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Destaques

Vale a pena lutar

Combate à precariedadeA empresa Gestamp em Vendas Novas viu a luta de 2 trabalhadores com vínculos precários, que tinham sido despedidos em 2019, culminar na sua reintegração nos quadros com vínculos efetivos ou indeminização.

Estes 2 trabalhadores um com 6 anos de antiguidade e outro com 2 anos e meio foram despedidos ilicitamente pela empresa em 2019. O combate aos vínculos precários é uma luta de sempre do SITE Sul nesta empresa, onde o Sindicato tem afirmado a ilegalidade dos contratos de trabalho temporário para o desempenho de funções permanentes.

A coragem destes 2 trabalhadores que rejeitaram o seu despedimento injustificado e contaram com a luta determinada do Sindicato, levou a que a empresa tinha sido “condenada” a reintegrar ou indemnizar trabalhador, por utilização injustificada de contratos temporários para o desempenho de funções permanentes.

Estes trabalhadores encontrando-se já a trabalhar em outros locais, acabaram por ser indemnizados no conjunto em mais de 10 mil euros. A solução que se exige é a passagem a efetivo de todos os trabalhadores com vínculos precários que desempenham funções permanentes.

Os trabalhadores reunidos dia 25 de Fevereiro em plenário decidiram assumir de forma determinada o compromisso com a Resolução da Jornada de Luta Nacional deste dia, com o lema: Salários, Emprego, Direitos – Confiança, determinação e luta por um Portugal com futuro!

Defende os teus direitos, Sindicaliza-te!

Trabalhadores da GESTAMP em Vendas Novas participam na jornada de Luta Nacional

Jornada nacional de luta 25 FevTrabalhadores da GESTAMP em Vendas Novas participam na jornada de Luta Nacional convocada pela CGTP-IN – 25 de Fevereiro de 2021, como o lema “Salários, Emprego, Direitos – Confiança, determinação e luta por um Portugal com futuro!”

Reunidos em plenário do SITE-SUL, os trabalhadores discutiram os seus problemas no local trabalho, aprovam reivindicações a entregar à empresa e abordam as reivindicações mais gerais no plano a acção convergente dos trabalhadores, nomeadamente as reivindicações desta jornada de luta nacional.

- Garantir as condições de trabalho, designadamente de saúde, higiene e segurança nos locais de trabalho e nas deslocações para os mesmos, protegendo todos os trabalhadores;

- Garantir o aumento geral dos salários em 90 € para todos os trabalhadores e do salário mínimo nacional para 850€ a curto prazo, valorizando as profissões e as carreiras;

- Garantir o emprego de todos os trabalhadores, independentemente do vínculo, proibir despedimentos com a justificação da epidemia e assegurar o pagamento da totalidade dos salários e remunerações de todos os trabalhadores abrangidos por medidas de apoio;

- Garantir efectiva protecção social a todos os que dela necessitam;

- Combater a precariedade nos sectores privado e público, garantindo que a um posto de trabalho permanente corresponda um vínculo de trabalho efectivo;

- Afirmar o direito à contratação colectiva com direitos como garantia de progresso social, revogando as normas gravosas da legislação laboral, nomeadamente a caducidade, e reintroduzir o princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador;

- Garantir as 35 horas de trabalho semanal para todos, sem redução de salário, e combater a desregulação dos horários, adaptabilidades, bancos de horas e todas as tentativas de generalizar a laboração contínua e o trabalho por turnos;

- Reforçar o investimento nos serviços públicos, nas funções sociais do Estado e na valorização dos trabalhadores da Administração Pública para assegurar melhores serviços às populações;

- Incrementar a produção nacional e apostar no papel do Estado para o desenvolvimento do país;

- Reforçar a intervenção sindical nos locais de trabalho na defesa dos direitos liberdades e garantias dos trabalhadores, reforçando a sindicalização e a organização nos locais de trabalho.

