Arquivo da categoria: Acção Sindical

Actividade e acção sindical

Greve no C. A. Fidelidade em Évora

37749304_2260818277267400_2631938414047395840_nOs trabalhadores do Centro de Atendimento da Fidelidade em Évora, responderam com uma boa adesão ao Pré-Aviso de Greve emitido pelo seu sindicato SINAPSA para o dia 15 de Novembro 2018 das 00:00-24:00 horas, na Newspring, empresa de outsorcing do grupo Fidelidade.

A greve realiza-se após várias tentativas de negociação com a empresa, que sempre recusou qualquer entendimento com os trabalhadores, acrescentando o facto da empresa Newspring, prestadora de serviços, não cumprir com as sua promessas, regularização de adendas em 100 contratos definitivos, valor igual para todos de subsídio de alimentação, substituição de cadeiras e entre outras promessas.

A luta dos trabalhadores do C. A. Fidelidade em Évora vai convergir na grande Manifestação Nacional convocada pela CGTP-IN para hoje às 15H em Lisboa “Avançar nos Direitos! Valorizar os trabalhadores!”, sendo que este trabalhadores levam as suas reivindicações de Aumentos Salariais de 45 euros/mês; Subsídio de alimentação de 10 euros/dia; 35 Horas de trabalho semanal sem perda de retribuição; Melhoria das condições de saúde e segurança no trabalho; Aplicação da Contratação Colectiva da Actividade Seguradora a todos os trabalhadores do Centro de Atendimento da Fidelidade em Évora.

A luta continua no call center e na rua!” Para que um posto de trabalho permanente, corresponda a um posto de trabalho efectivo!

 

Sindicato dos professores SPZS recolhe assinaturas

Evora2O SPZS realizou hoje uma acção de rua em Évora a pedir à população que os apoie nesta luta, recolhendo postais que serão, depois, entregues ao Primeiro-Ministro de Portugal.

O grande objetivo é recolher milhares de postais de apoio à luta dos docentes pelo direito à contagem do tempo de serviço que exerceram com mérito e respondendo sempre às exigências científico-pedagógicas que lhes estão atribuídas.

A profissão docente, apesar da importância social que tem, dos resultados que tem obtido e do contributo que dá para o prestígio e para o crescimento económico do país, tem sido tratada sem a consideração que merece. Para além do contorcionismo que tem sido exercido sobre as carreiras dos professores e educadores, praticamente com todos os executivos, desde 2005, esperava-se que o atual, até pela expectativa criada, mas principalmente pela justiça que deveria ser exercida, repusesse a carreira docente na sua estrutura e retirasse todos os vícios que sobre ela têm sido exercidos. Esta desestruturação da carreira, a par da absoluta precariedade de muitos milhares de docentes, bem como a sua burocratização e a desregulamentação dos horários de trabalho, tem levado os docentes a persistirem na sua ação desenvolvendo diversas e prolongadas formas de luta.

É esta não desistência que leva a que, de novo, os professores estejam a fazer greve ao serviço não letivo ilegal e a todo o serviço extraordinário imposto e não remunerado. Estima-se em muitas centenas de milhões de euros por ano que o Estado poupa com a imposição de serviço extraordinário, anualmente agravado, fazendo com que, semanalmente, em média, os professores façam 11 horas mais de trabalho, fazendo das 35 horas semanais mera ficção. Os professores, no entanto, não querem ganhar mais. Querem, sim, que sejam respeitados os limites legalmente consagrados para o seu horário de trabalho (para além da componente letiva, até 150 horas de não letiva de estabelecimento e o restante de componente individual, num total de 35 horas semanais).

STAL intensifica a mobilização e participação para a manifestação 15 Novembro

stalstal 1Após a greve de 26 de Outubro, onde os trabalhadores das autarquias demonstraram a sua indignação e repúdio, pelo facto do atual governo do PS, continuar a adiar a resolução dos seus graves problemas, desrespeitando as suas mais que justas reivindicações, donde se destacam os salários, que vai para 10 anos não têm qualquer atualização, correspondem à convocatória da CGTP-IN, como demonstram as imagens dos plenários que se realizaram ontem, dia 8, em Évora e Montemor-o-Novo, mobilizando-se para a manifestação que terá lugar no dia 15 de Novembro, em Lisboa, pelo aumento geral dos salários,revogação das normas gravosas da legislação laboral, reposição das carreiras e das profissões, regulamentação dos suplementos de insalubridade, penosidade e risco, reposição dos 25 dias úteis de férias, reposição do valor das horas extraordinárias, valorização e dignificação do trabalho e dos trabalhadores.

