Arquivo da categoria: Acção Sindical

Actividade e acção sindical

Aumentar salários! Desenvolver o país nas ruas de Évora

IMG_3724-1Direcção da USDE/CGTP-IN saúda todos os dirigentes, delegados e activistas sindicais, que de forma determinada se desdobraram em diversas acções de esclarecimento e mobilização dos trabalhadores para a concretização da iniciativa realizada ontem dia 26 de Setembro em Évora junto ao largo 1ºMaio.

Esta iniciativa com o lema “Aumentar Salários! Desenvolver o País” contou com a presença de duas centenas de participantes dos vários sindicatos com representação no distrito. Saudamos os trabalhadores da construção civil e mármores pela presença de todos, os trabalhadores da Embraer que se juntaram a esta iniciativa pela primeira vez e a todos os outros que estiveram presentes deste a administração pública e local, ao comércio e serviços.

Num momento em que o patronato procura instrumentalizar a situação que o país atravessa para intensificar a exploração atacando salários, acelerando ritmos de trabalho e procurando substituir trabalhadores com vínculos permanentes, por outros com vínculos precários, fazendo uso dos mecanismos que o governo lhe coloca à disposição, a CGTP-IN/USDE saem à rua para afirmar que não estamos condenados a perder direitos, emprego e remuneração.

É uma emergência nacional garantir o aumento geral dos salários e do salário mínimo nacional, não só para dar melhores condições de vida e de trabalho aos trabalhadores e suas famílias, mas também para garantir um futuro para o país.

Foi ainda votada e aprovada por todos os participantes uma resolução proposta pela CGTP-IN que tem como objetivo:

- Aumento geral dos salários em 90 euros para todos os trabalhadores

-Aumento do salário mínimo nacional pata 850 euros a curto prazo.

-Pagamento da totalidade da retribuição a todos os trabalhadores com cortes salariais.

-Proibição dos despedimentos .

-Garantia do emprego e do combate à precariedade.

-Reposição imediata dos direitos dos trabalhadores que no presente quadro foram desrespeitados.

-Garantia das condições de saúde, segurança e higiene nos locais de trabalho.

-Promoção da contratação coletiva.

-Revogação das normas gravosas da legislação laboral.

-Redução gradual do horário de trabalho para 35 horas sem redução de salário e rejeição de os mecanismos de desregulação dos horários de trabalho.

-O aumento das pensões de reforma e a alteração das regras de acesso revogando o factor de sustentabilidade e fixando o acesso a pensão de velhice, sem penalização, a todos os trabalhadores com, pelo menos 40 anos de descontos.

-Investimento nos serviços públicos e resposta aos problemas imediatos que se colocam:

*Na área da saúde- dando respostas às necessidades criadas pelo surto epidémico, mas também à prevenção e tratamentos de problemas “não- COVID”, assegurando um efectivo reforço de recursos humanos e materiais no SNS.

*Na educação- garantia de condições de segurança sanitária, reforço de recursos humanos e apoios pedagógicos numa escola pública e de qualidade.

*Nos transportes-Reposição dos serviços nos termos das obrigações de serviço publico a que as empresas estão obrigadas, aumento da oferta e garantia de protecção da saúde dos trabalhadores e utentes.

 

Pelo emprego com direitos na Embraer a luta é o caminho

Roteiro Contra a Precariedade EmbraerOs trabalhadores da Embraer rejeitam as histórias usadas para justificar pressões e chantagens sobre os trabalhadores, tentando que estes aceitem acordos de despedimento, afirma o SITE Sul, apelando a que o problema seja levado para as ruas de Évora no dia 26.

Desde meados de Julho, os trabalhadores da construtora de aviões nas instalações de Évora têm sido confrontados com a imposição de propostas de rescisão do contrato de trabalho (despedimento).

Estas chamadas «propostas de rescisão amigável» são sempre acompanhadas das mais variadas formas de assédio aos trabalhadores, como a alteração repentina de funções, a troca dos horários de trabalho, ameaças de lay-off ou de adaptabilidade de horário (banco de horas), sem que ninguém conheça os conteúdos das mesmas, mas que futuramente significariam graves prejuízos monetários para os trabalhadores e desregulação da sua vida.