Vamos prosseguir a luta nas empresas e locais de trabalho e participar nas acções da Semana da Igualdade, de 8 a 12 de Março, no Dia de Luta dos Jovens Trabalhadores, a 25 de Março, nas comemorações do 25 de Abril e realizar um grande 1º de Maio em todo o País.

Assumimos, de forma determinada, o compromisso de reforço da organização, da unidade e da luta, de tomar nas nossas mãos a defesa e valorização do trabalho e dos trabalhadores, a conquista de um País desenvolvido e soberano, com os valores de Abril no futuro de Portugal.

Viva a luta dos trabalhadores!

Viva a CGTP-IN!

Trabalhadores da CM Montemor-o-Novo participam na jornada de Luta Nacional

Jornada de luta nacional 25 FevereiroTrabalhadores da CM Montemor-o-Novo participam na jornada de Luta Nacional – 25 de Fevereiro de 2021, como o lema “Salários, Emprego, Direitos – Confiança, determinação e luta por um Portugal com futuro!”

Reunidos em plenário do STAL, aprovam a moção da Jornada de luta, discutem as suas reivindicações,  nomeadamente o suplemento de penosidade e insalubridade que foi uma importante conquista, mas fica aquém do que reivindicamos.

Assinaram ainda o abaixo-assinado contra o SIADAP, sistema de avaliação de desempenho dos trabalhadores da Administração Pública, caracteriza-se pela aplicação de critérios subjectivos, por complicados procedimentos burocráticos e um escandaloso sistema de quotas, que é uma fonte de constantes discriminações, arbitrariedades e injustiças a que urge pôr termo. O SIADAP foi criado para impedir a progressão e obrigar a que, pelo menos, 75% dos trabalhadores tenha que esperar 10 anos para progredir na Tabela Remuneratória Única.

A revogação do SIADAP e a sua substituição por um sistema de avaliação sem quotas, formativo, transparente, equitativo e justo, que valorize realmente os trabalhadores e respeite o direito à promoção e progressão, são medidas urgentes.

Uma luta que vai continuar!

Jornada de Luta Nacional em Évora com um cordão humano

Jornada de luta nacional 25 FevRealizou-se hoje em Évora um cordão humano, acção convocada pela USDE/CGTP-IN, inserido na Jornada de Luta Nacional – 25 de Fevereiro de 2021, como o lema “Salários, Emprego, Direitos – Confiança, determinação e luta por um Portugal com futuro!”, uma luta que contou com uma centena de trabalhadores dos mais diversos setores de actividade.

Neste tempo difícil e exigente, os trabalhadores têm sabido resistir e persistir na luta em defesa dos seus direitos, por melhores salários e condições de trabalho e de vida para si e para as suas famílias. Apesar das tentativas de limitações dos direitos e liberdades sindicais, os trabalhadores e os seus sindicatos de classe assumiram sempre a luta como determinante no combate à exploração.

Não aceitamos que atropelem os direitos e cortem os salários! Não aceitamos que, enquanto o Governo continua a encaixar largos milhões em medidas de apoio para o grande patronato, os apoios para os trabalhadores e as suas famílias deixem muito a desejar e às dificuldades e pobreza na vida de quem trabalha e trabalhou se acrescentem mais contrariedades!

Não aceitamos que com a justificação da epidemia e à boleia das medidas desequilibradas do Governo, o patronato aproveite para desregular horários, impor laborações contínuas e bancos de horas, roubar férias, chantagear e ameaçar os trabalhadores e despedir aqueles que têm vínculos precários, como se de peças descartáveis se tratassem!

Não há saída para a economia do país sem ter em conta a valorização do trabalho e dos trabalhadores.

É urgente romper com o modelo de baixos salários, trabalho precário, ataque aos direitos e subordinação aos interesses do grande capital, que continua a distribuir lucros e dividendos enquanto se encerram empresas e cortam salários.

A luta vai continuar em torno das reivindicações concretas de cada local de trabalho, serviço e sector, no privado e no público, bem como das reivindicações gerais que defendemos para garantir um Portugal com futuro, desenvolvido e soberano, de progresso e justiça social. Onde quer que os direitos dos trabalhadores sejam atacados, nomeadamente no emprego, nos salários, a CGTP-IN lá estará como sempre para afirmar a luta organizada dos trabalhadores como factor essencial para garantir melhores condições de trabalho e de vida!