Trabalhadores C.A Fidelidade Évora realizam magusto e decidem greve 15 Novembro

IMG_20181108_200143No Centro de Atendimento da Fidelidade em Évora, os trabalhadores organizaram hoje um Magusto Pelos Direitos contra a exploração. Em causa, estão promessas não cumpridas pela Newspring, empresa intermediária que a Fidelidade subcontrata para realizar trabalho da actividade seguradora. Com esta subcontratação, a Fidelidade desvaloriza salários  e retira direitos aos trabalhadores da actividade seguradora, como é o caso dos trabalhadores do centro de atendimento em Évora.

Num firme protesto contra a exploração, os trabalhadores decidem pela  realização de  uma greve no dia 15 de Novembro, integrando a grande manifestação da CGTP-IN, em Lisboa – avançar nos direitos, valorizar os trabalhadores -. Na rua, com outros sindicatos, vamos lutar pelos nossos direitos.

Reivindicamos:

- 45,00 Euros em  aumentos salariais;

- 10,00 Euros de subsídio de alimentação;

- 35 horas de trabalho semanal.

A nossa luta faz-se também pela regulação dos horários de trabalho, pela melhoria da saúde e segurança no trabalho e pela aplicação da contratação colectiva da actividade seguradora.

Grande Greve dos trabalhadores da Administração Pública e Local no distrito de Évora

A Greve Nacional convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública/CGTP-IN para o dia 26 de Outubro teve uma grande expressão no distrito de Évora, começando com fortes adesões na recolha dos resíduos sólidos urbanos, sector operacionais e administrativos na Administração Local,  ao nível da saúde registaram-se boas adesões dos enfermeiros e auxiliares no Hospital de Évora e nos centros de Saúde por todo o distrito, mas foi no sector da educação que a greve atingiu adesões muito superiores a greves anteriores encerrando escolas em 12 dos 14 concelhos do distrito, registando-se ainda muitos serviços públicos como finanças, tribunais e registos encerrados ou a funcionarem a meio gás por todo o distrito.

A resposta destes trabalhadores, demonstra assim uma grande determinação, unidade e coragem, na luta em defesa dos seus direitos, por aumentos salariais, pela valorização das carreiras, pelas 35 horas para todos, pela defesa do emprego público e o fim dos vínculos precários, pelo direito a uma aposentação com dignidade, em defesa dos serviços públicos e Funções Sociais do Estado.

A USDE/CGTP-IN, demonstra a sua solidariedade, com a luta destes trabalhadores, luta essa que se enquadra na luta mais geral que temos desenvolvido, considerando que os problemas com que estes profissionais estão confrontados, exigem um reposta imediata do Governo na resolução dos mesmo.

A USDE/CGTP-IN acredita que a luta é o caminho. É com a luta que lá vamos! Apelamos a todos os trabalhadores, desempregados, reformados e aposentados, a outras camadas da população para participarem activamente na grande Manifestação Nacional convocada pela CGTP-IN para o próximo dia 15 de Novembro, que se realiza em Lisboa sobre o lema “Avançar nos Direitos!Valorizar Trabalhadores!”. A União de Sindicatos de Évora está a organizar autocarros para que todos possam participar, inscrições a partir do TLF: 266 737 900 ou em usde@mail.evora.net

 

EX-TRABALHADORES DE FÁBRICA VN AUTOMOVEIS DE VENDAS NOVAS SEM SUBSIDIO DESEMPREGO E AINDA AGUARDAM PELO PAGAMENTO DAS INDEMNIZAÇÕES

plenário VN.No momento em que termina o subsídio de desemprego para alguns dos ex. trabalhadores da VN Automóveis de Vendas Novas, estes trabalhadores devido a sua idade ser próxima da reforma não conseguiram encontrar emprego.

O SITE Sul volta a reafirmar a necessidade do Governo PS dar resposta a uma reivindicação da CGTP-IN que permitida a estes trabalhadores desempregados de longa duração a antecipação da pensão de velhice sem qualquer penalização. Continuar a ler

Tyco condenada

A TYCO foi condenada pelo Tribunal da Relação de Évora a pagar os dias de férias roubados a um trabalhador, dando razão ao trabalhador e ao SIESI de que todos os trabalhadores têm direito a 22 dias de férias, independentemente do horário que pratiquem.

O Tribunal afirma até na sentença que “não se afigura que se possa fazer um mero cálculo aritmético para concluir que 17 dias de férias gozados corresponderiam a 22 dias de férias”, como a empresa invoca. Continuar a ler