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Acção Reivindicativa

Vitória alcançada nas Pedreiras!

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Trabalhadores das Pedreiras vencem apoiados na força da razão!

O STCCMCS após uma intensa e prolongada acção e luta desenvolvida pelos trabalhadores das PEDREIRAS, de Norte a Sul do País, informa que ontem foi aprovado na Assembleia da República, aquilo que faltava: o fim do factor de sustentabilidade para todas as pensões de reforma das Pedreiras, incluindo as de 2019.

VALEU A PENA LUTAR!

VALE SEMPRE A PENA LUTAR!

Comunicado-Pedreiras_STCCMCS_25Nov.2020

Conquista alcançada, mas ainda não totalmente resolvida

ccTrabalhadores das Pedreiras

Resultado da Reivindicação, Persistência e Luta!

Foi aprovado pela Lei do Orçamento de Estado 2019, a alteração ao regime especial de acesso às pensões de invalidez e de velhice dos trabalhadores do interior das minas, que alarga o anterior regime aos trabalhadores das lavarias de minério e aos trabalhadores da extracção ou transformação primária da pedra, incluindo a serragem e o corte da pedra em bruto.

Apesar desta importante vitória, ainda persistem problemas por resolver:

  • A recente alteração/eliminação do factor de sustentabilidade aos trabalhadores que se reformam ao abrigo deste regime apenas consagra os pedidos feitos desde 1 de Janeiro 2020;
  • A interpretação sobre as categorias profissionais/definição de funções dos trabalhadores pelos serviços da Segurança Social tem provocado bastantes indeferimentos injustificados;
  • A morosidade, mesmo num quadro de situação epidémica que se vive, no desenvolvimento dos processos de atribuição das reformas é exagerada.

Face a estas situações, o STCCMCS e a Federação reuniram com o Ministério do Trabalho e os serviços da Segurança Social/Centro Nacional de Pensões, tendo sido criado um canal de comunicação directo com estes organismos, de forma a agilizar a resolução dos processos parados ou bloqueados.

As matérias mais problemáticas detectadas pelo STCCMCS, prendem-se com as categorias profissionais/definição de funções atribuídas aos trabalhadores, que por vezes estão em desconformidade com as existentes na Contratação Colectiva do sector, o que tem originado problemas na atribuição da reforma.

Comunicado-Reformas-Pedreiras-VersãoSUL_-Nov2020

A força da Razão é a Razão da nossa Luta!

O STCCMCS – Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores e Cortiças do Sul e Regiões Autónomas, avançou com o Abaixo-assinado “Diuturnidades para todos, sem discriminação!“ para valorizar a experiência e a antiguidade dos operários corticeiros!

Para acabar com esta discriminação contacta o teu delegado ou dirigente sindical ou subscreve on-linehttps://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT103994

Comunicado-Cortiças-VersãoSUL_-Nov2020

Feviccom: Trabalhadores da Carl Zeiss mobilizam-se contra a laboração contínua

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Os trabalhadores da Carl Zeiss Vision Portugal, o STIV e a FEVICCOM mobilizaram-se para travar a tentativa de imposição de horários de trabalho de laboração contínua naquela empresa contra a vontade dos mesmos.

Os trabalhadores massivamente rejeitaram esta tentativa de alteração unilateral dos horários de trabalho, e aproveitaram os plenários realizados para discutir também a proposta reivindicativa para 2021.

Cartaz_CarlZeiss-VP

FEVICCOM / STIV

OBRA CASCAIS ATRIUM trabalhadores testam positivo para COVID19

Na obra de reabilitaçãoremodelação do Edifício CASCAIS ATRIUM, em Cascais, a cargo do empreiteiro geral CASAIS – ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO, SA, com sede em Braga, seis trabalhadores testaram positivo para COVID19 na passada sexta-feira. A estes trabalhadores infectados somam-se mais cinco trabalhadores que se encontram em isolamento profiláctico, cujos testes também deram positivos na terça-feira da mesma semana.