Devido à intervenção sindical e respectiva denúncia dos acontecimentos acima relatados, tem existido por parte da chefias alguma moderação no assédio sobre os trabalhadores.

A Embraer tem vindo a ter, ao longo dos anos, práticas de individualização das relações de trabalho, através do isolamento de cada trabalhador, instalando e generalizando o medo entre os trabalhadores, impedindo assim a discussão dos problemas internos.

Estes trabalhadores não vêm reconhecidas as suas categorias profissionais de acordo com a contratação colectiva das indústrias metalúrgicas e químicas, nas quais estão inseridos, nem tão pouco lhes é atribuída a justa valorização salarial, pela execução e desempenho de trabalhos/tarefas de elevada especificidade e responsabilidade – trabalhos estes que, tanto na secção dos compósitos, como na secção da metalurgia, são responsáveis pelo desenvolvimento de doenças profissionais nos trabalhadores que lá prestam serviço diariamente.

Os trabalhadores sentem-se desapoiados por parte da administração e questionam a falta de transparência do plano de produção até final do ano e as perspectivas de futuro, alertando para a necessidade de salvaguarda do emprego.

O sindicato solicitou em Agosto uma reunião à administração da Embraer, a qual só após muita pressão e insistência ficou agendada para 23 de Outubro.

No presente momento, conclui o sindicato, é determinante a organização colectiva dos trabalhadores, que irão aderir à acção de luta convocada pela CGTP-IN para as 10h30 do próximo dia 26 junto ao Teatro Garcia Resende em Évora, onde irão denunciar estas práticas e exigir o fim das chantagens, pressões e intimidação.

Avançar nos direitos é possivel

119632058_1602163793295567_7045398159480292977_oA Habévora EM e o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) assinaram, na passada quinta-feira de manhã dia 17 de Setembro de 2020, no edifício dos Paços do Concelho, o Acordo de Empresa que coloca em linha os direitos e deveres dos trabalhadores desta empresa municipal com os dos restantes funcionários da edilidade.

Dia 26 de Setembro todos à da manifestação que terá início às 10H30 junto ao Teatro Garcia Resende até ao Largo 1 Maio em Évora, garantindo a protecção e o distanciamento sanitário de todos quanto participarão, afirmando o nosso protesto, as nossas reivindicações, a nossa luta.

Cresce a mobilização – Aumentar os salários! Desenvolver o País

IMG-20200917-WA0000(1)O SIESI realizou no dia 16 de Setembro várias acções de contacto junto dos trabalhadores que representa no distrito de Évora.

Participou no plenário da EDP junto dos trabalhadores da rede, estes trabalhadores exigem a EDP  que sejam tomadas medidas no que diz respeito às ajudas de custo, formação adequada para este trabalhadores, progressão na carreira e ainda aumentos no subsidio da disponibilidade. Continuar a ler

26 Setembro manifestação em Évora

Dando cumprimento às decisões do CN da CGTP-IN, a União dos Sindicatos do Distrito de Évora/CGTP-IN vai realizar uma manifestação que terá início às 10H30 junto ao Teatro Garcia Resende até ao Largo 1 Maio em Évora, garantindo a protecção e o distanciamento sanitário de todos quanto participarão, afirmando o nosso protesto, as nossas reivindicações, a nossa luta. Continuar a ler

Hospital de Évora recusa reunir com o SEP

109219913_824822678047766_266233066497386794_oO Conselho de Administração (CA) não responde aos pedidos de reunião do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), nem aos pedidos de informação dos enfermeiros do hospital.

O SEP desde 1 de Junho que solicita reunião ao CA do hospital de Évora sem que haja qualquer tipo de resposta ou justificação para não reunir. Solicitámos várias vezes reunião (1 de Junho, 24 de Junho e 26 de Agosto). Continuar a ler

COVID-19 – Reguengos de Monsaraz

img_900x508$2020_06_18_18_41_32_950074Administração da Fundação falha compromisso assumido com o SEP para contratação de Enfermeiros

Por solicitação do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) reunimos no dia 20/07/2020 com o Conselho de Administração (CA), da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS), para análise da situação, decorrente do conhecido surto de COVID-19, no “Lar” nesta instituição. Continuar a ler