários locais de trabalho do Alto Alentejo.

Esta campanha tem como objectivo consciencializar os trabalhadores para a importância da sua organização e unidade na defesa dos seus direitos, porque juntos somos de facto mais fortes.

Este aniversário coincide com mais um momento determinante de mobilização nacional dos trabalhadores. Está convocada pela CGTP-IN uma concentração nacional, frente à Assembleia da República, para o próximo dia 6, sexta-feira. Neste dia, será discutida a proposta de lei que resultou do último acordo de concertação social assinado pelo Governo, associações patronais e UGT. Este é um acordo que a CGTP-IN não assinou e que merece o repúdio de todos os trabalhadores pois não só perpetua a precariedade, a caducidade da contratação colectiva e os baixos salários, como vai mais longe na exploração dos trabalhadores, aumentando o periodo experimental para os trabalhadores à procura do 1º emprego e desempregados de longa duração, alarga o período e o âmbito de aplicação dos contratos de muito curta duração e prevê a criação de um banco de horas grupal. Existem pré-avisos de greve emitidos por sindicatos da CGTP-IN em alguns sectores como é o caso das cantinas dos Hospitais e a USNA, organiza mais uma vez, transporte da região até Lisboa.

Greve às avaliações – dia 18 Junho 2018 – Forte adesão no distrito de Portalegre

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A greve às avaliações convocada pelos sindicatos da Fenprof iniciou-se ontem, dia 18 de Junho, com forte adesão na maioria das escolas do distrito de Portalegre. 
 
Em 8 agrupamentos/escolas, – os Agrupamentos de Escolas de Arronches, Avis, AE nº1 de Elvas – Boa Fé, na Escola Secundária D. SanchoII de Elvas, nos Agrupamentos de Gavião, Monforte, AE nº1 de Portalegre – José Régio e na Escola Secundária S. Lourenço em Portalegre, – a greve teve 100% de adesão não se realizando nenhum dos Conselhos de Turma de avaliação que estavam agendados.
 
Em alguns agrupamentos as reuniões só têm início hoje, dia 19 de Junho – AE de Ponte de Sôr, AE nº 1 de Elvas – Stª Luzia, AE de Castelo de Vide e AE de Marvão.
 
Com a excepção do Agrupamento de Sousel, onde não se registou adesão à greve, em todos os restantes agrupamentos de escolas houve reuniões que não se realizaram, com valores entre os 70% e os 30% de reuniões não realizadas.

A luta dos professores prevê-se muito forte e prolongada

Os professores lutarão o tempo que for necessário pelo direito a serem contabilizados os 9 Anos, 4 Meses e 2 Dias em que a carreira esteve congelada, mas durante os quais sempre trabalharam empenhadamente com os seus alunos, pela Escola Pública e para o país. Os professores não deixarão que apaguem um único desses dias, pois, usando uma expressão popular, não estiveram a trabalhar para aquecer. O governo terá de entender isto, sob pena de não entender nada do que se está a passar.

Os professores estão disponíveis para negociar, sim, mas o prazo e o modo de recuperar todo o tempo de serviço cumprido, tal como consagra a Lei do Orçamento do Estado, como confirma a Resolução 1/2018 da Assembleia da República e como decorre da Declaração de Compromisso assinada em 18 de novembro de 2017. Quanto ao tempo de serviço a recuperar, como o Senhor Primeiro-Ministro ainda ontem demonstrou saber, são 9 Anos, 4 Meses e 2 Dias.

A luta dos professores, porém, não se esgota na recuperação do tempo de serviço. Com ela, exigem, ainda, a aprovação de regras específicas de aposentação que contribuam para o inadiável rejuvenescimento da profissão, medidas que garantam horários de trabalho com 35 horas efetivas e um regime justo de concursos que, simultaneamente, combata a precariedade.

É com estes objetivos reivindicativos que os professores iniciaram ontem, 18 de junho, uma greve que, de acordo com os pré-avisos já entregues, se poderá manter até 13 de julho. A disponibilidade dos sindicatos da FENPROF para negociar é total, aguardando uma proposta que seja uma base negocial aceitável. Para que o seja, não poderá tocar no que é inviolável: o tempo de serviço cumprido pelos professores e, até agora, não contabilizado – 9 Anos, 4 Meses e 2 Dias.

 

A Direção Distrital de Portalegre do SPZS

Greve dos trabalhadores da saúde também no distrito de Portalegre

greve 15jun saude-minOs trabalhadores do sector da saúde estiveram em greve na passada sexta-feira, dia 15 de junho.

A adesão dos trabalhadores de todo o país a esta greve, convocada pelos sindicatos da Função Pública da CGTP-IN, foi bem demonstrativa do seu descontentamento em relação à falta de trabalhadores em vários serviços, hospitais e centros de saúde, à desvalorização das suas carreiras e várias outras matérias como o atraso no processo de regularização da situação dos trabalhadores com contrato de trabalho precário e o não cumprimento do direito ao abono para falhas.

No distrito de Portalegre a adesão à greve foi de 100% no Centro de Saúde de Campo Maior levando ao seu encerramento, registando-se diferentes niveis de adesão nos turnos dos Hospitais de Elvas e de Portalegre, e ainda em Centros de Saúde como Alter do Chão, Elvas e Castelo de Vide.