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Grande iniciativa da INTER-REFORMADOS Évora

No passado dia 8 de Maio INTER-REFORMADOS/União de Sindicatos do Distritos de Évora realizou uma iniciativa convívio/debate, que contou com mais de cinquenta reformados.

Os participantes visitaram no Seixal o Eco-museu, o Núcleo Naval e o Moinho de Maré de Corroios, espaços memória de actividades tradicionais daquele concelho.

De entre as actividades do mundo do trabalho tradicionais do concelho, foi possível uma maior informação relativamente à diversidade de embarcações tradicionais que existiram no estuário do Tejo e às suas técnicas de construção artesanais (actividade naval).

Na visita ao Moinho de Maré houve a possibilidade de se conhecer actividade moageira que existiu noutros tempos pelo aproveitamento da energia das marés.

No debate que se seguiu, que contou com a participação de J.Travassos da Direção Nacional da Inter-Reformados e de Luís Leitão da Comissão Executiva da CGTP-IN e Coordenador da União Sindicatos Setúbal, onde foram focados, entre outros, os seguintes aspecto: património/atividades/características do concelho do Seixal, a Inter-Reformados como departamento da CGTP-IN para o trabalho dos reformados, o papel dos reformados como cidadãos activos, a luta dos trabalhadores no activo  por melhores condições de horários de trabalho e melhores  salários e pensões, a luta dos trabalhadores do activo é também a luta dos reformados para a sua melhor qualidade de vida, a importância do exercício do direito de voto e do voto consciente na defesa dos direitos dos reformados.

É tempo de dar dignidade aos reformados e aposentados do nosso país.

Consciente da necessidade de prosseguir e intensificar a luta no final da iniciativa apelou-se à participação dos reformados e pensionistas já na próxima acção de luta  dia 26 de Maio, dia das eleições para o Parlamento Europeu, votar pelo direito dos reformados e pensionista, pelo direito ao  trabalho, contra o neoliberalismo; pela soberania, contra o federalismo; pela Paz, contra a militarização da UE; pela independência e pelo futuro de Portugal. Este é o dia de levar a luta ao voto, rejeitando as políticas responsáveis pelo ataque aos direitos dos trabalhadores e ao desenvolvimento do país e apoiando aqueles que sempre estiveram com a CGTP-IN, com as suas propostas e reivindicações.

Grandioso 1 Maio no Distrito de Évora

Grandioso 1 Maio ÉvoraA Direcção da USDE/CGTP-IN saúda todos os dirigentes, delegados e activistas sindicais, que de forma determina se desdobraram em diversas acções de esclarecimento e mobilização dos trabalhadores e da população para a participação nas grandiosas iniciativas do 1 Maio que realizamos no Distrito.

Saudamos igualmente, os trabalhadores, os jovens, os desempregados e os reformados que, no dia 1 de Maio mais de dois mil em todas as comemorações em que a parte da manhã teve uma vertente cultural e desportiva em Arraiolos, Évora, Montemor-o-Novo, Vendas Novas e que saíram à rua com as suas reivindicações participando na grande manifestação distrital que começou junto ao teatro Garcia Resende até à Praça 1 Maio em Évora, fazendo do Dia Internacional do Trabalhador uma jornada nacional de luta memorável para “avançar nos direitos; valorizar os trabalhadores”.

Portugal precisa de valorizar os trabalhadores para se desenvolver económica e socialmente. O aumento dos salários é fundamental para assegurar uma outra distribuição da riqueza, melhorar o poder de compra das famílias, dinamizar a procura interna, criar mais e melhor emprego, combater as desigualdades e a pobreza laboral, reforçar a sustentabilidade da segurança social e garantir a melhoria das pensões de reforma e da protecção social.

O tempo que vivemos exige escolhas transparentes e objectivas. Urge falar claro e fazer opções. Os trabalhadores precisam de saber com quem podem contar.

No momento em que se aproximam as eleições para a Assembleia da República, a CGTP-IN apresenta 5 eixos centrais reivindicativos para colocar o País no rumo do progresso e justiça social, os quais foram aprovados no final da manifestação.

  1. Avançar com o aumento geral dos salários dos trabalhadores, a valorização das profissões e a fixação do salário mínimo nacional nos 850€ a curto prazo, manifestando, desde já, disponibilidade para discutir a sua implementação.
  2. Avançar com a revogação das normas gravosas da legislação do trabalho e a rejeição da proposta laboral do Governo do PS, exigindo a extinção da norma da caducidade da contratação colectiva e o cumprimento dos princípios constitucionais do tratamento mais favorável, da estabilidade e segurança no emprego e da organização do trabalho em condições socialmente dignificantes para permitir a conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar.
  3. Avançar com um combate sério à precariedade, com a passagem a efectivos dos trabalhadores dos sectores público e privado que ocupam postos de trabalho permanentes, assegurando assim o cumprimento dos princípios constitucionais do direito ao trabalho e ao trabalho com direitos e da segurança no emprego.
  4. Avançar para as 35 horas de horário de trabalho semanal, sem perda de retribuição, num quadro em que com a evolução científica e tecnológica é necessário assegurar o emprego para todos e a colocação das mais valias produzidas ao serviço dos trabalhadores, dos povos e dos países.
  5. Avançar no reforço do investimento nos serviços públicos, nas funções sociais do Estado e na valorização dos trabalhadores da Administração Pública, para garantir a melhoria dos serviços a prestar às populações, indissociável da qualidade e esperança de vida e da coesão social e territorial do País.

Uma luta que vai continuar e saudamos, dia 10 Maio manifestação nacional convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública para Lisboa e todas as outras lutas que se vão realizar em empresas dos sectores público e privado.

Sim, vamos à luta também em 26 de Maio, dia das eleições para o Parlamento Europeu. Os trabalhadores e o País não precisam de mais deputados para defender a União Europeia neoliberal, federalista e militarista. Os trabalhadores precisam é de eleger mais deputados que defendam os seus direitos e interesses, contra as imposições e arbitrariedades da União Europeia. Vamos levar a luta até ao voto e votar naqueles que sempre apoiam os trabalhadores, que se solidarizam e estão de acordo com suas reivindicações, anseios e lutas.

Alteração da morada funcionamento da União Sindicatos do Distrito de Évora/CGTP-IN

A USDE/CGTP-IN informa todos os associados dos sindicatos que compõem a Casa Sindical de Évora, bem como os trabalhadores que trabalham no distrito de Évora, que a partir do próximo dia 1 Março 2019, vamos funcionar provisoriamente, nas instalações do Sindicato dos Professores da Zona Sul, que sita,  Av. Condes de Vilalva, n.º 257: 7000-744 em Évora.

Esta alteração na morada de funcionamento, prende-se com a concretização do projecto de construção em Évora da nova Casa Sindical da CGTP-IN, que garantirá melhores condições de trabalho para os funcionários sindicais, bem como melhor acolhimento e atendimento aos trabalhadores que ali se dirigiam, potenciando assim mais meios e força aos sindicatos para a intervenção sindical.