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Actualidade e Luta

Caderno Reivindicativo aprovado nos Refeitórios dos Hospitais de Elvas e de Portalegre

plenário_elvas19092017-minFoi esta semana aprovado o caderno reivindicativo dos trabalhadores das cantinas, bares e refeitórios dos Hospitais de Elvas e de Portalegre.

As dirigentes e delegadas sindicais do Sindicato dos Trabalhadores na Industria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul convocaram plenários para os refeitórios de ambos os Hospitais.

Nestas reuniões, onde participou a coordenadora do Sindicato, Maria das Dores Gomes, os trabalhadores aprovaram um documento onde constam todas as suas reivindicações. Este caderno reivindicativo corporiza as lutas nacionais da CGTP-IN como a valorização geral dos salários tendo como salário mínimo os 600 Euros, o cumprimento da contratação colectiva e o combate à precariedade mas também contempla problemas concretos destas duas unidades que em Abril deste ano foram concessionadas à Uniself.

Foi ainda aprovado em plenário o envio deste documento não só para a Uniself mas também para o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA).

 

Transporte ferroviário de passageiros de volta à Linha do Leste

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Foi com uma enorme satisfação que a União dos Sindicatos do Norte Alentejano (USNA) assistiu hoje à passagem do comboio em Portalegre.

Desde o encerramento desta linha em 2011 que a USNA lutava pela sua reabertura, mobilizando estruturas de vários sectores e trabalhadores do distrito e unindo esforços com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF) da CGTP-IN e com estruturas sindicais espanholas, como as CCOO e a UGT da Extremadura.

Recuperado parcialmente em 2015 devido a um protocolo, foi só em Janeiro de 2016 que as aspirações da população do distrito foram correspondidas com o retorno do transporte ferroviário de passageiros na totalidade da linha do Leste a ser aprovado por unanimidade na Assembleia da República.

O comboio tardou mas não falhou o que é mais uma prova de que é preciso não desistir e continuar a defender o direito dos trabalhadores do nosso distrito e suas familias à mobilidade, a serviços públicos de qualidade e a viver e trabalhar no Norte Alentejano.

INAUGURAÇÃO DA DELEGAÇÃO SINDICAL CONJUNTA DA CGTP-IN EM ELVAS COM A PRESENÇA DO SECRETÁRIO-GERAL ARMÉNIO CARLOS

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É já nesta sexta-feira, dia 16 de Junho, que terá lugar, pelas 17h30, a inauguração das novas instalações da Delegação Sindical Conjunta em Elvas, com a presença do Secretário-Geral da CGTP-IN, Arménio Carlos.

Nesta delegação, à semelhança do que acontecia na Rua Alferes Cristóvão também em Elvas, funcionarão os serviços de atendimento e contencioso de 5 sindicatos da CGTP-IN: o CESP, Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, a Hotelaria, Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria, Turismo, Restauração e Similares do Sul, o SINTAB, Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal, o SITE, Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul e o SIESI, Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PROFESSORES DE PORTALEGRE PREPARAM-SE PARA A GREVE DE DIA 21 DE JUNHO

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O Sindicato dos Professores da Zona Sul – SPZS/Fenprof – vai realizar um Plenário Distrital para todos os docentes do distrito de Portalegre no dia 13 de Junho, às 16.30 horas, na Eb 2,3 José Régio, em Portalegre.

Neste plenário sindical, o SPZS irá esclarecer as muitas questões que lhe estão a ser colocadas por docentes das várias escolas do distrito. De facto, a confirmação da greve de dia 21 de Junho a todo o serviço docente, é algo que muitos esperavam e vem na sequência da falta de resposta do Ministério da Educação a questões que há muito se colocam e são problemas que, direta ou indiretamente, afetam os alunos, tais como:

  • Horários de trabalho que deverão ser reorganizados, sob pena de os professores, com a sobrecarga burocrática e um conjunto de outras tarefas a que estão obrigados, não poderem dar o seu melhor no que é essencial: o trabalho com os alunos. Os professores estão a trabalhar, em média, mais de 46 horas semanais.
  • Desgaste dos profissionais decorrente do que antes se refere, mas também do envelhecimento da profissão, problema contra o qual nada tem sido feito, apesar de se reconhecerem os efeitos negativos na atividade docente. Os sindicatos da FENPROF têm proposto um regime especial de aposentação para profissionais que estão obrigados a trabalhar mais de 40 anos, sob pena de sofrerem penalizações fortíssimas. Ora, ninguém contesta que a escola precisa, urgentemente, de uma forte renovação geracional.
  • Precariedade, que afeta mais de 20% dos professores, bem acima da média nacional. O processo de vinculação extraordinária que decorre, deixa de fora mais de 80% dos que têm vínculos precários, alguns há mais de 10 ou 20 anos. Obviamente que essa instabilidade se reflete no desempenho profissional dos docentes, em particular em momentos que são mais exigentes, como o final de cada ano letivo, período em que o professor está a terminar o contrato, desconhecendo o que lhe reserva o futuro próximo.
  • Desvalorização material da profissão, nomeadamente devido ao congelamento das carreiras nos últimos 7 anos, sem progressões, sem atualizações, com cortes, com uma elevada carga fiscal e sem valorização e reconhecimento da atividade docente.

