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Notícias e actualidade

Oportunismo patronal elimina pausas para comer na Hutchinson Portalegre

caderno reiv hutchinson 29jan19-minOs trabalhadores da Hutchinson Borrachas, em Portalegre, organizados no SITE
Sul, contestam a alteração dos horários de trabalho que os mantém cinco horas
seguidas a trabalhar sem poderem comer.
A pandemia de COVID-19 não pode servir de pretexto para aumentar a exploração, num trabalho que já de si é susceptível de doenças profissionais e outras circunstânciaS prejudiciais para a saúde dos trabalhadores.
A Hutchinson decidiu alterar na segunda-feira, dia 16, os horários das pausas, sendo que esta alteração obriga os trabalhadores a estarem a prestar serviço cinco horas seguidas.
Consideramos necessário tomar medidas de contenção do vírus. No entanto, não só numa situação destas, mas sempre, é necessária a existência de pausas, garantindo que estes trabalhadores não prestam serviço mais de 2h30 e que, nomeadamente, aqueles que desempenham tarefas repetitivas, têm pausas intermédias não só para comer, mas para descanso, necessário por forma a evitar as lesões músculo-esqueléticas, causadas pelo trabalho desempenhado.
Recentemente esta empresa do sector químico tem também despedido trabalhadores, maioritariamente mulheres, ao mesmo tempo que impõe a outros o trabalho ao fim-de-semana como dias normais de trabalho, objectivo antigo de empresas multinacionais, como a Hutchinson.
O Sindicato considera inaceitáveis as medidas que têm vindo a ser tomadas e solicitou à empresa uma reunião para apresentar as suas preocupações e discutir a exigência do aumento dos salários de todos os trabalhadores em 90 euros, entre outras reivindicações, decididas em reunião com os trabalhadores realizada fora das instalações, uma vez que a empresa se opõe a reuniões do Sindicato com os trabalhadores dentro das suas instalações.
A LUTA CONTINUA!

(fonte: SITE-SUL)

Empresa ITAU do Refeitório do Hospital de Portalegre ameaça as trabalhadoras

cantinas_29112019-minAs trabalhadoras da ITAU que prestam o serviço de refeições (refeitório, bar e doentes) em todo o Hospital de Portalegre (Hospital José Mª Grande), estão a ser ameaçadas de processos disciplinares, porque a ITAU não cumpre a Lei e as normas do Contrato Colectivo de Trabalho do sector.
Trabalhadores foram confrontados, de forma unilateral, da alteração aos seus horários de trabalho, acordado individualmente entre a empresa e a trabalhadora e em uso há muitos anos.
O horário de trabalho irregular agora imposto pelas chefias superiores e ITAU, não cumpre com as normas legais e regulamentares (art.24º do CCT Cantinas e Refeitórios AHRESP/FESAHT), nomeadamente quanto ao aviso prévio e consulta aos representantes dos trabalhadores (artº 217 do CT), assim como não facilita a conciliação da atividade profissional à atividade familiar de cada trabalhador, art. 212º do Código do Trabalho (CT), causando sério prejuízo;
Acresce, colocada a questão à empresa ITAU e aos responsáveis superiores da unidade, até à presente data a situação se mantem, acrescido esta semana, da ameaça aos trabalhadores de quem não cumprir o novo horário, empresa marcará falta injustificada e consequentemente o processo disciplinar.
De salientar o facto de esta ser a semana onde se comemora o Dia Internacional da Mulher trabalhadora a 08 de Março e integrada na Semana da Igualdade promovida pela CGTP-IN, da igualdade entre homens e mulheres, igual salário e o respeito pela mulher trabalhadora e mãe, tudo aquilo que a ITAU recusa cumprir.
Acresce que esta situação é o mais recente episódio de confronto e irresponsabilidade praticada pela empresa ITAU e suas chefias superiores, do constante assédio laboral no último ano, permanentemente a estar fora da lei e ao não cumprimento das leis e normas de um estado democrático:
• Marcou falta injustificada a trabalhadoras que aderiram à greve nos dias 28 de Março e 11 de Abril, ambos do ano de 2019, inclusive descontou 2 e 3 dias no salário, só pelo facto da empresa não concordar com os serviços mínimos indicados, 48 horas antes à empresa e ao Ministério nos termos legais, por parte da associação sindical; • Em Novembro/2019, a empresa ITAU que tem ao seu serviço uma empresa de trabalho temporário, para recorrer a trabalhadores com vínculo temporário a ocuparem postos de trabalho permanentes, pretendeu despedir ilegalmente uma trabalhadora efectiva e foi “obrigada” a compensar monetariamente a trabalhadora num valor dez vezes superior a que tinha direito, para que esta não recorre-se aos tribunais; • Ou ainda o facto de as trabalhadoras deste refeitório em Dezembro/2019 ter apresentado à empresa ITAU um Caderno Reivindicativo para 2020, para a melhoria das condições de vida e trabalho, área da higiene, segurança e saúde no local de trabalho, a valorização dos salários ou fim das
descriminações promovidas pelas chefias, tendo até à data recusado reunir com os representantes
das trabalhadoras, inclusive em sede de prevenção de conflitos na própria DGERT/Ministério do
Trabalho.
Esta estratégia da ITAU é uma vingança por estas trabalhadoras serem trabalhadoras, reivindicativas e estarem organizadas neste sindicato, que representa mais de 90% das trabalhadoras, num total aproximado de 45 trabalhadoras.
Trata-se uma violência e de uma pressão enorme sobre as trabalhadoras pois, estas estão com muitas dificuldades económicas e o cumprimento deste novo horário irregular imposto pela ITAU, causa prejuízos e coloca em causa o futuro dos seus postos de trabalho e a qualidade do serviço prestado aos doentes e utentes.

