Arquivo da categoria: Acção Sindical

Actividade e acção sindical

COVID-19 – Reguengos de Monsaraz

img_900x508$2020_06_18_18_41_32_950074Administração da Fundação falha compromisso assumido com o SEP para contratação de Enfermeiros

Por solicitação do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) reunimos no dia 20/07/2020 com o Conselho de Administração (CA), da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS), para análise da situação, decorrente do conhecido surto de COVID-19, no “Lar” nesta instituição.

Nesta reunião foi acordado com o SEP, que a Fundação iria contratar enfermeiros a tempo inteiro, pois é a solução adequada para responder às necessidades dos utentes.

O SEP propôs que fossem melhoradas as condições contratuais dos Enfermeiros, para tornar mais aliciante a sua fixação, quer em termos remuneratórios, quer em condições laborais.

O CA concordou e informou que iria reunir a 22 de Julho, para analisar e apresentar uma proposta com melhores condições para contratação de Enfermeiros, que ficou de enviar ao SEP.

Como nada chegou entretanto, o SEP reafirmou o compromisso junto do CA, que de novo se comprometeu, mas voltou a não enviar qualquer proposta!

A Fundação tem de contratar enfermeiros e garantir condições de trabalho dignas, nomeadamente com vínculos definitivos e não precários e, com salários dignos ajustados às suas qualificações.

Depois do drama humano, que se passou no “Lar”, como é do conhecimento público, não é compreensível o não cumprimento do compromisso assumido.

Afinal, a Fundação quer ou não quer contratar enfermeiros a tempo inteiro, para minimizar o risco de um segundo drama humano?

Tabalhadores das Autarquias do distrito em luta

fb8da162-ccb2-4d2c-9f04-1de550d7cd7fA luta pelo suplemento de insalubridade, penosidade e risco é justa e vai continuar, o stal vai realizar uma acção no dia 18 de Agosto às 10,30h – junto ao largo Luís de Camões em Évora.

A máscara caiu…ps e governo negam direito à compensação por trabalho em condições de penosidade e risco.

O stal condena o comportamento hipócrita do grupo parlamentar do partido socialista e do governo que, mais uma vez, recusaram concretizar o direito a suplementos e outras compensações, previsto na lei desde 1989, aos trabalhadores da administração pública, e em particular aos da administração local, pela prestação de trabalho em condições insalubres, penosas e com elevados riscos.

A bancada do PS não só não apresentou qualquer projeto de lei como foi mesmo o único partido a votar contra os diplomas em debate, apoiando-se na cumplicidade dos representantes do PSD, CDS e iniciativa liberal que se abstiveram.

Defender a saúde e os direitos dos trabalhadores! Garantir emprego, salários, serviços públicos!

Vamos levar mais longe a luta pelos direitos e garantir a afirmação dos valores de Abril e da constituição da república portuguesa, rejeitando as injustiças e desigualdades, por um Portugal desenvolvido e com futuro.

Vamos à luta, para garantir o aumento geral dos salários de todos os trabalhadores em 90€/mês e a fixação do salário mínimo nacional nos 850€ a curto prazo contribuindo para o incremento do mercado interno e a dinamização da economia; vamos à luta pela revisão da tabela remuneratória única; vamos à luta pelo descongelamento efetivo das promoções e progressões; vamos à luta pela reposição das carreiras e dos seus conteúdos profissionais específicos, tal como existiam antes da revogação operada pela lei 12-a/2008, com o índice 100 correspondente a 850 euros vamos à luta pela revogação do siadap; vamos à luta pela reposição dos escalões de irs.

Contra o banco de horas no Pingo Doce

pingo_doceO CESP realizou hoje em Évora na loja do Pingo Doce dos Álamos uma acção de denuncia contra a tentativa de implementação do Banco de horas grupal aos trabalhadores Pingo Doce/Jerónimo Martins empresa.

O CESP recebeu a comunicação das empresas Pingo Doce e JMR com o projecto e o regulamento para a realização do referendo para instituição do regime de banco de horas grupal, entre 16 de Julho e 3 de Agosto de 2020, em todo o país. Continuar a ler

22 junho marcha pelos direitos dos trabalhadores

CARTAZ_SINDICALIZACAO-2A Fiequimetal, o SIESI e o SITE Sul vão realizar uma marcha no dia 22, às 17h30, em Évora, para que os trabalhadores dos principais sectores industriais do distrito possam apoiar uma exigência que se contrapõe às manobras patronais com a COVID-19: «Queremos trabalhar com segurança, com direitos e com salários dignos».

A marcha, em «cordão humano», deverá sair do Rossio de São Brás (Monte Alentejano), às 17h30.

A pandemia não pode ter costas largas – destaca-se no comunicado que começou hoje a ser distribuído aos trabalhadores.

A federação e os seus dois sindicatos recordam que têm sido muitos os expedientes do patronato para atacar os direitos dos trabalhadores, sob o pretexto do combate à pandemia. A realidade demonstra que o surto epidémico é visto como mais uma oportunidade para aumentar os lucros e acentuar a exploração dos trabalhadores. Continuar a ler