Esta obra, de reabilitaçãoremodelação, ocorre, após o violento incêndio do ano de 2016, que destruiu cerca de 70 dos seus apartamentos e de outro ocorrido à cerca de um ano.

A cargo da empresa CASAIS, estarão em permanência nesta obra, cerca de cem trabalhadores, que de quinze em quinze dias retornam aos seus Concelhos de origem em viaturas colectivas sem as respectivas medidas de prevenção.

Os trabalhadores sentem receios para a sua saúde e das suas famílias, que a empreitada se mantenha e que tenham sido expostos a riscos desnecessários, uma vez que só na passada semana, e depois dos casos positivos conhecidos, é que a empresa tomou medidas de distribuição de máscaras e determinou o seu uso obrigatório. Que complementará com viseiras e desfasamento das equipas em obra, a partir da próxima semana – é caso para dizer, depois de casa arrombada, trancas à porta!

NÃO PODEM SER OS TRABALHADORES A SUPORTAR O CUSTO DA PANDEMIA!

O ambiente vivido por estes trabalhadores e nesta obra, vêm infelizmente dar razão à posição publica assumida pela nossa federação, FEVICCOMCGTP-IN, onde referia que “é imperiosa a suspensão das obras e empreitadas em Portugal, com garantia de pagamento dos salários dos trabalhadores da Construção Civil e Obras Públicas. Esta suspensão tornou-se um imperativo nacional para a salvaguarda da saúde dos próprios trabalhadores, das suas famílias e da população. É a defesa da saúde pública que está em causa! O Governo tem de tomar novas medidas e legislar, urgentemente, para suspender as obras, defender a saúde dos trabalhadores e impedir encerramento das empresas, integrando regras próprias para este sector nos próximos dias aquando da previsível renovação do Estado de Emergência pelo Presidente da República.”

LUTAR CONTRA A PANDEMIA PELA SAÚDE E PELOS DIREITOS!

O STCCMCS participou esta situação à ACT e remeteu de imediato um pedido de esclarecimento à Câmara Municipal de Cascais, sobre que conhecimento têm na situação vivida por estes trabalhadores no seu Concelho, em simultâneo com um pedido de intervenção aos serviços de fiscalização e protecção civil municipais – organismos com responsabilidades no licenciamento e de intervenção nas matérias de segurança nesta obra.

FONTE: STCCMCS-Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores, Cortiças do Sul e RA.

RAUSCHERT cancela lay-off

Os trabalhadores da RAUSCHERT PORTUGUESA, SA (Cerâmica Técnica), em Trajouce-Cascais, foram informados no dia 9 de Abril – quando estavam a cumprir o segundo dia de lay-off imposto – que a empresa retomaria o trabalho “com toda a normalidade” a partir de 13 de Abril.

Esta comunicação aos trabalhadores abrangidos – no qual se inclui o delegado sindical – foi enviada para os e-mails pessoais de cada trabalhador e revela bem a leviandade, a ausência de ponderação e fundamentação, com que muitas empresas estão a recorrer a esta medida profundamente lesiva dos rendimentos e direitos dos trabalhadores.

A empresa alegou “alteração de circunstâncias que se verifica com a prevista retoma de actividade dos nossos clientes em Itália e Espanha”, não tendo até ao momento procedido a comunicação formal ao Sindicato nem respondido ao ofício enviado com a oposição sindical a este processo de lay-off pela total ausência de fundamentação, pelo desrespeito absoluto da legislação, designadamente nos prazos e nos direitos de informação, participação e intervenção dos representantes sindicais.

Desde a primeira hora, o Sindicato em ligação com os trabalhadores, procedeu à denúncia pública deste processo e solicitou a urgente intervenção inspectiva da ACT – Autoridade para as Condições de Trabalho, que até agora nada disse.

