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Junho vai ser mês de acção e luta

fotoO caudal de protesto vai engrossar com a luta a desenvolver durante todos os dias do mês de Junho, nas empresas e serviços, no sector público e privado, cabendo aos trabalhadores em cada local de trabalho, unidos e organizados, exigir com a luta a resposta às suas justas reivindicações e as soluções para os problemas dos trabalhadores, do povo e do país, convergindo no início de Julho numa grande acção Nacional em Lisboa!

Lutamos pelo aumento dos salários e pensões | Contra o aumento do custo de vida e ataque aos direitos, pelos direitos, pelas 35 horas e contra a desregulação dos horários, contra a precariedade, pela contratação colectiva e pela revogação das normas gravosas da legislação laboral, pela garantia da efectivação da liberdade sindical, dando força e relevo às medidas excepcionais e imediatas que apresentámos no 1º de Maio. Para dar resposta, no imediato, ao agravamento da situação dos trabalhadores e reformados por via do brutal aumento do custo vida, exigimos:

- O aumento dos salários de todos os trabalhadores em 90€ em 2022

- Aumentos extraordinários de todos os salários cuja revisão/actualização tenha sido absorvida pela inflação

- O aumento extraordinário do Salário Mínimo Nacional para 800€ com efeitos a 1 de Julho de 2022

- O aumento extraordinário de todas as pensões e reformas que reponha o poder de compra, num mínimo de 20€

Uma vitória histórica 8H de trabalho nos trabalhadores agrícolas

Foi a abnegada luta e com muito sacrifício que os trabalhadores agrícolas do Sul e Ribatejo arrancaram ao fascismo um direito extraordinário que foi a jornada de 8 horas de trabalho para estes trabalhadores.

Ao celebrar os 60 anos desta conquista estamos a homenagear os seus protagonistas e as suas organizações de classe, que dirigiram e com os trabalhadores lutaram e tornaram possível esta vitoria e conquista no plano de um direito colectivo que é as 8H de trabalho diário e representou uma extraordinária melhoria das condições de vida e de trabalho de centenas de milhar de trabalhadores e suas famílias.

Passados 60 anos, vemos as forças governantes da política de direita a ameaçar o horário de trabalho das 8 horas, seja com os bancos de horas, com horários desregulados entre outras formas, o que se coloca aos trabalhadores de hoje é o mesmo que há 60 anos se organizem nos sindicatos da CGTP-IN, dar combate a todas as tentativas de desregulação dos horários e lutar pelas 35H de trabalha semanal sem perda de retribuição.

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