Portanto, contrariamente ao que se tem ouvido, o que, verdadeiramente, prejudica os alunos não é a realização de um dia de greve pelos professores, mas sim a não resolução dos problemas que levaram os professores a convocar esta greve.

O SPZS realizou já várias visitas às escolas do distrito, sendo de registar, da parte dos professores, uma grande determinação na realização de greve no dia 21, caso o ME não aceite negociar ou não resulte nada de concreto da negociação.

A Direção Distrital de Portalegre do Sindicato dos Professores da Zona Sul/ Fenprof

CURSOS DE FORMAÇÃO PARA ACTIVOS NA DELEGAÇÃO SINDICAL CONJUNTA DE ELVAS

Terão inicio ainda durante o mês de Maio, cursos de formação direccionados para pessoas empregadas, em horário pós-laboral, na delegação sindical conjunta de Elvas, na Rua da Feira nº 31 em Elvas.

Estes cursos resultam de um protocolo entre a CGTP-IN e o Instituto Bento Jesus Caraças, cada módulo tem 25 horas e será ministrado às segundas, quartas e sextas, das 18 às 21h.

Os interessados podem inscrever-se através do endereço de correio electrónico da União dos Sindicatos do Norte Alentejano, usnalentejano@gmail.com ou através do telefone, 268 622 751.

curso módulo
Ciências Informáticas Gestão e organização da informação
Folha de cálculo funcionalidades avançadas
Internet navegação
Gestão e organização da informação
Processador de texto funcionalidades avançadas
Internet evolução
Conexões de rede
Rede local – instalação
Enquadramento na organização Comunicação institucional
Comércio Cadeia de abastecimento introcução
Logistica introdução
Equipamentos de armazém
Qualidade e organização da produção
Gestão de indicadores
Melhoria da qualidade
Condução e manobra de equipamentos de carga e descarga
Marketing e publicidade Elaboração de planos de gestão da segurança em eventos
Projectos de organização de eventos – planeamento e gestão
Tipos de eventos e de organizadores de eventos
Questões culturais, ambientais e de ética profissional
Liderança/coordenação de equipas de projectos de comissões de organização
Elaboração de planos para a manutenção da higiene e segurança de eventos
Elaboração de programas detalhados para reuniões, conferências e congressos e elaboração de programas detalhados para exposições e feiras
Avaliação e divulgação dos resultados de projectos de organização de eventos
Elaboração de procedimentos de reserva e inscrição
Elaboração de programas de eventos detalhados
Gestão e administração Função pessoal legislação laboral
Noções e normas da qualidade
Técnicas de markting
Gestão de recursos informáticos
Recursos humanos – relatório único
Secretariado e Trabalho Administrativo Gestão de correio electrónico e pesquisa de informação na web
Comunicação e comportamento organizacional
Gestão do tempo
Ética e deontologia profissionais
Recursos humanos processos de recrutamento, selecção e admissão
Reuniões de trabalho organização e planificação
Recursos humanos – processamento de vencimentos

Continua a luta dos trabalhadores das cantinas, bares e refeitórios dos Hospitais de Elvas e de Portalegre

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Os trabalhadores das cantinas, bares e refeitórios dos Hospitais de Elvas e de Portalegre não baixam os braços.

Depois de uma grande adesão às greves aos feriados convocadas pelo Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria, Turismo, Restauração e Similares do Sul (STHTRSS) e de uma grande participação no 1º de Maio em Portalegre, os trabalhadores deslocaram-se a Lisboa no passado dia 15 de Maio, para participarem numa concentração frente a Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, a AHRESP.

Frente a AHRESP, os trabalhadores juntaram-se a centenas de outros das cantinas de todo o país, de escolas e hospitais, e exigiram a negociação colectiva com a CGTP, para todas as empresas do sector, Uniself (à qual estão concessionados os serviços nos Hospitais do distrito de Portalegre), Eurest, SUCH, Itaú e outras.

O contrato colectivo de trabalho da CGTP para o sector data de 1994. As alterações ás regras de negociação colectiva inseridas no Código de Trabalho em 2003 bloquearam a contratação colectiva em todos os sectores e dotaram a AHRESP, e outras associações patronais, de instrumentos de adiamento da negociação necessária às actualizações salariais e não só.