O argumento agora usado pela empresa torna-se ainda mais estranho, na medida em que refere “que se dá sem efeito o pedido de apoio extraordinário à manutenção de contratos de trabalho em empresa em situação de crise empresarial” e “esclarece que com o cancelamento do lay-off os colaboradores não terão qualquer alteração do seu vencimento no mês de Abril”.

 “Crise empresarial”?!

Ou antes um aproveitamento patronal da situação?

O Sindicato já solicitou o agendamento urgente de uma reunião com a empresa para esclarecer devidamente este processo e retomar o processo de negociação salarial de 2020, que foi interrompido em Março.

Os lucros obtidos têm de ser postos ao serviço da defesa dos postos de trabalho e da melhoria salarial dos que foram os obreiros dos resultados alcançados.

LUTAR PELA DEFESA DA SAÚDE E DOS DIREITOS

CONTRA O AUMENTO DA EXPLORAÇÃO, É A NOSSA OBRIGAÇÃO!

FONTE: STCCMCS-Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores, Cortiças do Sul e RA.

13 DE MARÇO-TRABALHADORES PEDREIRAS EM LUTA.

TRABALHADORES DAS PEDREIRAS EM LUTA!!

Foi aprovado pela Lei do Orçamento de Estado de 2019, publicada em Diário da República no passado dia 31 de Dezembro, e está em vigor, o regime especial de acesso às pensões de invalidez e de velhice, que alarga o anterior regime dos trabalhadores do interior das minas, aos trabalhadores da extracção ou transformação primária da pedra, incluindo a serragem e o corte da pedra em bruto.

Apesar desta importante vitória, a presente alteração à lei, remete para Portaria do membro do Governo responsável pela área da segurança social a lista de profissões a abranger e o modelo de documento comprovativo da profissão exercida para aceder à reforma antecipada aos trabalhadores do sector da extracção e transformação da pedra.

ATÉ AO MOMENTO AINDA NÃO FOI PUBLICADA A PORTARIA PARA PODERMOS REQUERER O ACESSO AO REGIME ESPECIAL DE ANTECIPAÇÃO DA IDADE LEGAL DE REFORMA.

Vamos exigir a publicação da PORTARIA, JÁ!!

DIA 13 DE MARÇO TODOS A LISBOA!!

A nossa Federação, FEVICCOM/CGTP-IN–Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro, agendou para dia 13 de Março 2019, a partir das 11h30, uma concentração junto ao Ministério do Trabalho, em Lisboa e emitiu um PRÉ-AVISO DE GREVE para potenciar a participação DE TODOS os trabalhadores do sector.

EXIGE O FUTURO A QUE TENS DIREITO! PARTICIPA!

Transporte assegurado pelo Sindicato (mediante inscrição)

Contactos: 218818585 ou 917215 021

 

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TRABALHADORES DA SPIANA EM LUTA PELO SEU CADERNO REIVINDICATIVO DE 2017

Os trabalhadores da Spiana em Gondomar estiveram hoje em luta pela defesa do Caderno Reivindicativo aprovado unanimemente em Plenário realizado em 27 Abril.   O caderno reivindicativo tinha como exigência a resposta da empresa até sexta feira passada, dado que a empresa até agora não deu resposta, o sindicato em conjunto com os trabalhadores decidiram realizar esta acção hoje, marcando desde já nova iniciativa para a próxima quinta feira.

Os trabalhadores da Spiana em Gondomar estiveram hoje em luta pela defesa do Caderno Reivindicativo aprovado unanimemente em Plenário realizado em 27 Abril.
O caderno reivindicativo tinha como data limite de resposta por parte da empresa a sexta feira passada, dado que a empresa até agora não deu resposta, o sindicato em conjunto com os trabalhadores decidiram realizar esta acção hoje, marcando desde já nova iniciativa para a próxima quinta feira.                                                FONTE: Sindicato da Construção e Cerâmica de Viana do Castelo e Norte