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Grande adesão à greve dos professores também no distrito de Évora

Em declarações aos jornalistas, o Secretário-geral da FENPROF diz que a adesão à greve se mantém nos 75%, dando mais força à luta dos professores, e apela a uma Manifestação memorável no próximo dia 5 de outubro – Dia Mundial dos Professores.

Adesão muito significativa com escolas encerradas, com crescimento dos níveis de adesão em relação à última greve realizada por regiões. Mário Nogueira reafirmou que os professores têm direito ao tempo de serviço que cumpriram. Há, também, reafirmou, a questão da lei, principalmente, pois com a sua proposta o governo está a agir fora da lei e a não cumprir com o que é uma sua obrigação constitucional.

A intransigência do governo na ilegalidade é inadmissível e, por isso os professores admitem prosseguir a luta depois de 5 de outubro.

Trabalhadores da C.A. da Fidelidade decidem avançar para a greve

received_882546835273446Realizou-se ontem dia 28 de Setembro o plenário dos trabalhadores do centro de atendimento da Fidelidade, onde esteve presente o Secretário-Geral da CGTP-IN Arménio Carlos e que contou com a participação de cerca de 120 trabalhadores, sendo que decidiram em conjunto novas formas de luta.
Os trabalhadores reivindicam aumentos salarial de 45€ mês, sub alimentação 10€ dia, aplicação CCT do ramo segurador, melhores codições de SST,
O SG da CGTP-IN saudou e valorizou a coragem, determinação e unidade e luta destes trabalhadores, transmitindo força e ânimo para continuar a lutar.
A empresa newspring e a Fidelidade não cederam até  à data a nenhuma das reivindicação em cima reveridas, razão pela qual os trabalhadores decidiram avançar para um dia de greve.

Faleceu Manuel Garriapa

Manuel Garriapa Domingos foi um homem que se distinguiu entre os seus pares por desde tenra idade lutar pelos ideais da liberdade, democracia e igualdade.

Fez do seu percurso de vida sinónimo de confiança na força da luta dos trabalhadores e com essa mesma confiança, seriedade e resiliência contribuiu para muitas vitórias na luta de quem trabalha e para uma melhoria das condições de vida e de trabalho em Portugal.

Entre as várias tarefas que assumiu no Movimento Sindical Unitário, pela sua importância e responsabilidade, não pode deixar de ser destacado ter sido membro da direção do Sindicato dos Trabalhadores Agrícolas (ainda antes do 25 de Abril), membro fundador e dirigente do Sindicato dos Agrícolas do Distrito de Santarém, membro da Direção da União dos Sindicatos do Distrito de Santarém (desde o conselho distrital de 1984), membro da direção e fundador da Inter-Reformados e membro do conselho Nacional da CGTP-IN.

Nas várias lutas que travou destaca-se a luta pelas 8 horas de trabalho nos campos do Ribatejo e a luta pela igualdade salarial entre homens e mulheres nos campos do distrito de Santarém.

Neste dia de tristeza e pesar a União dos Sindicatos do Distrito de Santarém, associa-se à dor da família do camarada Manuel Garriapa e endereça através da presente a sua solidariedade aos familiares e amigos, com a garantia que a melhor homenagem a fazer ao Manuel Garripa será a de continuar a sua luta e essa nunca irá parar enquanto existirem homens de fibra e coragem como o Manuel Garriapa.

Tyco condenada

A TYCO foi condenada pelo Tribunal da Relação de Évora a pagar os dias de férias roubados a um trabalhador, dando razão ao trabalhador e ao SIESI de que todos os trabalhadores têm direito a 22 dias de férias, independentemente do horário que pratiquem.

O Tribunal afirma até na sentença que “não se afigura que se possa fazer um mero cálculo aritmético para concluir que 17 dias de férias gozados corresponderiam a 22 dias de férias”, como a empresa invoca.

Agora já não há recurso possível, a decisão final é a condenação da TYCO a pagar ao trabalhador os dias de férias acrescidos de juros.

Com esta condenação, seria expectável que a TYCO assumisse esta ilegalidade e corrigisse esta prática: pagando os dias de férias não gozados e garantindo, daqui em diante, os 22 dias úteis de férias a todos os trabalhadores, mas tal não se afigura como plausível sem a mobilização dos trabalhadores da empresa na defesa deste direito e para a qual podem contar com total apoio do SIESI.

Com esta condenação, a reivindicação do direito aos 22 dias úteis de férias ganhou nova força e o SIESI está disponível para apoiar todos os trabalhadores que queiram fazer cumprir os seus direitos e melhorar as suas condições de vida e de trabalho.

O SIESI irá ainda tomar todas as diligências para que o direito a 22 dias úteis de férias sejam aplicados a todos os trabalhadores.

Por tudo isto, o SIESI apela a que os trabalhadores da TYCO se sindicalizem e que lutem pelos seus direitos!