Por aumentos salariais dignos e direitos iguais em todo o Grupo Cimpor
Arquivos de Acção Reivindicativa
GREVE DA CIMPOR ALARGA-SE A MAIS EMPRESAS DO GRUPO
GREVE NA CIMPOR: 16 a 19 de Abril (Maia, Souselas, Alhandra e Loulé)
TODOS NA GREVE POR UMA VIDA MELHOR!
A empresa propôs 4,1%. Esta proposta não repõe nem melhora o poder de compra, desrespeita os saberes e competências dos trabalhadores, não tem em conta os ganhos de produtividade e não assegura uma justa distribuição da riqueza que produzimos.
Uma empresa com os lucros em alta não pode ter salários em baixa.
Basta de discursos que elogiam os trabalhadores e desvalorizam os seus direitos e salários.
É hora de fazer ouvir a nossa razão e indignação na greve de 16 a 19 de Abril!
Exigimos que a CIMPOR respeite e valorize quem nela trabalha.
UMA EMPRESA QUE LUCRA MAIS, TEM OBRIGAÇÃO DE PAGAR MELHOR!
16 a 19 de Abril, em luta pelos salários e direitos que exigimos e merecemos!
A Direcção Nacional
3 de Abril de 2024
EM CIMA DA MESA: GREVE NA CIMPOR EM ABRIL!
Comunicado aos trabalhadores da CIMPOR
Os Plenários de Trabalhadores realizados em Souselas, Loulé e Alhandra, nos dias 5, 6, e 7 de Março, respectivamente, concluíram de forma comum: se a proposta da empresa não evoluir satisfatoriamente na próxima reunião de 22 de Março, os trabalhadores avançam para uma greve de três dias no mês de Abril.
A proposta sindical (revisão salarial, redução do horário semanal de trabalho, integração no AE do Plano de Saúde para activos, reformados e familiares e melhoria de direitos e subsídios) foi enviada em 6 de Outubro de 2023 e passados mais de 5 meses, a Cimpor está com uma contraproposta salarial de apenas 4% e nada mais nas restantes matérias.
Se a tudo isto somarmos o descontentamento generalizado face: à retirada dos complementos de saúde a reformados e familiares bem como aos actuais trabalhadores quando passarem à reforma; aos dois despedimentos na Sede e outros processos disciplinares; às tentativas de limitações na marcação das férias e eliminação de tolerâncias; à ausência de respostas a diversas questões, designadamente no serviço de prevenção; compreende-se que as razões para o mal-estar generalizado se estão a ampliar.
Se a Cimpor considera que os seus trabalhadores trabalham bem, então tem de os tratar melhor.
Por isso exigimos que responda positivamente às diversas matérias da proposta sindical.
E em vez de andar a fazer reuniões com directores e chefias, nas três fábricas, a seguir aos Plenários, para conhecer o estado de espírito dos trabalhadores e tentar que “uma mentira repetida muitas vezes” se transforme em verdade (sobre os 4,5% que apresentou e retirou), a empresa deve-se preocupar mais em responder satisfatoriamente às propostas que apresentámos. Se o fizer, por certo, ultrapassará a actual situação de conflito iminente, como já foi colocado ao Conselho de Administração na reunião do passado dia 26 de Fevereiro.
Nos processos negociais conduzidos pela FEVICCOM, os trabalhadores são quem mais ordena. São eles que constroem as reivindicações e têm voz determinante nas decisões.
Reafirmamos a nossa disponibilidade para uma negociação que assegure uma justa solução. Compete agora à empresa dar os passos necessários para que tal aconteça.
A Direcção Nacional 14 de Março de 2024Trabalhadores da MECÂNICA PIEDENSE (Madeiras) em GREVE
Trabalhadores da BA GLASS em protesto!
Fartos das recusas patronais em negociar aumentos salariais dignos, os trabalhadores da BA GLASS protestam nesta quarta-feira, dia 13, junto à fábrica de Avintes!
Vão ainda entregar à Administração um Abaixo-assinado com mais de centena e meia de assinaturas exigindo negociações sérias em relação à proposta reivindicativa apresentada pelo Sindicato (STIV).
A LUTA CONTINUA!
ELEVADA ADESÃO NAS GREVES POR TURNOS no sector corticeiro
TRABALHADORES DA RAUSCHERT PORTUGUESA, S.A. CONCENTRAM-SE EM PLENÁRIO AO PORTÃO DA EMPRESA
O aumento dos preços veio para ficar, a inflação média chegou aos 8% em 2022 e o último aumento salarial foi rapidamente absorvido pelo aumento do custo de vida que continuamos a enfrentar.