É urgente:

- Garantir as condições de trabalho, designadamente de saúde, higiene e segurança nos locais de trabalho e nas deslocações para os mesmos, protegendo todos os trabalhadores;

- Garantir o aumento geral dos salários em 90 € para todos os trabalhadores e do salário mínimo nacional para 850€ a curto prazo, valorizando as profissões e as carreiras;

- Garantir o emprego de todos os trabalhadores, independentemente do vínculo, proibir despedimentos com a justificação da epidemia e assegurar o pagamento da totalidade dos salários e remunerações de todos os trabalhadores abrangidos por medidas de apoio;

- Garantir efectiva protecção social a todos os que dela necessitam;

- Combater a precariedade nos sectores privado e público, garantindo que a um posto de trabalho permanente corresponda um vínculo de trabalho efectivo;

- Afirmar o direito à contratação colectiva com direitos como garantia de progresso social, revogando as normas gravosas da legislação laboral, nomeadamente a caducidade, e reintroduzir o princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador;

- Garantir as 35 horas de trabalho semanal para todos, sem redução de salário, e combater a desregulação dos horários, adaptabilidades, bancos de horas e todas as tentativas de generalizar a laboração contínua e o trabalho por turnos;

- Reforçar o investimento nos serviços públicos, nas funções sociais do Estado e na valorização dos trabalhadores da Administração Pública para assegurar melhores serviços às populações;

- Incrementar a produção nacional e apostar no papel do Estado para o desenvolvimento do país;

- Reforçar a intervenção sindical nos locais de trabalho na defesa dos direitos liberdades e garantias dos trabalhadores, reforçando a sindicalização e a organização nos locais de trabalho.

Vamos prosseguir a luta nas empresas e locais de trabalho e participar nas acções da Semana da Igualdade, de 8 a 12 de Março, no Dia de Luta dos Jovens Trabalhadores, a 25 de Março, nas comemorações do 25 de Abril e realizar um grande 1º de Maio em todo o País.

Assumimos, de forma determinada, o compromisso de reforço da organização, da unidade e da luta, de tomar nas nossas mãos a defesa e valorização do trabalho e dos trabalhadores, a conquista de um País desenvolvido e soberano, com os valores de Abril no futuro de Portugal.

Viva a luta dos trabalhadores!

Viva a CGTP-IN!

Inicio da jornada de luta nacional com plenário na higiene CM Évora

Jornada de luta nacional 25 FevTrabalhadores do sector da higiene da CM Évora estiveram reunidos em plenário e decidem participar no Cordão Humano convocado pela USDE/CGTP-IN, inserido no dia nacional de luta convocado pela CGTP-IN.

Os trabalhadores discutiram as suas reivindicações, nomeadamente o suplemento de penosidade e insalubridade que foi uma importante conquista, mas fica aquém do que reivindicamos.

Assinaram ainda o abaixo-assinado contra o SIADAP, sistema de avaliação de desempenho dos trabalhadores da Administração Pública, caracteriza-se pela aplicação de critérios subjectivos, por complicados procedimentos burocráticos e um escandaloso sistema de quotas, que é uma fonte de constantes discriminações, arbitrariedades e injustiças a que urge pôr termo. O SIADAP foi criado para impedir a progressão e obrigar a que, pelo menos, 75% dos trabalhadores tenha que esperar 10 anos para progredir na Tabela Remuneratória Única.

A revogação do SIADAP e a sua substituição por um sistema de avaliação sem quotas, formativo, transparente, equitativo e justo, que valorize realmente os trabalhadores e respeite o direito à promoção e progressão, são medidas urgentes.

Uma luta que é convergente com a luta mais geral e hoje teve expressão Jornada de Luta Nacional – 25 de Fevereiro de 2021 como lema “Salários, Emprego, Direitos – Confiança, determinação e luta por um Portugal com futuro!”