Arquivo da Categoria: Notícias

Notícias e actualidade

31 JANEIRO MANIFESTAÇÃO NACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

200106_Cartaz_Manif31Jan-AP-STAL_min_3f22dApós uma década sem aumentos salariais, o governo insiste em retirar poder de compra aos trabalhadores da Administração Pública, apresentando uma proposta insultuosa!

Basear os aumentos de salários em qualquer valor de inflação é, por si só, uma farsa que os trabalhadores não podem aceitar e que concretizaria o 11.º ano consecutivo de retrocesso salarial.

Greve no sector da saúde com impacto no distrito de Portalegre

img_Saude_EPE_20Dez_site-minOs trabalhadores do sector da saúde estão hoje em greve. Uma greve convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Estado em defesa do Serviço Nacional de Saúde, pela contratação de mais trabalhadores, pela contagem do tempo de serviço e pela aplicação do Acordo Colectivo de Trabalho assinado em Junho de 2018 a todos os Hospitais E.P.E.

A adesão dos trabalhadores a esta jornada de luta tem sido visivel em todo o país, tanto em Hospitais como em Centros de Saúde. No distrito de Portalegre a greve conduziu ao encerramento dos Centros de Saúde de Crato, Campo Maior e Castelo de Vide e ainda das consultas externas, laboratório e exames complementares de diagnóstico do Hospital de Portalegre. A greve foi ainda visivel a partir dos constrangimentos que se fizeram notar nos serviços do Hospital de Elvas bem como de vários Centros de Saúde do distrito.

Ex- Trabalhadores da UMA recebem indemnizações

umaOs ex-trabalhadores da União Metalomecânica Arraiolos Lda., empresa da indústria metalomecânica que se situava em Arraiolos receberam no mês de Novembro mais de 16 mil euros em indemnizações.

Ao longo de vários anos foram desenvolvidas pelo Sindicato e União de Sindicatos de Évora (CGTP-IN) várias diligências para que a situação fosse resolvida, de modo a todos os trabalhadores receberem os valores a que tinham direito. Continuar a ler

Prémio Pior Empresa do Ano de 2019 atribuido à Hutchinson em Portalegre

6-minÀ semelhança do que aconteceu em 2018, em 2019, o Movimento Sindical Unitário do Distrito de Portalegre distinguiu mais uma empresa como a pior do ano.

Numa acção conjunta com o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul – SITE-SUL, a União dos Sindicatos do Norte Alentejano – USNA/CGTP-IN, informou os trabalhadores das razões para atribuição desta distinção à Hutchinson de Portalegre:

– lucros de milhões que não se repercutem nos salários (Grupo económico presente em dezenas de países com 3.700 biliões de Euros de lucros declarados em 2018);

– elevada taxa de precariedade com trabalhadores a ocuparem postos de trabalho permanentes contratados através de Empresas de Trabalho Temporário;

– condições de trabalho que não asseguram a segurança dos trabalhadores.

Além da denúncia, o SITE-SUL e a USNA/CGTP-IN pretendiam com esta acção transmitir confiança aos trabalhadores na sua capacidade de organização e luta já que, em consequência das sucessivas campanhas da CGTP-IN contra a precariedade, como a que decorre esta semana em todo o país, foi possível passar os vínculos precários de 100 trabalhadores da Hutchinson no Porto a efectivos. Com a luta é ainda possível o aumento de todos os salários, a melhoria das condições de trabalho, a valorização das funções e categorias e combater o banco de horas.

Prossegue o combate à precariedade em Évora

Campanha contra precariedadeA CGTP-IN organiza durante esta semana 2 e 6 de Dezembro uma acção de Combate à Precariedade por todo o país, que teve expressão em locais de trabalho onde o recurso a esta chaga social atinge grandes dimensões no distrito de Évora.

No passado dia 3 de Dezembro a USDE/CGTP-IN em conjunto com SITE-SUL realizou acções de esclarecimento e mobilização para a luta junto da Fundição em Évora a contratação de vínculos precários ronda mais de 50% dos seus trabalhadores, outra empresa foi a AIS em Montemor-o-Nono, sendo que só este ano 21 trabalhadores que estavam ao seu serviço, através de uma empresa de trabalho temporário, passaram a ter contratos de trabalho a prazo com a empresa do sector automóvel para que efectivamente laboram. Continuar a ler