Prova de que a luta é o caminho é a recente vitória dos trabalhadores das cantinas, bares e refeitórios dos Hospitais de Elvas e de Portalegre conseguida com a acção das dirigentes e delegadas sindicais do STHTRSS junto da ACT de Portalegre. Em causa estava o pagamento de dias de férias pela SUCH e pela Eurest, em divida desde Setembro do ano passado, altura em que a concessão do serviço passou da primeira para a segunda. Graças às diligências do sindicato junto da ACT as empresas foram obrigadas a pagar o que tinha ficado em divida.

Os trabalhadores mantêm-se vigilantes, avaliando mensalmente os recibos de vencimento para verificar se todas as dividas são saldadas pelas empresas concessionárias e procurando impedir que a contratação colectiva acordada pela AHRESP com a UGT seja aplicada a todos indiscriminadamente, incluindo as sindicalizadas na CGTP, bem como as clausulas que prevêem a polivalência de funções, a alteração da categoria e a transferência sem aviso do local de trabalho.

3 DE JUNHO – DIA NACIONAL DE LUTA

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A CGTP-IN convocou, para o dia 3 de Junho, um dia nacional de luta para todos os trabalhadores de todos os sectores, que se concretizará em manifestações em Lisboa, a partir do Marquês de Pombal e no Porto, a partir do Campo 24 de Agosto.

Os trabalhadores do distrito de Portalegre irão participar na manifestação de Lisboa que terá inicio às 15h, podendo para isso, inscrever-se nos autocarros organizados pela União dos Sindicatos do Norte Alentejano e que terão o seguinte percurso:

 Monforte 8h30 – Arronches 9h – Campo Maior 9h30 – Elvas 10h

Portalegre 8h30 – Alter do Chão – 9h – Fronteira 9h30 – Avis 10h

TODOS AO 1º DE MAIO: MOBILIZAÇÃO NO DISTRITO DE PORTALEGRE

Começa hoje a última semana de mobilização para a participação de todos nas comemorações do 1º de Maio, que irão decorrer em todo o país, com várias acções de rua, dinamizadas pelas uniões e sindicatos da CGTP-IN.

No distrito de Portalegre decorreram na EDP em Portalegre, DARDICO em Avis, Matsel, Centro de Formação do IEFP em Portalegre, Município de Sousel, entre outros, e irão decorrer ao longo desta semana, distribuições de documentos, plenários, afixação de cartazes e faixas e som a par da organização dos trabalhadores para as lutas concretas do seu sector, como foi o caso dos trabalhadores da administração local e dos trabalhadores não docentes que saíram à rua no passado dia 21.

No 1º de Maio, a partir das 10h, na Avenida Movimento das Forças Armadas (frente ao Centro Comercial Fontedeira) em Portalegre, os trabalhadores do distrito concentrar-se-ão seguindo depois em desfile acompanhados pelos Bombalém, aedp_19042017-minté ao Rossio.

 

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Trabalhadores da Pinto e Bentes em Ponte de Sor e em Mem Martins, em greve pelo pagamento dos salários em atraso

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A greve hoje realizada contou com a adesão de 99% dos trabalhadores e foi a forma que estes encontraram para demonstrar à administração que mais que palavras é necessário agir e tomar medidas para que o pagamento dos salários seja uma prioridade.
Actualmente os trabalhadores da Pinto e Bentes têm em atraso uma parte do vencimento de Fevereiro e o vencimento de Março, no entanto há longos meses que a a administração não cumpre com a sua obrigação de pagamento pontual da retribuição, pagando o salário em duas ou mais prestações ao longo do mês. Situação ilegal e injusta para quem trabalha todo o mês e que vê mês após mês a sua vida piorar por um incumprimento de um direito básico.

A Pinto & Bentes é uma empresa do ramo das instaladoras eléctricas e tem como principais clientes a Visabeira para quem realiza trabalhos contratados pela EDP, assim como  várias Câmaras Municipais.

O Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas (SIESI), filiado nesta União, considera a situação insustentável e irá pedir a intervenção do Ministério do Trabalho no sentido de esclarecer porque motivo o pagamento dos salários não está a ser uma prioridade.

JOVENS TRABALHADORES DO DISTRITO DE PORTALEGRE PARTICIPARAM NA MANIFESTAÇÃO NACIONAL

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Uma delegação de jovens trabalhadores do distrito de Portalegre, de vários sectores, esteve ontem na Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores convocada pela Interjovem/CGTP-IN.

Milhares de jovens trabalhadores marcaram presença nesta acção de luta que consistiu num desfile da Praça da Figueira à Assembleia da República em Lisboa, transportando faixas e bandeiras dos seus sindicatos de classe e onde constavam reivindicações próprias dos seus locais de trabalho.

Para a sua participação, os trabalhadores contaram com pré-avisos de greve emitidos para vários sectores, do comércio à indústria, e com a organização de transportes por vários sindicatos e uniões de sindicatos da CGTP.