(Fonte: Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul)

Professores contestam bloqueios administrativos à progressão na carreira

SPZSCerca de uma centena de professores e educadores concentraram-se junto à DGEStE em Évora no dia 4 de março de 2020, para reclamarem pelo fim do bloqueio no acesso aos 5º e 7º escalões.

No final foi aprovada uma moção por unanimidade, sendo depois esta
entregue na respetiva delegação regional, que junto enviamos com foto
ilustrativa da concentraçã.
Fonte: SPZS

Trabalhadores exigem negociação e não imposição

FPOs trabalhadores do Agrupamento de Escolas de Vendas Novas estiveram reunidos em plenário no dia de ontem, demonstrando assim um grande descontentamento contra a imposição do Governo nas negociações para o aumento geral dos salários na Administração Pública que ficaram muito á quem do que era reivindicado pela CGTP-IN 90 € para todos, e identificados com todas as reivindicações apresentadas pelo seu sindicato de classe o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA), decidiram engrossar a ação de luta, aderindo em massa à Greve Nacional da Administração Pública convocada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública (FCSAP) agendada para o próximo dia 20 de março. Continuar a ler

Viver e lutar pela igualdade

FB_IMG_1583304854403O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA), vai realizar um Plenário com os Trabalhadores do Agrupamento de Escolas de Vendas Novas , na sua sede, na Avenida 25 de Abril nº 21, amanhã dia 4 de Março, pelas 15h:00 horas, enquadrado na semana da igualdade da CGTP-IN, com a presença de Isabel Camarinha, Secretária Geral da CGTP-IN. Continuar a ler

Gestamp e AIS com Aumentos de Salários

df13c5d28083eb6f8042ca1501858a2c.0Os trabalhadores destas empresas do distrito de Évora fornecedoras da indústria automóvel conquistaram em 2020 aumentos dos salários e melhorias de outras condições de trabalho, através da luta.

Trabalhadores da Gestamp em Vendas Novas, após a fábrica parada 3h30 em Janeiro, e um processo negocial iniciado em Outubro, chegaram este mês a acordo com a empresa, com vista à melhoria das condições de vida e trabalho no futuro. Continuar a ler

Os trabalhadores da Construções Sá Machado, sentem-se roubados nos seus créditos!

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A Homologação do Plano de Recuperação da Empresa de Construção Sá Machado, com Sede em Prado, Vila Verde, do Distrito de Braga fere todos os princípios da legalidade, da ética, do respeito devido aos trabalhadores e por ser uma empresa que se encontra num Distrito com fama de ser católico e em que os seus fundadores se perdiam e achavam nas obras e nas iniciativas do poder religioso baseado no Episcopado Bracarense, enferma também e despudoradamente de falta à Moral que muitos tanto gostam de serem conotados!

O dito Plano propõe e prevê, pagar apenas 45% dos créditos laborais aos trabalhadores, quando a lei, em especial a Constituição da República Portuguesa, no seu artigo 59º, nº 3 determina que os salários gozam de privilégios especiais;

Os trabalhadores sentem-se roubados em 55% do valor dos seus créditos vencidos e já reclamados; porque os créditos laborais são, a par dos créditos da Segurança Social e do Fisco, créditos privilegiados;

A indignação dos trabalhadores sobe assustadoramente quando mesmo reduzindo 55% dos seus direitos, a empresa aponta no dito Plano, que os 45% que se propõe pagar o será em 3 prestações anuais, com início do pagamento 5 anos após o Trânsito em Julgado da sentença de homologação do Plano, obrigando ainda os trabalhadores a perdoarem os juros vencidos e vincendos!

Por outras palavras, na melhor das hipóteses, os trabalhadores têm de esperar 8 (oito) anos para receberem os seus créditos.

É pertinente perguntar como pode o Tribunal ignorar este autêntico assalto aos direitos dos trabalhadores, ademais sabendo que o dito Plano inscreve nas suas propostas que para alem de pagar na integra todos os créditos da Segurança Social e da Autoridade Tributária, com juros vincendos e ainda constituírem garantias patrimoniais móveis e imóveis através de hipotecas voluntárias.

Mas, para que fique bem claro que este Plano mais parece concebido para malhar nos trabalhadores, nos seus direitos e no sustento das suas famílias, é que a devedora fica com a liberdade de dispor de todos os seus bens, propõe-se constituir novas empresas e passar o património para as mesmas!

Por tudo o que acima se denuncia os trabalhadores esperam e anseiam que a denuncia destes atropelos e desta violência emanada de procedimentos processuais, jurídicos e Parcialidade dos Tribunais não fique no segredo dos deuses e mereçam a condenação dos Órgãos de Comunicação Social e da Opinião Pública em geral.

FONTE:  Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Madeiras, Mármores, Pedreiras, Cerâmica e Afins, da Região a Norte do Rio Douro