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Ex- Trabalhadores da UMA recebem indemnizações

umaOs ex-trabalhadores da União Metalomecânica Arraiolos Lda., empresa da indústria metalomecânica que se situava em Arraiolos receberam no mês de Novembro mais de 16 mil euros em indemnizações.

Ao longo de vários anos foram desenvolvidas pelo Sindicato e União de Sindicatos de Évora (CGTP-IN) várias diligências para que a situação fosse resolvida, de modo a todos os trabalhadores receberem os valores a que tinham direito.

Os trabalhadores organizados no sindicato SITE Sul encontravam-se há vários anos a aguardar que lhe fossem pagos os créditos em falta, após a insolvência da empresa.

Em Novembro de 2019 os trabalhadores receberam finalmente os salários e indemnizações em falta num valor total que ultrapassa os 16 mil euros. Mais uma vez a unidade e organização dos trabalhadores no seu sindicato permitiu a recuperação de salários e outros créditos em falta aos trabalhadores.

9 Dezembro 2019

Fonte: SITE-SUL

Prossegue o combate à precariedade em Évora

Campanha contra precariedadeA CGTP-IN organiza durante esta semana 2 e 6 de Dezembro uma acção de Combate à Precariedade por todo o país, que teve expressão em locais de trabalho onde o recurso a esta chaga social atinge grandes dimensões no distrito de Évora.

No passado dia 3 de Dezembro a USDE/CGTP-IN em conjunto com SITE-SUL realizou acções de esclarecimento e mobilização para a luta junto da Fundição em Évora a contratação de vínculos precários ronda mais de 50% dos seus trabalhadores, outra empresa foi a AIS em Montemor-o-Nono, sendo que só este ano 21 trabalhadores que estavam ao seu serviço, através de uma empresa de trabalho temporário, passaram a ter contratos de trabalho a prazo com a empresa do sector automóvel para que efectivamente laboram. Este avanço resulta da luta dos trabalhadores e da intervenção do sindicato

Hoje dia 4 de Dezembro a USDE/CGTP-IN em conjunto com o SINAPSA realizaram uma acção junto dos trabalhadores do Centro de Contacto da Fidelidade em Évora, denunciando que a precariedade dos vínculos e a subcontratação por parte da fidelidade de uma empresa de trabalho temporário, só aumenta a exploração, promove os baixos salários (um trabalhadores Centro Atendimento da Fidelidade com 10 anos contratado por uma ETT recebe 600€, enquanto um trabalhadores da Fidelidade com o mesmo tempo recebe mais de 1000€). Luta que os trabalhadores do C.A da Fidelidade vão travar nos próximos tempos e que passa pelo aumento geral dos salários, sendo 90€ por mês já para cada trabalhador, chegando aos 850€ num curto espaço de tempo.

A luta pelo combate à precariedade é uma luta que vai continuar, pois os trabalhadores não são descartáveis, tem direito exige estabilidade e trabalho com direitos.

A USDE/CGTP-IN apela à unidade e organização de todos os trabalhadores independentemente do seu vinculo contratual nos sindicatos de classe afectos à CGTP-IN, para que juntos consigamos levar por diante as suas justas reivindicações, sendo que A um posto de trabalho permanente, tem de corresponder um contrato de trabalho efectivo!