A riqueza criada tem servido para encher os bolsos aos patrões, enquanto a esmagadora maioria dos trabalhadores da RAUSCHERT manteve o seu salário em valores muitos baixos (muitos mesmo, próximos do valor do salário mínimo nacional).
Estamos perante uma desconsideração aos trabalhadores da RAUSCHERT, porque:
À nossa proposta de aumento salarial no mínimo 10% ou 100€ por trabalhador, a Rauschert respondeu apenas com aumentos de 8% nos salários até aos 1000€; 5% até aos 1250€ e 4% para os restantes!
À nossa proposta de retirar o pagamento de 0,40€ pagos respeitantes ao valor refeição, a RAUSCHERT não respondeu!
O acto de gestão da empresa não aumenta o poder de compra e os trabalhadores estão mais pobres a trabalhar!!
Como tal, os trabalhadores da RAUSCHERT, reunidos hoje – dia 28 de Junho de 2023 – em plenário à porta da empresa, exigiram da empresa um – URGENTE – AGENDAMENTO DE REUNIÃO com vista a ser discutido:
- Aumentos intercalares ainda durante este ano;
- A valorização da antiguidade e experiência dos trabalhadores mais antigos;
- E uma verdadeira negociação com a sua estrutura sindical.
A Direcção do STCCMCS
28/06/2023
GREVE NA VIROC COM ELEVADA ADESÃO!
Os trabalhadores da VIROC PORTUGAL – Indústrias de Madeira e Cimento, SA, em Setúbal, estão hoje em greve, com adesão elevada, durante a primeira hora de cada turno para defender aumentos salariais dignos e melhores condições de trabalho.
Reunidos no início da manhã, aprovaram uma Resolução exigindo o agendamento de uma nova reunião com a Administração para discutir a revisão dos aumentos salariais em 2023 e a criação de anuidades de modo a valorizar a experiência e a antiguidade.
Os períodos de greve iniciaram-se no turno da meia-noite, no turno da manhã (8h00) e voltam a ocorrer no turno da tarde (16h00).
A LUTA CONTINUA!
A Direcção do STCCMCS
28/06/2023
PRÉ-AVISO DE GREVE – VIROC PORTUGAL, S.A.
POR SALÁRIOS DIGNOS E JUSTOS PARA TODOS OS TRABALHADORES
Conquistado o maior aumento salarial dos últimos anos na CIMPOR!
Fruto da unidade, da elevada participação, intervenção e disponibilidade dos trabalhadores para a luta, ao longo de todo o processo negocial, os recentes plenários mandataram a FEVICCOM para assinar no dia 12 de Abril a revisão salarial do Acordo de Empresa (AE CIMPOR) para este ano.
Esta revisão consagra um primeiro aumento intercalar de 4% acrescido de mais 4% com aumentos mínimos sobre os salários praticados de 90 Euros no 1º semestre de 2023 e de 110 Euros no 2º semestre, para além de 8% nas cláusulas pecuniárias.
Desta forma, na variação entre a última tabela publicada em 2022 e a tabela a publicar em 2023, verifica-se que:
No nível intermédio (Nível 8), o aumento salarial mensal será de:
142 Euros no 1º semestre de 2023 e 162 Euros no 2º semestre,
evoluindo dos 1.308,00€ para os 1.470,00€, ou seja, +12,4%.
O aumento salarial mais baixo (Nível 1) será de 126 Euros e o mais elevado (Nível 15) será de 292 Euros.
As restantes matérias pecuniárias terão acréscimos entre os 8% e os 12,2%:
– Subsídio de Refeição; Subsídio de Prevenção; Anuidades; Subsídios de Trabalhador-Estudante: aumento de 8%;
– Subsídio de Transporte: aumento mensal de 5 Euros (11,6%);
– Subsídios de turno: aumento de 12,2% na laboração contínua (fixando-se nos 457,50€).
As actualizações serão processadas neste mês de Abril, com retroactivos a 1 de Janeiro de 2023 e publicadas em breve no Boletim de Trabalho e Emprego (BTE).
JUNTOS, ACREDITÁMOS!
UNIDOS, CONQUISTÁMOS!
A Direcção Nacional da FEVICCOM
13 de Abril de 2023